Black Diamond – parte 1

Chegamos no local onde estou marcando as sessões, procedimentos normais, escravo já conhecido, a terceira sessão. Ele disse que quer ser só meu e mas eu ainda não decidi isso, ele terá que provar e se esforçar muito e passar com louvor em todos os testes. E claro sei que ele fará de tudo para cumprir. Capaz que ele consiga e ganhe um posto qualquer no meu menu de slaves.

– já pro banheiro escravo! Tire seus trapos de roupa enquanto termino de me arrumar, saia apenas quando eu disser que pode vir!

Abri as embalagens que ele deixara na mesa. Conforme ordenei. Já sabia que teria a piteira, pois foi uma exigência minha da ultima vez. Abri o pacote escrito tabacaria e lá estava ela. Uma piteira, a la “bonequinha de luxo” como essa da foto da belíssima Audrey Hepburn.

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Eu não fumo diariamente, mas às vezes costumo acender um cigarro ou outro durante a sessão. Sempre achei um charme as piteiras, um acessório que deixa a mulher ainda mais sexy, trazendo um certo glamour ao simples fato de tragar um cigarro. Assim como uma bela taça de cristal deixa um vinho (um bom vinho) ainda melhor! As piteiras fazem referência a décadas passadas, e de vez em quando gosto viajar no tempo, elas eram consideradas uma parte essencial da moda feminina de meados da década de 1910 até o início da década de 1970.

Já a outra embalagem, pelo nome já dava para imaginar o que seria; “Loungerie”. Uma calcinha preciosidade, da coleção que foi lançada em parceria com a Swarovski. Batizada de Black Diamond, todas as peças da linha foram arrematadas com um cristal da grife austríaca.

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Vesti a calcinha, um corset preto, luvas pretas, sandálias pretas, coloquei um cigarro na piteira, sentei na poltrona e ordenei que ele saísse.

Dungeon (masmorra)

 

(foto acima ilustrativa) Dungeon é um termo em inglês a sua tradução é masmorra. São espaços reservados e equipados para práticas BDSM.

Atualmente possuo o meu próprio estúdio / masmorra para as sessões BDSM, localizada da Vila Mariana. Agende a sua sessão sendo avaliado por email: mistresscharlottek@gmail.com

masmorra bdsm em são paulo

Acima foto real do meu estúdio para sessões bdsm

A dominatrix dominante ou profissional, muitas vezes, mantém o seu próprio calabouço, ou vários ProDoms podem unir-se em uma instalação comum, muitas vezes chamado de “PRODOM casa ‘, onde eles podem compartilhar funcionários, tais como recepcionistas ou pessoal de limpeza.

Mais recentemente, uma vez que a comunidade BDSM tornou-se mais em evidência, o surgimento quartos temáticos sado em motéis tem sido muito comum, especificamente para os casais a explorar as suas fantasias mais profundamente, sem a necessidade de criar sua própria masmorra.

Algumas dungeons são abertas ao público em uma base da sociedade ou como uma casa noturna. Estes são chamados de “masmorras públicas”, mesmo que eles estão abertos apenas aos membros.

Muitos são bastante elaborados, decorado com móveis caros em estilos de Bauhaus ao barroco, mas até mesmo um armário simples ou sala de armazenamento podem ser usados às vezes como um calabouço.

Quando os clubes ou organizações executar uma masmorra BDSM, uma ou mais pessoas que foram treinados em segurança BDSM são geralmente apontado como “monitores de masmorra” para garantir o jogo seguro e responsável.

Divirtam-se!

Water Game

Comemorei meu aniversário ontem com F. Embora meu aniversário seja somente segunda feira. Eu já havia avisado que eu queria algo especial. Além do que sempre é. Escolhi o motel Belle, suíte luxo hidro erótica. Na rod. Raposo Tavares, longe mas um capricho a ser cumprido por um servo tão fiel. Chegando lá (após darmos uma enorme volta por que ele é míope para placas!). Ganhei o meu presente, uma sandália lindíssima da Arezzo. Ele já me conhece muito bem e devo confessar acertou na escolha.

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Claro já o fiz tirar minhas meias pretas 7/8, desenrolando e cheirando as minhas pernas, até chegar nos pezinhos. Beijou vagarosamente cada um e vestiu as sandálias. Que ficaram lindas nos meus pés!

A suíte era temática sado, tinha a chamada cruz de santo André, onde pude prendê-lo e fazer o que eu bem quis. Como sempre.

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Mas antes, mandei que ele sentasse na cama, coloquei a venda em seus olhos e o deixei ali por uns instantes imaginando oque eu fazia mexendo na mala pegando algo de lá ou trocando meu o look para látex, corset, couro, ou outras fantasias. Porém, permaneci com a mesma roupa, um vestido retrô azul e as sandálias novas. Peguei apenas o meu chicote, coleira e algemas.

Me aproximo e começo a desabotoar calmamente a sua camisa enquanto sussurro em seu ouvido e mordo orelhas, pescoço.

– Não adianta resistir, você já é meu. Sabe disso…

Deslizo as minhas mãos em seus mamilos e aperto.
Sigo desabotoando e arranco-lhe toda a camisa. Despindo ele de si mesmo. De seus possíveis pudores ou resistência, ou da realidade. Preparando o seu corpo e sua alma para submeter-se completamente a mim.

Seguro seus cabelos, firmes entre os meus dedos e vou puxando levemente seu rosto em meu ventre, ele sente o cheiro da sua Rainha, e eu sinto um suspiro profundo. Depois prendo forte o seu rosto até que ele quase ficasse sem ar. Solto-o e com um toque ele cai na cama pra trás.

Vou trazendo ele pro meu mundo. Vamos entrando nessa realidade nossa e ficando tão livres de todo o resto. Menos uma coisa é inversa: ele vai sentindo-se cada vez mais preso a sua dona. E eu ainda tinha colocado as algemas…

Tiro sua calça e cueca. Vejo seu membro que está rígido. Tiro a venda coloco a coleira. E o levo até a cruz o colocando-o de frente.

Prendi ele calmamente observando os seus batimentos e a sua respiração ofegante. Chicote estalou em suas coxas. Contei apenas 3 bem fortes em cada perna.

Disse bem perto do seu ouvido:

– Quem é que manda aqui, heim? Diga!
– a Senhora, Rainha. Adoro a Senhora…

Aproximei-me para morder os seus mamilos e notei algo molhando o meu vestido.

– você está sujando o meu vestido! Perdeu o juízo!?
– desculpe Rainha, perdão, perdão.

O castigo foi intenso, por esse abuso. Mas achei pouco. Tinha outros planos pra ele e depois de soltá-lo. Water game!

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(Imagem ilustrativa)

O fetiche do chefe subalterno

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Essa idéia há tempos estava na minha “guest list de fetiches”. Até que me apareceu o tal chefe subalterno. Seria ele.
Enquanto conversávamos fui interrompida. Ouvi os passos de um salto e a voz de uma moça dizendo algo. De certo uma secretária. Fiquei furiosa, atrapalhar a minha linha de raciocínio não pode isso!
Eu perguntei oque havia acontecido. Ele prontamente se desculpou e disse que estava no consultório. Era médico, mas que tudo bem continuarmos… Sóquenão! Um fiozinho de paciência se exauriu no espaço, eu que já não fico com muita conversa por telefone. Encurtei o papo e fui bem objetiva: “não acerto nada sem que me encaminhe um email conforme oriento no blog”. Ele relutou um pouco que não poderia mandar do trabalho isso e aquilo. Mas como eu consigo tudo o que eu quero, “voailá”  rs ele foi obedeceu direitinho e criou uma conta no gmail especialmente. Contatos feitos por email assim, podem ser feitos sem se preocupar com hora, razão ou conteúdo! Rs Mas voltando…

Foram dois dias trocando os emails para acertar os detalhes. Hora, lugar, tributo, tempo, práticas e claro as minhas outras exigências, que eram:

Que ele fosse de terno, e passou o dia todo já vestido assim, apenas usou o jaleco branco substituindo o paletó. O seu dia foi longo no consultório, lembrando que me serviria naquele final de tarde e me mandou inúmeras mensagens dizendo o quanto as horas demoravam a passar. Comprou o vinho, me informou que já estava tudo como planejei. E assim foi…

18:30. Chegou antes, claro. Eu fui na sequência. Vestida tal como uma mulher de negócios, executiva, a Chefe perfeita de um chefe, um chefe mas que subalterno a mim.

“Qualquer empregado faria com cuidado e perfeição toda e qualquer ordem de uma chefe como a Senhora; faço oque a Senhora quiser….”
E eu dizia: “Mas isso é tão óbvio!”

Submisso de alma

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Fiquei realmente muito irritada por “F” me acordar tão cedo!! Por mim já o teria feito pagar tal erro já logo de manhã. Isso seria o certo ele reparar o erro e ao menos deixar a minha manhã divertida.  Pensei: “já que ele fez isso bem que já deve vir cumprir o devido castigo agora!” Mas optei pelo bom senso, sou consciente e como sei que não seria possível devido ao seu trabalho. Desisti. Mas só por hoje.
Passei o dia com pensamentos indo e vindo. E com vontades de sentir o prazer atrelado a dor, a devoção de “F”… Isso o torna um submisso especialmente desejado por mim. A vontade de maltrata-lo torna-se ainda melhor. Mas é diferente, não é simplesmente maltratar ou castigar, é provocar todos os seus limites. É a sua dor, e meu prazer com uma dose de ternura e piedade também…
Em breve o convocarei e esse dia será relembrado com maestria por sua Rainha, (eu), e pelo meu chicote estalando em suas costas. Numa sinfonia secreta, equilibrada, intensa. Na entrega total dele de corpo e de alma. A mim! Aos meus pés!