Categoria: Sessões

Preparativos

20150505_192711

Sempre conto aqui o durante a sessão,  oque aconteceu. Mas hoje vou contar também o ritual que precede tudo isso. Fico olhando os meus corsets, cintas ligas, lingeries, sandálias, meias… Escolho com todo o cuidado,  pensando em tudo que espero fazer embora seja mais instintivo. Aqueles momentos precisos em  que faço a maquiagem, o batom vermelho, lápis nos olhos, o traçado preciso do delineador,  os meus pensamentos começam a funcionar.  Como uma ignição que começa a funcionar e pega o embalo e ritmo. Mas ainda assim a máquina por ela movida não sabe precisamente o sentido que vai. No caso em especial única coisa certa: a bota! A história foi a seguinte: Escolhi uma vermelha, linda!  Mas o infeliz lerdo demais, foi comprar e meu número (37) estava esgotado! Então escolhi essa outra preta, que não deixou nada a desejar para outra que havia escolhido. Ele comprou de manhã e recebi a tarde. O que “aliviou um pouco a barra dele”

20150505_192836Screenshot_2015-05-05-21-15-10[1]20150505_192844

Sessões de dominação – FOTOS

 

 

 

20150501_155002 unnamed (2)

Screenshot_2015-04-21-06-42-46-1

Quero deixar claro que todas as fotos foram tiradas de forma consensual e a identidade de todos os fotografados são mantidas em total sigilo.

Malevolência

c27209913993bc07c0bf2c0ea3a743f3

No frio a minha perversidade aumenta. Temperatura cai, inversamente proporcional aos meus desejos mais profundos. Irei aquecer o meu corpo deixando a mostra minimamente algumas partes dele. Não irá ver a minha pele totalmente, mas sim as minhas curvas. Uma calça skin delineando o movimento das minhas pernas. Eu gosto do glamour, do mistério, do mostrar sem nada mostrar. No oferecer sem dar.
Enquanto ao seu corpo desnudo, poderei ver um suor mais ameno e o seu desespero. Estará aquecido e entregue.
Para alimentá-lo, o meu cheiro. Para alimentar-me, a sua alma. O seu tudo que não mais pertence a você.

Black Diamond – parte 2

Assim que ele saiu levantei dei uma volta ao seu redor e fiz questão que ele me visse com a calcinha, me aproximei então segurando-o com uma só mão pelo pescoço fui empurrando até o chão. Me sentando e trazendo ele para a sua posição correta.

– É daí, a sua visão, do chão! Apreciei muito os presentes, agora irei agradecer, você terá a honra de limpar as minhas sandálias, pode começar pela sola!

cortada pe b

Ele lambeu beijou, limpou tudinho, até que certa hora foi banqueta para eu descansar os meus pézinhos, assim foi até que eu terminei o cigarro, e disse que estava bom.

– Basta agora, vamos colocar a sua coleira, e vamos passear, meu cachorrinho.
Dog play. Eu adoro essa prática, virou pônei, banquinho de novo, mas a diversão estava apenas começando. Ordenei que tirasse as minhas sandálias e pela guia fui direcionando-o até a cama, onde ordenei que deitasse, algemei suas mãos e vendei os seus olhos.
– Cãozinho meu, está chegando a hora do Ricardão chegar, já deixei avisado na portaria e a porta aberta. A você restará só ouvir tudo, mas antes beije meus pés como eu gosto e muito !
Disse isso sentando em seu tórax, enfiando os pés no seu rosto.
Porém quem entrava ali era a minha amiga domme, Rainha Cinthya. Só quis deixá-lo assustado. kkk
Nos divertimos muito com aquele cachorrinho! Virou nosso tapetinho, banco, mordidas nos mamilos, cbt leve, eu deixei bem claro que não queria que ele me fizesse passar vergonha perante a minha amiga, que fosse obediente a ela além também. Beijando nossos pés até que não quissemos mais.
Para finalizar a sessão de cerca de 2 horas, facesitting:
– Vamos ver se ele tem bastante folego Cinthya? Vou fumar mais um cigarro bem tranquila aqui.
Fomos intercalando ora eu ora a Cinthya. Terminando o meu cigarro deixei que ele se masturbasse, permaneci sentada em seu tórax em quanto ele beijava os meus pés. Depois me levantei:
– Abra a boca, imbecil! Dedinhos por dedinhos, e meu pé todinho na sua boca!
Levou também uns bons bofetes na cara com os meus pézinhos.
Como ele se comportou direitinho, eu disse que ele gozasse, pois já havíamos nos divertido bastante com ele, e estava liberado.
– Toalha no banheiro, vá se lavar e limpar essa sujeira toda!
Ao sair todo de terno agradeceu muito, que não esperava a surpresa com a Rainha Cinthya e que havia adorado a oportunidade de servir a duas Rainhas tão lindas. Eu só respondi:
– Mas isso é tão óbvio….
4 comentários

Black Diamond – parte 1

Chegamos no local onde estou marcando as sessões, procedimentos normais, escravo já conhecido, a terceira sessão. Ele disse que quer ser só meu e mas eu ainda não decidi isso, ele terá que provar e se esforçar muito e passar com louvor em todos os testes. E claro sei que ele fará de tudo para cumprir. Capaz que ele consiga e ganhe um posto qualquer no meu menu de slaves.

– já pro banheiro escravo! Tire seus trapos de roupa enquanto termino de me arrumar, saia apenas quando eu disser que pode vir!

Abri as embalagens que ele deixara na mesa. Conforme ordenei. Já sabia que teria a piteira, pois foi uma exigência minha da ultima vez. Abri o pacote escrito tabacaria e lá estava ela. Uma piteira, a la “bonequinha de luxo” como essa da foto da belíssima Audrey Hepburn.

bonequinha-de-luxo-31

Eu não fumo diariamente, mas às vezes costumo acender um cigarro ou outro durante a sessão. Sempre achei um charme as piteiras, um acessório que deixa a mulher ainda mais sexy, trazendo um certo glamour ao simples fato de tragar um cigarro. Assim como uma bela taça de cristal deixa um vinho (um bom vinho) ainda melhor! As piteiras fazem referência a décadas passadas, e de vez em quando gosto viajar no tempo, elas eram consideradas uma parte essencial da moda feminina de meados da década de 1910 até o início da década de 1970.

Já a outra embalagem, pelo nome já dava para imaginar o que seria; “Loungerie”. Uma calcinha preciosidade, da coleção que foi lançada em parceria com a Swarovski. Batizada de Black Diamond, todas as peças da linha foram arrematadas com um cristal da grife austríaca.

20150419_011252

Vesti a calcinha, um corset preto, luvas pretas, sandálias pretas, coloquei um cigarro na piteira, sentei na poltrona e ordenei que ele saísse.

Dungeon (masmorra)

 

(foto acima ilustrativa) Dungeon é um termo em inglês a sua tradução é masmorra. São espaços reservados e equipados para práticas BDSM.

Atualmente possuo o meu próprio estúdio / masmorra para as sessões BDSM, localizada da Vila Mariana. Agende a sua sessão sendo avaliado por email: mistresscharlottek@gmail.com

masmorra bdsm em são paulo

Acima foto real do meu estúdio para sessões bdsm

A dominatrix dominante ou profissional, muitas vezes, mantém o seu próprio calabouço, ou vários ProDoms podem unir-se em uma instalação comum, muitas vezes chamado de “PRODOM casa ‘, onde eles podem compartilhar funcionários, tais como recepcionistas ou pessoal de limpeza.

Mais recentemente, uma vez que a comunidade BDSM tornou-se mais em evidência, o surgimento quartos temáticos sado em motéis tem sido muito comum, especificamente para os casais a explorar as suas fantasias mais profundamente, sem a necessidade de criar sua própria masmorra.

Algumas dungeons são abertas ao público em uma base da sociedade ou como uma casa noturna. Estes são chamados de “masmorras públicas”, mesmo que eles estão abertos apenas aos membros.

Muitos são bastante elaborados, decorado com móveis caros em estilos de Bauhaus ao barroco, mas até mesmo um armário simples ou sala de armazenamento podem ser usados às vezes como um calabouço.

Quando os clubes ou organizações executar uma masmorra BDSM, uma ou mais pessoas que foram treinados em segurança BDSM são geralmente apontado como “monitores de masmorra” para garantir o jogo seguro e responsável.

Divirtam-se!

Water Game

Comemorei meu aniversário ontem com F. Embora meu aniversário seja somente segunda feira. Eu já havia avisado que eu queria algo especial. Além do que sempre é. Escolhi o motel Belle, suíte luxo hidro erótica. Na rod. Raposo Tavares, longe mas um capricho a ser cumprido por um servo tão fiel. Chegando lá (após darmos uma enorme volta por que ele é míope para placas!). Ganhei o meu presente, uma sandália lindíssima da Arezzo. Ele já me conhece muito bem e devo confessar acertou na escolha.

image

Claro já o fiz tirar minhas meias pretas 7/8, desenrolando e cheirando as minhas pernas, até chegar nos pezinhos. Beijou vagarosamente cada um e vestiu as sandálias. Que ficaram lindas nos meus pés!

A suíte era temática sado, tinha a chamada cruz de santo André, onde pude prendê-lo e fazer o que eu bem quis. Como sempre.

image

Mas antes, mandei que ele sentasse na cama, coloquei a venda em seus olhos e o deixei ali por uns instantes imaginando oque eu fazia mexendo na mala pegando algo de lá ou trocando meu o look para látex, corset, couro, ou outras fantasias. Porém, permaneci com a mesma roupa, um vestido retrô azul e as sandálias novas. Peguei apenas o meu chicote, coleira e algemas.

Me aproximo e começo a desabotoar calmamente a sua camisa enquanto sussurro em seu ouvido e mordo orelhas, pescoço.

– Não adianta resistir, você já é meu. Sabe disso…

Deslizo as minhas mãos em seus mamilos e aperto.
Sigo desabotoando e arranco-lhe toda a camisa. Despindo ele de si mesmo. De seus possíveis pudores ou resistência, ou da realidade. Preparando o seu corpo e sua alma para submeter-se completamente a mim.

Seguro seus cabelos, firmes entre os meus dedos e vou puxando levemente seu rosto em meu ventre, ele sente o cheiro da sua Rainha, e eu sinto um suspiro profundo. Depois prendo forte o seu rosto até que ele quase ficasse sem ar. Solto-o e com um toque ele cai na cama pra trás.

Vou trazendo ele pro meu mundo. Vamos entrando nessa realidade nossa e ficando tão livres de todo o resto. Menos uma coisa é inversa: ele vai sentindo-se cada vez mais preso a sua dona. E eu ainda tinha colocado as algemas…

Tiro sua calça e cueca. Vejo seu membro que está rígido. Tiro a venda coloco a coleira. E o levo até a cruz o colocando-o de frente.

Prendi ele calmamente observando os seus batimentos e a sua respiração ofegante. Chicote estalou em suas coxas. Contei apenas 3 bem fortes em cada perna.

Disse bem perto do seu ouvido:

– Quem é que manda aqui, heim? Diga!
– a Senhora, Rainha. Adoro a Senhora…

Aproximei-me para morder os seus mamilos e notei algo molhando o meu vestido.

– você está sujando o meu vestido! Perdeu o juízo!?
– desculpe Rainha, perdão, perdão.

O castigo foi intenso, por esse abuso. Mas achei pouco. Tinha outros planos pra ele e depois de soltá-lo. Water game!

image
(Imagem ilustrativa)

O fetiche do chefe subalterno

image

Essa idéia há tempos estava na minha “guest list de fetiches”. Até que me apareceu o tal chefe subalterno. Seria ele.
Enquanto conversávamos fui interrompida. Ouvi os passos de um salto e a voz de uma moça dizendo algo. De certo uma secretária. Fiquei furiosa, atrapalhar a minha linha de raciocínio não pode isso!
Eu perguntei oque havia acontecido. Ele prontamente se desculpou e disse que estava no consultório. Era médico, mas que tudo bem continuarmos… Sóquenão! Um fiozinho de paciência se exauriu no espaço, eu que já não fico com muita conversa por telefone. Encurtei o papo e fui bem objetiva: “não acerto nada sem que me encaminhe um email conforme oriento no blog”. Ele relutou um pouco que não poderia mandar do trabalho isso e aquilo. Mas como eu consigo tudo o que eu quero, “voailá”  rs ele foi obedeceu direitinho e criou uma conta no gmail especialmente. Contatos feitos por email assim, podem ser feitos sem se preocupar com hora, razão ou conteúdo! Rs Mas voltando…

Foram dois dias trocando os emails para acertar os detalhes. Hora, lugar, tributo, tempo, práticas e claro as minhas outras exigências, que eram:

Que ele fosse de terno, e passou o dia todo já vestido assim, apenas usou o jaleco branco substituindo o paletó. O seu dia foi longo no consultório, lembrando que me serviria naquele final de tarde e me mandou inúmeras mensagens dizendo o quanto as horas demoravam a passar. Comprou o vinho, me informou que já estava tudo como planejei. E assim foi…

18:30. Chegou antes, claro. Eu fui na sequência. Vestida tal como uma mulher de negócios, executiva, a Chefe perfeita de um chefe, um chefe mas que subalterno a mim.

“Qualquer empregado faria com cuidado e perfeição toda e qualquer ordem de uma chefe como a Senhora; faço oque a Senhora quiser….”
E eu dizia: “Mas isso é tão óbvio!”