Sessões para submissos iniciantes

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Entendi que você não tem muita experiência, precisamos alinhar as práticas, embora você por ser iniciante esteja meio perdido quanto a isso. Então vamos para algumas perguntas e respostas:
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  • Abordagem:
Ao abordar toda e qualquer Rainha você enquanto escravo deverá pedir licença. Tratá-la com muito mais que cordialidade, deverá certificar-se qual forma ela prefere ser chamada, que varia entre: Senhora, Senhorita, Lady, Rainha, entre outras formas. Sempre agradeça, saiba e se coloque no seu lugar. Pedidos poderão ser ouvidos, se com muita humildade. Caberá a Rainha decidir se é pertinente ou não.
  • Rola sexo (penetração) na sessão?
Não é que não possa fazer parte das minhas sessões mas é bemmmm raro, de verdade. Gosto de provocar sensualmente, mas combinar desde já uma sessão e lhe dizer que é isso que vai acontecer, não dá. Acho que pra isso você pode ter um relacionamento normal. Ou contratar uma acompanhante.
Penetração é comum acontecer no escravo, mas antes de conversar por e mail e definir consensualmente. Vou testar seus limites propondo novas experiências.
Oral em você? Nem pensar! Beijo grego em você? jamais.
O máximo que você pode ter dos meus lábios será quando eu usá-los para morder os seus mamilos. rs

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Então se você procura sexo não me procure.
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Eu estou aqui para te levar a experiências realmente novas no BDSM, ensiná-lo a ter o comportamento devido diante de uma verdadeira Rainha, vou colocá-lo no seu lugar e você deverá ser obediente, domesticado. Vou testar seus limites, claro tudo com muita segurança e responsabilidade. Parece clichê mas dominar é uma arte para poucas (os), e submeter-se também.
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Vou deixar aqui algumas das práticas que eu gosto, e considero leves para uma sessão com submissos iniciantes:
Humilhação verbal e física com spanking leve sem marcas, gosto de causar dor, sou sádica como disse, mas não causar dor pela dor sem um propósito, e sim para ensiná-lo algum comportamento específico. Ou para puni-lo caso algo não saia conforme ordenei. Xingamentos, subjulgar, para lembrá-los quem é quem manda.
Dominação psicológica dispensa explicações.
Privação dos sentidos, uma vez privado de algum dos seus sentidos, aguça os demais, isso torna a sessão mais excitante pelo imprevisível, pelo imaginário
Podolatria escravo que é escravo deve estar aos pés da Rainha. Dentro dessa prática gosto de trampling e worship.
IMPORTANTE: eu crio em cada sessão uma safe word, que seria uma palavra de segurança fora do contexto, exemplo: rio, playground, fogo, ou qualquer outra palavra fora do contexto. etc. Ao usar desse artifício, o que estiver acontecendo é interrompido. Mas não deve ser usado a toda hora senão perde totalmente a graça e estraga a minha diversão.
Tenho várias outras idéias, gosto de criar cenas também onde são reproduzidas em sessão, uma que gosto muito e chamo de cena Cleópatra, onde estarei totalmente caracterizada (tenho as roupas) e no caso você irá me servir tal como um escravo de uma Rainha Egípcia, servindo-me frutas, vinho, ficando totalmente submisso as minhas vontades e castigos. Ou uma policial severa que irá prende-lo e torturá-lo. E por aí vai…

Tributos, Prodomme e escravos.

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O submisso que paga por uma sessão está muito longe de ser o dono da situação só por isso. Ao contrário, além de submeter-se as minhas vontades e castigos, deverá submeter-se aos meus caprichos financeiros, presentes ou outros. afinal é essa a minha vontade!

O escravo pode até ter o dinheiro, mas a Rainha quem é a dona dele. Para nos mantermos Deusas, nos vestimos bem, usamos produtos, acessórios apenas de qualidade a nossa altura, estamos sempre não menos que magníficas! E tudo isso custa caro. Na minha opinião o sub está aí também para isso.

Eu tenho uma vida paralela com meu trabalho, estudos, seja lá ou aqui como Rainha Dominadora Profissional, eu faço o que eu gosto e o que eu quero…

Sobre as práticas:

No contato é comum o diálogo e o SSC (são seguro e consensual). É aí que esse termo é aplicado. Deve ou deveria acontecer o minimo de consentimento independente se a Rainha vai cobrar ou não algum tipo de tributo. Isso chama-se responsabilidade. Dominar é para poucos (as) e submeter-se também. Lógico que prevalecem as minhas vontades, não realizo quaisquer práticas se elas não forem do meu agrado, como muitos humildemente me pedem ou até imploram nas negociações oferecendo inclusive valores a mais pra isso. Eu só faço o que eu quero, quando, como quero!

Muitos procuram por uma dominadora profissional para se libertarem de vez em quando da vida na qual vivem, imposta pelo “padrão” da sociedade. E não procuram relacionamentos com Rainhas, embora isso aconteça e muito. Eles acabam se entregando a sua essência primordial e se envolvem de tal forma que não mais conseguem sair.

Daí esses subs ficam de joelhos em duas vias, a via baunilha e a via BDSM. Seguem entre os dois lados. E preferem assim para se preservar, não julgo nem acho certo ou errado, pois as mentes ainda precisam se abrir muito, evoluir muito …

Enfim, só espero que muitos tabus se rompam e nós estamos aqui pra isso. Sendo amantes desse universo libertador chamado BDSM só temos a ganhar, sendo Prodomme, domme ou sub.