Aprenda o ABC do BDSM – Curso para escravos

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Primeiro passo é cadastrar-se no site câmera prive e enviar um e-mail para mistresscharlottek@gmail.com

Eu escolhi essa plataforma https://cameraprive.com/br/

para fazer as transmissões ao vivo e iniciar o curso virtualmente, de qualquer parte do Brasil. Irei informar através das minhas redes sociais e por aqui os dias e horários que estarei on line na plataforma, onde faremos contato virtualmente.

Segundo passo , a partir daí vou elaborar o que você precisa treinar e saber através de sessões virtuais agendadas, com instruções simples para somente depois te direcionar para 3 tipos de cursos presenciais:

  1. ABC do BDSM – a partir de 4 sessões presenciais
  2. Escravo Intermediário – a partir de 3 sessões presenciais
  3. BDSM Avançado – a partir de 2 sessões presenciais

Podendo ser parcelado no cartão de crédito em até 12x.

Está esperando o que ?

Entregar o controle a outra pessoa: experiência “libertadora” – parte 1

Dominadora profissional São Paulo

Vou abordar a questão do CONTROLE dentro do universo BDSM. Nessa primeira parte, em uma leitura curta para que nas próximas publicações você possa acompanhar e compreender um pouco mais sobre o assunto.

 

Entregar o controle a outra pessoa é uma experiência muito “libertadora”. O que quero dizer é que liberdade e responsabilidade são dois lados da mesma moeda. Mas enquanto a liberdade é boa, a responsabilidade é muitas vezes estressante e desgastante. Ao desistir da liberdade, um submisso pode se sentir “liberto” da responsabilidade e, portanto, livre do estresse que o acompanha, mesmo que apenas por um momento. Enquanto eles estão sendo controlados, eles não precisam mais se preocupar com qualquer outra coisa. De repente, tudo se torna uma preocupação de outra pessoa, e isso faz com que se sintam melhor.
O controle também pode ser um grande fator para as pessoas dominantes, mas na direção oposta. Ser dado controle sobre a vida ou o corpo de outra pessoa pode parecer muito fortalecedor. O conhecimento de que agora você tem poder sobre outra pessoa, e eles não apenas aceitarão de boa vontade, mas de bom grado, a sua vontade, é muito estimulante.
Outro tema comum no bdsm é a confiança. De muitas maneiras, todo bdsm é um exercício de suprema confiança. O submisso está confiando que o dominante vá tão longe e não mais, e proteja o submisso de danos indevidos. Para um submisso, ser capaz de confiar em alguém tão profundamente que você está disposto a literalmente colocar sua vida em suas mãos é muito excitante. E para um dominante, ter alguém em sua vida que esteja disposto a lhe dar esse tipo de confiança também.

Você sabia que cerca de 30% dos homens possuem fetiches por pés?

por IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA

Fonte: https://glo.bo/2BlT1Lg

Eu descobri a fixação pelos pés femininos por volta dos 20 anos, num livro improvável para esse tipo revelação: Henfil na China (antes da Coca-cola). Nesse delicioso relato de viagem, o famoso cartunista do Pasquim dedicava fotografias e comentários deslumbrados aos pés das mulheres chinesas. Aquilo mexeu comigo. Mais tarde, vim a saber que a paixão de Henfil pelos pés femininos era uma de suas marcas registradas – uma tara pública, notória e gostosamente inofensiva.

podolatria fetiche por pés

Olhando para trás, é admirável que Henfil achasse erotismo nos pés espartanos dos anos 70. Aquilo, meus amigos, era uma pedreira. Só havia beleza natural, como a da selva Amazônica. Depilações e pedicures não tinham a frequência, a qualidade ou a importância de vida e morte que ganharam hoje. Para amar aqueles pés calejados, com unhas frequentemente maltratadas, aromatizados pelo uso repetido de sandálias de couro e botas com sola de borracha, havia quer ser um devoto. Como Henfil.

Ontem, decidido a escrever sobre pés, fui fuçar na internet e achei estatísticas impressionantes. Sete de cada 10 homens têm uma relação erótica especial com as extremidades inferiores das mulheres – e algo como 30% da população masculina sofre de verdadeira obsessão em relação a elas. O nome desse popularíssimo fetiche é podolatria. Ponha a palavra no Google e você vai descobrir um universo do qual (provavelmente) não fazia ideia. Eu, pelo menos, não fazia.

Para o verdadeiro podólatra, pés não precisam ser bonitos ou bem cuidados. Podem sem problema estar sujos ou mal cheirosos. Não faz diferença. O fetichista radical pensa em pés o tempo inteiro e os devora com todos os sentidos, inclusive o da audição. Ou não seria um prazer exasperante ouvir o toc-toc dos sapatos contra o piso? Procure na internet: pés são para ser beijados, mordidos, massageados e cheirados. Pode-se até transar com eles, apenas. Uma fantasia comum aos adeptos é deitar no chão e se deixar pisar – com salto agulha. A maioria dos homens não vai tão longe, mas gosta.

 

Lembro de uma ocasião, anos atrás, em que eu estava em Paris para cobrir um congresso médico. Era início da primavera e fazia na cidade um calor aconchegante. Sentei num café ao ar livre, na praça de Saint Sulpice, e, imediatamente, notei uma moça de cabelos castanhos sentada à minha direita. Ela usava blusa clara e saia curta, escura. Lia reclinada de leve sobre a mesa, apoiada em um dos cotovelos, e tinha as pernas cruzadas. A cena toda era linda, mas ficou gravada na minha memória por um detalhe totalmente fetichista: o sapato (mocassim? bailarina?) que ela balançava, indolentemente, na ponta do pé direito.

pés de dominadora

Esse tipo de memória específica não é exceção entre os homens. Tenho amigos que se lembram, meticulosamente, da lateral de um seio que emergiu, 10 anos atrás, de um vestido sem mangas um pouco mais cavado que o usual. Ou do biquíni branco que uma arquiteta de compleição escandinava e bumbum africano usava na piscina da USP em meados dos anos 80. Outro dia, tomando uma cerveja com um velho amigo da faculdade, a conversa escorreu, inevitavelmente, para a boca de lábios carnudos de uma colega de centro acadêmico – por anda andaria aquela beldade de ar belluciano?

Li uma vez que esse tipo de amor aos pedaços seria (mais um) resultado da nossa primeira infância.

Os bebês descobrem o corpo da mãe aos poucos. Primeiro, claro, vêm os seios. Depois a boca, de onde emergem sons familiares e tranquilizadores. Os olhos devem ser uma revelação luminosa. Imagine-se na situação de um recém-nascido e tente calcular o impacto duradouro que esses pedaços de mulher terão sobre ele. O mesmo texto dizia que os homens passam boa parte da vida para montar o quebra-cabeças dessa mãe fragmentada. Só assim serão capazes de amar uma mulher inteira, que seja algo mais que a soma de pedaços fetichistas. Parece que alguns nunca conseguem.

Não me perguntem de onde vem a atração particular de tantos homens pelos pés das mulheres. Eles estão praticamente excluídos da lista de contatos iniciais entre mãe e filho. Na cronologia das descobertas, as crianças devem aprender que as mães têm pés somente quando começam a sentar no chão, sozinhas, ali pelos seis meses de idade. Mesmo assim, deve ser um espetáculo majestoso a visão daqueles órgãos poderosos que afastam e aproximam dele a presença prazerosa da mãe…

Mas eu tenho a impressão, sem ter lido em lugar nenhum, que existe outro fenômeno, paralelo, que vai na direção contrária da superação do fetichismo. É a sua descoberta tardia.

Por muito tempo na vida adulta os homens são tão deslumbrados com o corpo das mulheres que quase não notam seus detalhes. Ou pelos menos não se apegam a eles. É uma experiência análoga à da arquitetura: quantas vezes você precisa entrar no Teatro Municipal antes de superar o assombro e começar a perceber as partes que, juntas, fazem daquilo uma maravilha?

Para descobrir o corpo da parceira, talvez seja preciso certa calma no olhar, que só vem com o tempo e a repetição. Antes dessa calma, o homem é prisioneiro das heranças infantis e da cultura sexual da tribo a que pertence. Olha para onde foi ensinado a olhar. O tempo ensina a descobrir as próprias preferências geográficas – o tempo e, muito provavelmente, sem a cola do sentimento, qualquer corpo, de homem ou de mulher, faz sentido por algum tempo, mas logo se desfaz num quebra-cabeças desinteressante. Sem sentimento não há tempo de passar da primeira impressão, de descobrir novidades, de entender aquilo que, no corpo do outro, nos ensina, pelo erotismo e pelo prazer, algo de novo sobre nós mesmos.

Dog play Fetish – fotos e filmagem da sessão em 360°

dogplaybdsmbrasil

Já imaginou você poder sentir-se como estivesse junto em uma sessão minha com um escravo?

Integração Femdom – Mistress Damazonia (From Canadá) e Mistress Charlotte

Há tempos quem me acompanha sabe, adoro a experiência Femdom com amigas Dommes. Existe uma troca imensa de conhecimento, isso aumenta a bagagem BDSM na prática além claro de ser bem divertido!

Sempre tive referências nacionais e internacionais por outras prodommes e admiração pelo trabalho de algumas em especial. E não é que 2019 já começou com uma grande surpresa!!!! Ano passado tive o privilégio de conhecer a Mistress Adrienne em NYC, e este ano a Mistress Damazonia do Canadá.

Lindas, poderosas e malvadas Hahaha

Foi maravilhoso, que experiência! Algumas fotos desse dia especial, integração Femdom onde todos nós só temos a ganhar.

Mistress Damazonia apenas essa segunda feira 14/01 em São Paulo – sessão em dupla com Mistress Charlotte

Em São Paulo a diva Mistress Damazonia. Poucos horários disponíveis para sessões em dupla, apenas 14/01, segunda-feira.

mistresscharlottek@gmail.com

mistressdamazonia@gmail.com

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Just Monday 14/01

Ready to serve these two Dommes? #prodommes #dominadoras #dobletrouble

http://mistressdamazonia.com/

Quer assistir a 2 vídeos meus exclusivos?

Quem abre a porta para o universo BDSM e fetichista e se permite entrar? Esse é o meu lifestyle. Me permiti e sempre irei sem medo ou pudor. Quer assistir a 2 vídeos meus exclusivos? Sessão real – uma experiência completa de dominação, a relação de uma domme com seu escravo. Tudo no www.xplastic.com.br pra vocês assistirem!
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Dica da Charlotte – Salma Hayek e Quentin Tarantino protagonizando uma das melhores cenas fetichistas do cinema.

Salma Hayek e Quentin Tarantino protagonizando uma das melhores cenas fetichistas do cinema. Há quem diga que o diretor é fã realmente de pezinhos, dá para observar isso em outras obras dela como Kill Bill, Pulp Fiction com closes nos pés da atriz Uma Thurman.

O filme em si, Um Drink no Inferno, pode não agradar a todo mundo, mas vale ele todo por essa cena.  No youtube a trilha está correta e tem a cena completa, aqui só tem um pedacinho e a música é outra.