Fofurinha sado

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Coisas fofas inspiram.  Teria dentro de cada Domme uma coisa “Felícia”? Ou ela é quem tem uma dose de sado fofurinha. Rs Brincadeiras a parte, algumas pesquisas já foram realizadas a respeito e muitas pessoas tem esse sentimento literalmente de esmagar mas não no intuito de tornar isso vias de fato.

Eu acredito que a personagem Felícia, tem uma abordagem meio subliminar e na minha opinião ao seu modo é sim uma sádica de carteirinha. Note o lacinho-caveira. Rs Quem tá comigo?

Spankig e seus acessórios

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Acessórios para Spanking

Acessórios de curta distância: São indicados para punições mais leves, onde o objetivo não seja somente a dor, mas também a punição moral. A posição mais indicada é o submisso sobre os joelhos da Dominadora (colo).

Acessórios de longa distância: São indicados para punições severas. As posições podem variar de acordo com o instrumento e a comodidade do Dominador em relação ao submisso.

Submisso de alma

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Fiquei realmente muito irritada por “F” me acordar tão cedo!! Por mim já o teria feito pagar tal erro já logo de manhã. Isso seria o certo ele reparar o erro e ao menos deixar a minha manhã divertida.  Pensei: “já que ele fez isso bem que já deve vir cumprir o devido castigo agora!” Mas optei pelo bom senso, sou consciente e como sei que não seria possível devido ao seu trabalho. Desisti. Mas só por hoje.
Passei o dia com pensamentos indo e vindo. E com vontades de sentir o prazer atrelado a dor, a devoção de “F”… Isso o torna um submisso especialmente desejado por mim. A vontade de maltrata-lo torna-se ainda melhor. Mas é diferente, não é simplesmente maltratar ou castigar, é provocar todos os seus limites. É a sua dor, e meu prazer com uma dose de ternura e piedade também…
Em breve o convocarei e esse dia será relembrado com maestria por sua Rainha, (eu), e pelo meu chicote estalando em suas costas. Numa sinfonia secreta, equilibrada, intensa. Na entrega total dele de corpo e de alma. A mim! Aos meus pés!

Categoria de bottoms

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Abaixo segue uma descrição pessoal das categorias de BOTTOM mais comuns – lembrando que esse texto é uma OPINIÃO baseada em experiência e estudo, não se tratando de informação definitiva, dessa forma passível de debate e análise. Texto extraído do site: https://www.bdsmlovers.com.br/component/content/article/30-portal/bdsm/27-bottoms?Itemid=103

BOTTOM – no BDSM, o BOTTOM é o parceiro ou parceira em um relacionamento ou cena BDSM que adota a posição passiva e/uo subjugada em relação aquele(a) que é TOP, ou que está na posição dominante. O BOTTOM, dependendo do tipo de relacionamento BDSM, pode ser classificado por uma série de termos e categorias, dentre elas: servo, submisso, masoquista, escravo, pet, baby, brat, dorei e SAM, sendo uma constante o fato do BOTTOM estar sob o controle e domínio do TOP em níveis diversos, que por conseqüência também será categorizado de acordo com o tipo de relação (Master, Mentor, Daddy/Mommy, Sádico, Shibarista, Dom, etc).

Submisso(a) – Submete-se ao controle do Dominador, alcançando o prazer através de domínio psicológico, adequando-se às regras, doutrinas e liturgias pela necessidade de agradar e ser orgulho do seu Dono.
Masoquista – Alcança o prazer através da dor; cada indivíduo alcança essa dor por um conjunto muito variado de práticas e intensidades, não estando relacionado obrigatoriamente à submissão, permitindo que switchers e até mesmo TOPS possam atingir esta forma de prazer.

Escravo(a) – Uma variação da submissão, que mais comumente busca formas mais humilhantes e redutoras de controle, tornando-se “peças”, optando pela sub-humanização.
Pet – BOTTOM praticante do Petplay, encontrado em relacionamentos de forma mais branda, como apenas em sessões específicas, como também em D/s mais próxima do 24/7. Auto-explicativa, essa prática consiste no BOTTOM atingir o prazer assumindo o papel de um animal domesticado, incluso seu comportamento e condições de se alimentar, dormir, vestir e atender às necessidades fisiológicas.

Baby – Adepto do ageplay, que é uma variante da disciplina doméstica; o ageplay é uma prática muito ampla e não pode ser resumida em poucas palavras, visto que aceita variações de papéis, idade fictícia, conotação sexual e não-sexual, práticas e intensidade. Para efeito de informação, babies são bottoms que se colocam em personagem com idade consideravelmente menor que seu Top ou daddy/mommy, desta forma à mercê da autoridade confiada ao seu responsável.

Brat – Normalmente associadas ao ageplay e à disciplina doméstica, o/a Brat é vagamente submissa, atingindo seu prazer ao transgredir a disciplina imposta por seu TOP – e encarando as conseqüências dessa transgressão. A Brat tem por característica marcante seu comportamento imaturo e desafiador, ainda que dentro do mínimo de respeito devido ao TOP. Como um(a) adolescente tradicional, aproveita qualquer brecha para desafiar ou teimar, sendo palavras comuns no vocabulário do TOP que possui uma brat as palavras “pirraça” e “malcriação”. Aceitam o domínio do TOP provisoriamente, principalmente após punições.

SAM – ou smart ass masochist, são BOTTOMs masoquistas, que se submetem ao domínio do TOP, apenas para se beneficiar da dor causada pelas punições que irá provocar. Praticamente impossíveis de serem disciplinadas se o TOP não perceber que se trata de um(a) SAM – diferente das brats, o/a SAM não vê benefícios na submissão mesmo que momentânea, buscando continuamente provoca e “usar” o TOP para receber dor, e dessa forma, prazer.

Buscando sua Domme

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Encontrar perfis semelhantes entre Dommes /subs é indispensável para que a entrega seja plena e mágica como deve ser. Acontece que muitas vezes com o objetivo de agradar a uma Dominadora, o submisso deixa de ser sincero sobre os seus gostos e limites, o dificulta a compreensão do seu perfil. Ao se apresentar seja sincero consigo mesmo e diga a verdade sempre.

Cada dominadora tem o seu perfil, as suas preferências. Assim como cada submisso também tem. Esse universo chamado BDSM é muito além que libertador, é vasto, profundo, intenso. Torna-se de extrema necessidade o mínimo de conhecimento mútuo evitando possíveis frustrações de ambos os lados. Antes que digam: ” a Rainha manda, o escravo obedece” Sim, sem dúvida! Mas existe aí uma linha tênue entre essa afirmação e o bom senso.

Nenhum submisso se submeterá a uma Dominadora se esta não possuir, na minha concepção alguns certos atributos: o auto-conhecimento, a sensualidade, o poder de sedução, ou por exemplo simplesmente ser autoritária. O que eu considero o atributo mais importante de uma Dominadora é algo genuíno e certas vezes inexplicável: o *feeling.
Ele trás pra esfera da Domme a possibilidade de explorar melhor a situação buscando o prazer de ambos, ela conhecendo previamente o seu sub e sendo detentora desse chamado “feeling” poderá sim ultrapassar os limites do escravo. Propondo novas experiências dentro do então perfil de ambos! Que fique claro, ultrapassar e não desrespeitar, o que são coisas totalmente distintas. Enfim…

Afinal o ser humano busca ultrapassar os seus próprios limites não é mesmo? Em vários aspectos sejam eles profissionais, pessoais, ou dentro das suas fantasias e desejos mais profundos.

Além disso contamos com um botãozinho ótimo de stop que chama-se safe-word. Mas isso já é assunto para o próximo tópico. 😉

*Feeling definição:

Feeling é uma palavra em inglês que em português significa sentimento.

A palavra feeling também pode querer dizer pressentimento. (O que para o contexto é mais apropriado). É bastante comum ouvir pessoas falando que estão com um feeling de que algo possa dar errado, ou dar certo ou com um feeling de que uma coisa boa está por vir.

Sexy Queen

Tease anb denial mistress charlotte

Sexo: Não é que não possa fazer parte das minhas sessões mas é bemmmm raro, de verdade. Gosto de provocar sensualmente, mas combinar desde já uma sessão e lhe dizer que é isso que vai acontecer, não dá. Acho que pra isso você pode ter um relacionamento normal baunilha. Ou contratar uma acompanhante.

Oral em você? Nem pensar! Beijo grego em você? jamais.

O máximo que você pode ter dos meus lábios será quando eu usá-los para morder os seus mamilos. rs 3:)

Vem meu cachorrinho!

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“Vem aqui que agora eu tô mandando,  vem meu cachorrinho a sua Dona tá chamando! ”
Escravos ou para quem interessar,  Dog Play é uma prática bem comum BDSM, esse play denota a total obediência, fidelidade, adoração do cachorrinho para com a sua então Dona. Além de adestramento comportamental, esse jogo de racional (Dona) irracional (dog) demonstra muito bem quem é que está no controle de forma mais psicológica do que sádica. O grande símbolo é a coleira e a guia, onde a Rainha torna-se Dona do seu cãozinho, que deverá divertir-la e obedecê-la incondicionalmente.
Pode ou não ser associada a outras práticas de caráter mais sádico, como castigos severos por uma ordem não cumprida, ou simplesmente uma tarefa mal executada. Ou por exemplo em conjunto com a prática de podolatria, fazendo o cachorrinho lamber os pés de sua Dona até a exaustão. Ou até mesmo lamber e limpar outras partes do corpo da sua Rainha se assim ela o desejar. Enfim enquanto dominadora aprecio muito esse play, acredito ser indicada para submissos iniciantes.
E aí está pronto para ser meu cachorrinho aos meus pés?

Sessão Queen Spa

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Consiste em:

Massagem corporal na Rainha com óleos aromáticos ou creme

Massagem nos pés da Rainha

Sessão podo

Spa para os pézinhos reais

Lounge ambiente

Hidro com pétalas de rosa

Jantar:
Comidas/ bebidas

Culinária japonesa + saque
Ou
Culinária gourmet + champanhe

Frutas secas e petit gateu.

Presentes
Chocolate, lingerie, sandália ou jóias.