podólatra, o submisso iniciante

podolatria e submissão

Um podólatra pode até ser um submisso, mas não necessariamente. Ouço muito por aí que podolatria e a fantasia da submissão são uma coisa só. Me corrijam, mas não é porque o cara prefere olhar um pé a outra qualquer parte do corpo feminino, que faz desse indivíduo um submisso. A podolatria é um fetiche. Que pode ou não estar relacionado a submissão.

No caso das fotos dessa sessão ele está se descobrindo submisso e sei que ele gostou de seguir as minhas ordens.

Pedir permissão, entre outras coisas básicas que ensinei.

Podo sub ou não. Ele adorou. E eu também.

Termos usados na podolatria

  • Barefeet – Pés descalços. Se alguns amam ver pés desfilando em botas, sandálias, scarpins ou tamancos, outros só se excitam vendo os pés descalços.
  • Crush – Prática em que o podólatra gosta de ver uma mulher esmagando frutas, comidas, objetos, (em alguns casos super questionados) animais ou mesmo partes do seu corpo.
  • Dangling – É aquela balançadinha de sapato que a mulher fica displicentemente fazendo, às vezes sem perceber, com as pernas cruzadas, meio que batendo eventualmente o solado na sola.
  • Footjob – Imagine uma punheta com os pés… Imaginou? É mais ou menos isso. Como se as solas fossem mãos, o pé faz o serviço.
  • Smell feet – Chulé! Ainda que pareça impossível, tem quem ame um cheiro de meias usadas ou pé bem fedido.
  • Trample – Para podólatras que curtem ser pisoteados, servir de tapete ou base de salto para suas amadas. Alguns, chegam a suportar dez vezes o seu peso.
  • Worship – Para aqueles que curtem ficar em adoração aos pés da amada, só beijando, lambendo, mordendo, degustando…

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Domme no RJ 

Rio te quiero!!! Amo essa cidade e meus subs cariocas!

Estarei na cidade maravilhosa do dia 26 a 29 de Outubro/ 2016.

Agende sua sessão APENAS ANTECIPADAMENTE por e-mail rainhacharlotte@gmail.com

Faça uma apresentação pessoal informando sua idade, fetiches e limites que vou analisar se me interessa ou não. 

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Um pouquinho sobre uma das minhas idas ao rio:

30/06/2015

Foto tirada em Copacabana, pelo meu primeiro escravo do rio. Assim que cheguei deixei a mala no hotel e cai na praia. “Estou aqui, “A”, trás protetor solar e vem pagar a conta do quiosque”

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Massageou meus pezinhos, tirou as fotos, fui conhecer a vista do forte de copa (que é linda!!) e depois fomos para o seu apto. … Turn off. rs.

voltei antes das 19:00. Pois o capacho imbecil que pagou toda viagem seria então surrado por mim. Pontual chegou no horário, subimos. Levou muito tapa na cara. Um total idiota sempre tem o que merece. Muita humilhação verbal. Ele apanhou e dizia que não imaginava que eu tivesse tanta força. Frouxo mesmo!

Acabando meu primeiro dia….

… o Rio de Janeiro é lindo demais, fiquei realmente encantada. Tomei um banho e fui jantar, num restaurante na avenida atlântica. Na volta fui roubada! Tenso, triste, não dá para conceber isso numa cidade tão maravilhosa como o rio,  nosso cartão postal! Estou bem não fizeram nada fisicamente. Mais foi a chateação, o susto, a indignação.  Muito maiores que qualquer prejuízo financeiro!

Avisei o capacho do que tinha acontecido, pelo facebook e veio comprar um celular, fomos ao shopping, escolhi e ele pagou. Essas horas é que a gente vê o quanto a internet tem uma serventia muito eficaz. Usei o computador do hotel, avisei também por email os escravos agendados para quarta. Tudo ok.

01/07/2015

Chegou as 11:00, meu escravo gringo, desci para buscá-lo, fui conversando e acalmando o nervosismo dele, fui colocando as minhas botas e terminando de me arrumar. O que rolou: Bongade, spank (aguenta bem) e inversão.

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Ah! E me presenteou com uma caixa de bombons com vinho, da Kopenhagen. Delicioso!

As 16:00, esse escravo fetichista, ganhei mais um mimo, essas luvas de cetim lindas! amei!

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Foi a minha escravinha, coloquei peruca, montei todinha! Feminilização e amarrei na cadeira para tortura. (muita, nos mamilos, que adoro!) Após descobrir que era uma putinha ainda virgem, concluí: “quer ser uma putinha sem dar? isso não existe, agora você vai ser uma cadela putinha de verdade! e dar pra mim!” E assim foi…

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Depois foi só descansar curtir mais um pouco a orla e arrumar as coisas para o voo de volta a SP, no dia seguinte de manhã.

Muito legal minha passagem pelo RJ, mesmo que breve e com a chateação do roubo, pretendo voltar em breve!

Capacho limpador de sapatos

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Última sessão em SP antes da minha viagem pro Rio.

Muita agilidade do capacho deixou brilhando os meus sapatos e sandálias.  Sem contar a minha bota que usei o dia todo. Ficou limpinha!

Arrumou a cama, foi cachorrinho, cinzeiro e apanhou pelo atraso. O equivalente dos exatos 15 minutos que fiquei esperando = 15 vezes no traseiro! Esse tawse é demais. Adorei!  Aposto que esse inútil nunca mais irá atrasar! Rs

As mordidas nos mamilos (clamp) não dispenso em sessão, mesmo que leve. Podolatria também.  “Dedinho por dedinho”

Agora daqui a pouco RJ. Ansiosa com a viagem pra essa cidade maravilhosa!!! Para ser servida e me divertir com meus escravos cariocas! Em breve novidades… 3:)

Sessão inversão e bongade

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Foto tirada enquanto eu me arrumava para a sessão de ontem a tarde.

Nos falamos por email, enquanto aos limites e que ele estaria aberto a novas experiências. Mas seria uma sessão basicamente de Inversão e bondage. 

Perguntou se eu faria somente a parte ativa, e não passiva. E eu disse que era óbvio que eu não iria chupá-lo nem algo do gênero! Mas que eu chamaria alguém que fizesse.

Vou contar como foi a experiência com o caetano (nome fictício):

Chegou em ponto, a minha cadelinha toda apreensiva.

“-Primeira vez?”

“-si.. sim..”

“-Senta um pouco”

Nas negociações surgiu o fisting como curiosidade. Eu disse que ok, mas eu sei que em alguns casos não é possível. Exige certo preparo, não somente físico mas emocional.

Nao gosto de perder tempo. Conversei rapidamente, dei-lhe a safe-word, terminei o cigarro e já mandei que tirasse a roupa.

Deitou-se na cama assim como ordenei, mordi seus mamilos vagarosanente, e depois mais forte. E a cadela dizia toda ora o quanto era sensível, e gritava. Isso foi me irritando profundamente. 

A princípio optei por um treinamento anal enquanto a Domme Cinthya fazia um oral nele. E depois comi sem dó deixando a cadela de 4, eu disse: “- Rebola esse rabo enorme!” – e rebolou direitinho. Na hora eu parei, peguei a calcinha na mala: “- Veste, cadela. E rápido. ”

Vestiu uma calcinha pela primeira vez! Adoro iniciar assim e senti de cara que que podia dar esse passo. Mesmo com as mãos amarradas, oque exigiu um esforço extra pra ele conseguir executar essa minha ordem e uma diversão a mais pra mim em ver aquela cena. Se desdobrou para vestir o mais rápido que pôde! Rs

Nem sempre a inversão está relacionada a feminização. Mas dificilmente me engano. E eu estava certa. Usei vários tamanhos e texturas. Mas deixei um específico para o final. 

Fiz que deitasse. De frente e continuei ali com meus acessórios usando cada hora um. Mordia os mamilos e assim foi.

Depois de ficar reclamando muito dos mamilos, resolvi dar uma boa correção com meu flogger. Ficou de 4 de novo. Aguentou firme. Depois cheguei bem perto do seu ouvido e disse se havia aprendido. Fez que sim com a cabeça.

Logo em seguida; amarrei os pés também e o fiz descer da cama, chupar meu pau, o maior. Mas não o maior de todos strap on que eu tenho. Mas aquele era o maior pra ele, sabia que não iria aguentar atrás. Mas na boca sim, de joelhos engolia tudinho até babar!

No final como previsto,  a safe- word ecoou nos meus ouvidos, depois 2 horas de sessão.

Aguentou bem e um comportamento até que razoável para um iniciante.

Não tem foto dele, nem da sessão, pois quem me acompanha já sabe, só rolam fotos se for consensual, fora isso uso fotos apenas minhas ou fotos ilustrativas.

Sessão Femdom – com que roupa eu vou?

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Embora eu goste sim de usar peças de couro ou látex, botas, eu não me apego a estereótipos: não preciso necessariamente me vestir de acordo com o que esperam de uma dominatix. Não existe nenhum código de vestimenta de dommes. Mesmo porque ninguém impõe nada a nós. Faço oque eu quero, como quero. Que dirá me dizer oque vestir! Rs Ai entra a femdom. A figura da mulher por si só poderosa. Com um salto ou rasteirinha. De botas ou scarpins. Não é o que vestimos que nos fazem dominadoras ou não. É a inteligência, a postura, a personalidade.

Entre muitas outras coisas.

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E realizei ontem a tarde uma sessão assim, toda “incomum” e com um Dom que é podólatra. Dom e podo, isso mesmo. Claro que ele só me disse isso depois, já pessoalmente numa conversa inicial. Jamais teria marcado se soubesse disso. Na hora pensei: “isso não vai dar certo”. Mas deu! Rs Está aí o resultado,  o meu scapin que ficou sujo para um capacho qualquer ou um corno manso limpar depois.

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Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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