Categoria: Diversos

Dicionário – Humilhação Verbal

Oi babacas imbecis, vermes e germes, esse dicionário traz elogios especialmente para vocês! Encontrei na net achei o máximo, tirei alguns adjetivos (xingamentos), acrescentei outros. Quem tiver sugestões relevantes, serão bens vindas! Aproveitem para deixar comentários:

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A
acéfalo
animal
anta
antiquado

B
babaca
banana
besta
bicha
boçal
boiola
burro

C

cadela
cagão
canalha
capacho

corno
covarde

D
débil mental
desaforado
descarado
desprezível
dissimulado

E
energúmeno
estúpido

F
filho da mãe
filho da …
filho duma égua
frouxo

G
gambá
gentalha
germe
grude

H
hipócrita

I
idiota
ignorante
imbecil
imprestável
insignificante
insolente
inútil

J
jaburu
jeca
jegue
joão-ninguém

L
lambão
lamuriante
lânguido
larápio
largado
lastimoso
lento
lerdo
lesado
lesma
leviano
linguarudo
lombriga
loroteiro
louco
lunático

M
maçante
mala
mal-acabado
maldito
mal-educado
mão-de-vaca
maricas, mariquinhas
matraca
mau-caráter
(seu) merda
mesquinho
micróbio
miserável
mole
molenga
mongol
monstrengo
monstro
monstruoso
mosca-morta
mula
munheca

N
nefando
neurótico
nojento

O
obsceno
odioso
otário

P
palerma
palhaço
pamonha
panaca
pangaré
pão-duro
paquiderme
parasita
paspalho
patife
pedante
peste
porco
praga
preguiçoso

Q
quadrado
quadrúpede

R
recalcado
relapso
relaxado
reles
repugnante
repulsivo
retardado
ridículo
ruim

S
sacana
salafrário
saliente
sarnento
seboso
sem-vergonha
sonso
suíno
superficial

T
tapado
tolo
tonto
toupeira
traíra
traste
trouxa

U
ultrajante
ultrapassado

V
vadio
vagabundo
verdugo
verme
viadinho

X
xucro

Z
zero à esquerda

Experiência com uma Dominatrix – pelo jornalista Ryan Duggins

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O jornalista Ryan Duggins resolveu experimentar uma sessão com uma Dominatrix,  em uma coluna no askmen.com, ele contou como foi essa experiência.

Durante sua carreira jornalística, Ryan já havia se arriscado em algumas atividades em prol de matérias que ajudassem pessoas a satisfazerem-se de forma saudável e por completo em suas relações sexuais. Mas segundo ele, a experiência com uma Dominatrix era algo que ele não fazia ideia de onde estava se metendo.

Ryan sempre foi fascinado pelo lado obscuro do sexo, e por mais que ele admitisse gostar de uns tapas na cara durante o sexo, as experiências mais profundas como sadomasoquismo e bondage nunca tinham despertado nele o desejo sexual. A idéia de estar amarrado, sendo espancado por uma mulher não era uma coisa que o empolgava com facilidade.

A conversa que começou por e-mail, encaminhou Ryan até Miss Hunter, uma cantora de ópera londrina que fazia uma grana torturando uns caras também. No começo da conversa, Miss Hunter rejeitou a proposta de conhecer Ryan, mas a insistência do jornalista fez com que ela liberasse o que ela chamava de “sessão teaser”.

Segundo Ryan, ele começou a tremer um pouco quando os termos “restrição de sentidos” e “tortura” começaram a surgir na conversa. Mesmo com o c* na mão, Ryan concordou em encontrá-la em uma estação do metrô, as 16h30 de uma sexta-feira para concluir seu objetivo.

Ryan disse que sabia muito pouco sobre as práticas de uma Dominatrix, mas que sabia que os métodos costumavam funcionar bem em caras muito poderosos e bem sucedidos. É algo que ele fazem como se estivessem em busca de um equilíbrio psicológico depois de passar semanas dizendo o que fazer e como fazer para outras pessoas – normalmente seus funcionários. É como se quisessem sentir um pouco como é estar do outro lado do “quem manda e quem faz”.

Foi uma ruiva atraente, com seus óculos de grau, quem colocou Ryan para sofrer. O jornalista conta que ela o levou até a uma casa que parecia muito com uma cozinha velha, só que com uma diferença: em vez de fogão, armários e geladeira, o que esperava por ele na casa era uma câmara de tortura.

“Ela me pediu para sentar e começou a contar que fazia isso a mais ou menos 7 anos, com clientes de todas idades, credos e que exigiam vários níveis de ‘armamento’. Ela admitiu que começou a fazer isso como uma última alternativa pra ganhar uma grana, mas que acabou descobrindo que gostava de fazer aquilo, o que resultou em toda prática.”

Miss Hunter disse para Ryan que se ela não gostasse do que faz, se sentiria mal, mentindo e traindo seus clientes. “Não é algo que eu faço apenas pelo dinheiro. Além do mais, você precisa ter um nível alto de paixão pelo que faz pra você ser bem sucedido. Você precisa se divertir também”.

Segundo o jornalista, Miss Hunter disse que as pessoas exigem coisas muito específicas. “Os caras pedem para apanhar das mais variadas coisas. A bengala, por exemplo, é algo que alguns dos velhos gostam. Eles querem lembrar como era quando um seus pais ou responsáveis estavam bravos com eles. Então eu finjo que estou brava, espancando eles com a bengala.” – disse Miss Hunter.

“Tem também a escova, que lembra algo materno, mas que também era usada para umas boas surras quando eles eram mais novos”.

Ryan conta que enquanto ela compartilhava suas experiências com os clientes, ele percebia sorrisos largos no rosto dela. Mas o sorriso não era um sorriso perverso de quem estava prestes a espancar alguém. Era um sorriso aberto, de quem tinha maturidade suficiente pra compreender o psicológico de todos esses caras “estranhos”.

A profissão de uma Dominatrix é considerada por algumas pessoas uma sessão de terapia sexual. Por mais que estes caras não entendam o porquê gostam dessas coisas “bizarras”, pelo menos aos olhos de grande parte da sociedade, eles conseguem conviver com seus desejos sexuais de forma sadia fazendo essas sessões.

“Eu levo meus clientes muito à sério. Eu tenho dois nomes, dois endereços, duas datas de nascimento e eu mantenho tudo completamente separado. Eu me preocupo muito com a repercussão que pode acontecer caso essa informação vaze.” – disse Miss Hunter.

Depois de Miss Hunter falar dos motivos para ser procurada, finalmente começamos a sessão para que eu testasse realmente a terapia.

Miss Hunter começou a sessão com: ‘Coloca a bunda pra fora’. Wow. Quem era eu para dizer não? O fato de minha bunda estar de fora ainda não era grande problema pra mim. O que me preocupava era o assento que tinha no meio do chão. Foi quando ela se sentou sobre ele e me pediu pra dobrar os joelhos”.

” ‘Isso não é uma cirurgia médica – vem aqui’, ela me pediu enquanto eu caminhava com as calças arriadas e com minhas melhores boxers ao redor dos tornozelos. Caminhei meio cambaleando até ela, e enquanto eu tomava cuidado pra não tropeçar em nada no chão ela me deu um puta tapa na cara, na bochecha direita. Depois na esquerda, depois alternando entre as duas até completar oito tapas. No oitavo eu estava quebrando.

Quando perguntei pra ela quanto tempo os caras costumavam ficar levando tapas, ela disse que alguns aguentavam muitos minutos. Achei um absurdo. Dai ela apontou para o sofá de couro e mandou eu deitar de bruços. Tropecei na própria roupa e cai sobre o sofá enquanto ela pegava as ferramentas.

A primeira coisa que ela pegou foi uma pá de couro, comprida. Ela disse que começaria com menos força e continuaria até o limite que eu aguentasse. A pá doía exatamente como imaginei. Como picadas, só que como a dor ia embora rápido, eu comecei a ter uma ideia do porque as pessoas gostavam daquilo. Ela dizia que ia me espancar durante a sessão, mas na verdade eu estava sentindo sensações diferentes. Não era uma excitação propriamente sexual. Era um tipo diferente de prazer”.

Depois ela pegou algo chamado Tawse. Uma espécie de cinto de couro dividido em 2 línguas no fim. O Tawse já me deixou uma dor mais latejante. Minha bunda ficou completamente vermelha e comecei a perceber que a coisa ia ficar feia.

Eu tinha a ideia na cabeça que as ferramentas mais firmes seriam mais doloridas. E eu estava certo. Ela trouxe até mim duas escovas. A primeira era feita de madeira, e a cada vez que ela atingia minha bochecha com aquilo eu sentia uma dor absurda, só que na minha pélvis. Ela esperava uns minutos e trocava a escova de madeira comum pela de ébano, que é como um pedaço de tronco de árvore, duro pra caramba. Foi brutal. Comecei a broxar na hora.

Eu entendo que as correntes e o fato de você ser amarrado excita pra caralho, mas ser atingido por escovas e chinelos parecia bobagem pra mim. Falando em chinelos, ela tinha dois: um deles parecia com esses ‘chinelos de vô’, e o outro parecia com uma espécie de alpargatas.

Como suspeitei, a dor do ‘chinelo de vô’ era maior. Parecia um soco no meu rosto. Eu tive que parar algumas vezes pra respirar e Miss Hunter dizia pra eu esfregar a pele vermelha pra melhorar a circulação.”

Miss Hunter contou para Ryan que em termos de arrependimento de cliente no meio da sessão, nunca tinha acontecido. Na verdade os caras que ficam de frescura, para ela são só perca de tempo. Ela já sabia quem a procuraria para ter o que quer de verdade. “Não faço isso pra ir longe demais, faço isso pra dar o que meu cliente quer.” – ela dizia.

Quando Ryan estava prestes a se despedir, foi surpreendido. Miss Hunter tinha mais uma coisa para fazer.

“Ela me disse ‘Coloque as mãos na parede. Curve-se… Essa vai ser a pior dor que vai sentir nessa tarde’. Eu nem me atrevi a discordar. A arma que ela tinha na mão parecia fazer estragos. Dai ela segurou meus braços pra trás e com a força de Thor, e me atingiu. Na hora, encurvei minhas costas de dor, mordi a boca e bati meu pé no chão, mas a dor não demorou a passar. Junto com a espécie de palmatória, ficou um rasgo na minha bunda.

“No caminho para casa me senti uma aberração. Como se no metrô todas as pessoas soubessem o que eu tinha acabado de fazer. O mais estranho pra mim foi que no final de tudo eu cheguei a conclusão de que eu queria sentir aquilo tudo de novo. Aquilo tinha feito me sentir viril, como se eu fosse capaz de suportar qualquer ataque. Me fez sentir vivo, acordado e consciente das minhas próprias barreiras de dor.

A sociedade moderna se torna cada vez mais lenta e vulnerável, enquanto tudo isso, na verdade, me fez sentir os limites reais do meu próprio corpo”.

Texto extraído do site: http://www.ideafixa.com/e-experiencia-de-um-jornalista-com-uma-dominatrix/

Seja feita a minha vontade

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“Seja feita a vossa vontade”

Ouvi muito essa frase nesse dia, ou melhor, nessa noite.

E quando saio, olhem a placa na saída do motel Classe A na mooca! Rs bem sugestiva.

Suíte sado linda! A melhor que já fui até agora! Embora não tenha um Pelourinho como no Belle Motel (na raposo tavares), ou uma cela para cativeiro do Motel Magnata (na ricardo jaffet). É muito bonita, tudo novinho e serviço ótimo. Vale a pena conhecer.

E para completar: “Seja feita a MINHA vontade”

Enjoy it!

Algumas regras básicas

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Moldar meus escravos e submissos, disciplinar moleques levados, adestrar cachorrinhos, fazer homens de alta posição social deixarem completamente o seu machismo de lado, sendo comidos por mim, humilhados, pisados… Escolher quem irá me servir e me divertir, tem sido cada vez mais uma tarefa de extrema e cuidadosa seleção.

Primeira coisa: Quem não se sente preparado para entrar nesse mundo, nem bata na porta!

Os pseudo-submissos que assistiram os 50 tons de bobagens, agora acham que o Bdsm é romance com uns tapinhas.

Cadê os masocas de carteirinha? Os capachos? Os escravos de verdade que servem sem questionar, leva um tapa e respeita na hora? Estou ultimamente sem paciência para iniciantes que têm uma idéia equivocada sobre tudo.

“Se eu falo para me mandar um email qual a dificuldade disso em pleno século XXI?”

Tenho uma vida não posso ficar o dia todo atendendo a telefonemas, né? Além do mais, como já falei várias vezes aqui no meu blog: Não estou a sua disposição! Tenho coisas mais importantes a fazer. Então eu tenho um cronograma e horários para responder os emails (geralmente na parte da noite).

Segundo: falar sobre limites não significa que vou fazer oque você quer do jeito que você quer, e sim do meu jeito. Afinal quem é que manda? Mas se você não falar sobre você, e se você não tiver certeza que deseja estar aos pés e aos comandos de uma dominadora,  como irei conduzir uma sessão? Mande o email!

Para: rainhacharlotte@gmail.com // mistresscharlottek@gmail.com

Repito, qual a dificuldade nisso? Vivemos sem pre conectados numa geração onde podemos usar a tecnologia, a Internet está aí, a nosso favor, no próprio celular de qualquer Zé que tenha um aparelho com android! Por favor né? 

No email: diga o máximo possível a seu respeito (não, eu não estou falando da sua vida pessoal,  que em nada me interessa, né? o máximo que eu quero saber nesse sentido é a sua idade e região). Ou seja nem o seu nome me importa! Vá direto ao assunto; qual seu fetiche? Vou responder se me interessar.

Outro detalhe importante: Conversar não significa que te dei liberdade! Pode abrir a boca pra falar se eu quiser ou deixar. Mas nunca para fazer perguntas da minha vida pessoal.  Não sou boazinha, ou simpática. Muito menos sua amiga! Sou clara e objetiva. Quem não entendeu não vou desenhar porque não tenho saco nem tempo pra isso!

#femdom

Mais uma pra série #femdom!

Um podolatra submisso, confessou que por muitos meses ensaiou marcar comigo e havia criado muitas expectativas quanto a mim. E ao final da sessão, fez o seguinte comentário, que acho interessante compartilhar aqui:

“Certa vez investi em uma colega do trabalho, da qual tinha na minha opinião muitas características dominantes, eu não gosto de rotular, mas… enfim, ela era bem sarcástica, mandona, debochada, mas na hora H não foi nada dominante. Me enganei completamente! E agora enquanto conversamos para ir embora, percebo a situação um pouco inversa. É entre 4 paredes que se vê! As vezes uma pessoa que é mais discreta guarda seus desejos e outras características da sua personalidade para revelar-se nas horas certas”

Tá aqui uma imagem que pode ilustrar um pouquinho a situação:

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CHRISTIAN GREY DA VIDA REAL

Entrevista interessante da Dominadora Profissional americana Mona Rogers, confiram!

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http://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2015/02/christian-grey-da-vida-real-jovem-dominadora-desmistifica-pratica-do-bdsm-nao-tem-nada-ver-com-sexo.html