Dungeon (masmorra)

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Dungeon é um termo em inglês a sua tradução é masmorra.

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São espaços reservados e equipados para práticas BDSM.

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Equipamentos Dungeon.

A dominatrix dominante ou profissional, muitas vezes, mantem o seu próprio calabouço, ou vários ProDoms podem unir-se em uma instalação comum, muitas vezes chamado de “PRODOM casa ‘, onde eles podem compartilhar funcionários, tais como recepcionistas ou pessoal de limpeza.

Mais recentemente, uma vez que a comunidade BDSM tornou-se mais em evidência, o surgimento quartos temáticos sado em motéis tem sido muito comum, especificamente para os casais a explorar as suas fantasias mais profundamente, sem a necessidade de criar sua própria masmorra.

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Masmorras privados são muitas vezes fabricados em porões residenciais ou quartos vagos. Organizações BDSM espaço, por vezes, seguro para os seus membros para jogar; antigos armazéns e espaços de fábrica são populares para isso, especialmente em áreas onde as leis de zoneamento proíbem clubes desse tipo em áreas residenciais, ou perto de escolas ou igrejas. Algumas dungeons são abertas ao público em uma base da sociedade ou como uma casa noturna. Estes são chamados de “masmorras públicas”, mesmo que eles estão abertos apenas aos membros.

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Muitos são bastante elaborados, decorado com móveis caros em estilos de Bauhaus ao barroco, mas até mesmo um armário simples ou sala de armazenamento podem ser usados às vezes como um calabouço.

Quando os clubes ou organizações executar uma masmorra BDSM, uma ou mais pessoas que foram treinados em segurança BDSM são geralmente apontado como “monitores de masmorra” para garantir o jogo seguro e responsável.

Divirtam-se!

Podolatria e Bondage

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Ele totalmente a mercê, bondage tecendo entrelaçando suas mãos/braços e pés/pernas com maestria perfeita. Imóvel, ele se torna um móvel. Tal qual um objeto para o bel prazer dela. E a Domme calma, tranquila. Olho no olho. Dela nota-se um olhar sereno, malicioso e ao mesmo tempo, malvado e penetrante. Posição perfeita também para os pés, diretamente no rosto dele. Para que ele saiba ou para que não se esqueça que o seu lugar é ali mesmo, abaixo deles. As delicadas mãos dela entre as suas próprias pernas cruzadas, de forma que não se sabe ao certo onde ela toca. E seja qual for a sua conclusão para esse dilema, seja qual for, será cada uma em seu grau: excitante!

Scarpin doce Scarpin

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Foi escolhido por mim e comprado por R. no dia do meu aniversário!
Chegou em casa hoje, meu lindo Scarpin vermelho Santa Lolla!!!

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Está pra ser criado um sapato mais democrático e versátil que o scarpin. Agradando as mulheres dos mais variados estilos e caindo bem para qualquer ocasião, o sapato é considerado uma das peças mais tradicionais da moda feminina.

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A origem:

Scarpin vem do nome scarpa (sapato em italiano), e do diminuitivo scarpino.

O modelo surgiu no ano de 1947 com o objetivo de inserir um “New Look” para as mulheres desse período de pós guerra.
Uma nova forma de se vestir, calçar e de comportamento apareceu junto com o Scarpin.

Water Game

Comemorei meu aniversário ontem com F. Embora meu aniversário seja somente segunda feira. Eu já havia avisado que eu queria algo especial. Além do que sempre é. Escolhi o motel Belle, suíte luxo hidro erótica. Na rod. Raposo Tavares, longe mas um capricho a ser cumprido por um servo tão fiel. Chegando lá (após darmos uma enorme volta por que ele é míope para placas!). Ganhei o meu presente, uma sandália lindíssima da Arezzo. Ele já me conhece muito bem e devo confessar acertou na escolha.

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Claro já o fiz tirar minhas meias pretas 7/8, desenrolando e cheirando as minhas pernas, até chegar nos pezinhos. Beijou vagarosamente cada um e vestiu as sandálias. Que ficaram lindas nos meus pés!

A suíte era temática sado, tinha a chamada cruz de santo André, onde pude prendê-lo e fazer o que eu bem quis. Como sempre.

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Mas antes, mandei que ele sentasse na cama, coloquei a venda em seus olhos e o deixei ali por uns instantes imaginando oque eu fazia mexendo na mala pegando algo de lá ou trocando meu o look para látex, corset, couro, ou outras fantasias. Porém, permaneci com a mesma roupa, um vestido retrô azul e as sandálias novas. Peguei apenas o meu chicote, coleira e algemas.

Me aproximo e começo a desabotoar calmamente a sua camisa enquanto sussurro em seu ouvido e mordo orelhas, pescoço.

– Não adianta resistir, você já é meu. Sabe disso…

Deslizo as minhas mãos em seus mamilos e aperto.
Sigo desabotoando e arranco-lhe toda a camisa. Despindo ele de si mesmo. De seus possíveis pudores ou resistência, ou da realidade. Preparando o seu corpo e sua alma para submeter-se completamente a mim.

Seguro seus cabelos, firmes entre os meus dedos e vou puxando levemente seu rosto em meu ventre, ele sente o cheiro da sua Rainha, e eu sinto um suspiro profundo. Depois prendo forte o seu rosto até que ele quase ficasse sem ar. Solto-o e com um toque ele cai na cama pra trás.

Vou trazendo ele pro meu mundo. Vamos entrando nessa realidade nossa e ficando tão livres de todo o resto. Menos uma coisa é inversa: ele vai sentindo-se cada vez mais preso a sua dona. E eu ainda tinha colocado as algemas…

Tiro sua calça e cueca. Vejo seu membro que está rígido. Tiro a venda coloco a coleira. E o levo até a cruz o colocando-o de frente.

Prendi ele calmamente observando os seus batimentos e a sua respiração ofegante. Chicote estalou em suas coxas. Contei apenas 3 bem fortes em cada perna.

Disse bem perto do seu ouvido:

– Quem é que manda aqui, heim? Diga!
– a Senhora, Rainha. Adoro a Senhora…

Aproximei-me para morder os seus mamilos e notei algo molhando o meu vestido.

– você está sujando o meu vestido! Perdeu o juízo!?
– desculpe Rainha, perdão, perdão.

O castigo foi intenso, por esse abuso. Mas achei pouco. Tinha outros planos pra ele e depois de soltá-lo. Water game!

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(Imagem ilustrativa)

O fetiche do chefe subalterno

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Essa idéia há tempos estava na minha “guest list de fetiches”. Até que me apareceu o tal chefe subalterno. Seria ele.
Enquanto conversávamos fui interrompida. Ouvi os passos de um salto e a voz de uma moça dizendo algo. De certo uma secretária. Fiquei furiosa, atrapalhar a minha linha de raciocínio não pode isso!
Eu perguntei oque havia acontecido. Ele prontamente se desculpou e disse que estava no consultório. Era médico, mas que tudo bem continuarmos… Sóquenão! Um fiozinho de paciência se exauriu no espaço, eu que já não fico com muita conversa por telefone. Encurtei o papo e fui bem objetiva: “não acerto nada sem que me encaminhe um email conforme oriento no blog”. Ele relutou um pouco que não poderia mandar do trabalho isso e aquilo. Mas como eu consigo tudo o que eu quero, “voailá”  rs ele foi obedeceu direitinho e criou uma conta no gmail especialmente. Contatos feitos por email assim, podem ser feitos sem se preocupar com hora, razão ou conteúdo! Rs Mas voltando…

Foram dois dias trocando os emails para acertar os detalhes. Hora, lugar, tributo, tempo, práticas e claro as minhas outras exigências, que eram:

Que ele fosse de terno, e passou o dia todo já vestido assim, apenas usou o jaleco branco substituindo o paletó. O seu dia foi longo no consultório, lembrando que me serviria naquele final de tarde e me mandou inúmeras mensagens dizendo o quanto as horas demoravam a passar. Comprou o vinho, me informou que já estava tudo como planejei. E assim foi…

18:30. Chegou antes, claro. Eu fui na sequência. Vestida tal como uma mulher de negócios, executiva, a Chefe perfeita de um chefe, um chefe mas que subalterno a mim.

“Qualquer empregado faria com cuidado e perfeição toda e qualquer ordem de uma chefe como a Senhora; faço oque a Senhora quiser….”
E eu dizia: “Mas isso é tão óbvio!”

QUEM É QUEM NO FEMDOM

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Escolher qual nome utilizar no meio BDSM é uma tarefa árdua. E para dificultar ainda mais esse trabalho, além do nome, a grande maioria das pessoas gosta de associar a ele um título de ordem. Ou seja, quase sempre vemos associados ao nome escolhido termos como Domme, Rainha, Deusa, entre outros. Palavras estas que são uma espécie de identificação do papel ou preferências que determinada pessoa possui neste universo. É claro que quando falamos em classificações e definições, o uso desses títulos esbarra em alguns aspectos que geralmente criam muita controvérsia. Afinal de contas as convenções nem sempre são adotadas com unanimidade e no momento da escolha, inúmeros outros fatores, como gosto ou preferência, são levados em consideração individualmente na definição de qual nome usar. Alem, é claro, de existir em alguns casos mais de uma definição para cada nomenclatura. O fato é que o título que se escolhe para usar junto do nome pode e serve para definir alguns aspectos do perfil de quem o usa. Tendo eles a função de indicar algumas das preferências individuais. Neste texto vou falar apenas dos títulos relacionados ao universo Femdom.

Existe uma primeira classificação utilizada, que é de gênero, e que divide o BDSM em dois grupos, os dominantes e dominados. Essa classificação é frequentemente usada em inglês (Top/botton). Desta forma mais ampla, e que divide os praticantes em dois grupos, uma Top é denominada Dominadora.

Dentro desse grupo das Dominadoras (Top) existem sub-nomenclaturas que definem o perfil da pessoa que escolhe determinado título. Que a grosso modo, são os indicadores das preferências da pessoa que o escolheu.  Preferências essas, que por suas complexibilidades, no dia a dia diferenciam os títulos de uma forma sutil e por muitas vezes os funde ou possui pontos de intercessão.

Títulos

Deusa: É uma Dominadora que gosta de adoração. Segue uma linha de dominação que pode ser associada a uma religião. Sendo a Dominadora o objeto de veneração, física, psicológica e até espiritual, por parte do dominado.

Dominadora: Está ligada diretamente a relações D/s na essência da palavra relacionamento. O termo está associado à jogos de controle. A Dominadora gosta de controlar aspectos físicos e emocionais e sociais da vida do dominado.

Dominatrix/prodomme: É uma Dominadora tributada. Normalmente uma taxa é cobrada por sessão, mas em alguns casos os valores são estipulados por período. Ex. mensalmente ou semanalmente. Não está associado à prostituição, mas a nomenclatura é frequentemente utilizada por garotas de programa.

Obs. Adicionando outros X após o título (Dominatrixxx/Dominatrix XXX) significa que nas sessões acontece sexo com penetração.

Domme: É uma Dominadora que gosta de práticas sádicas. Normalmente segue uma linha de dominação com atividades físicas que causam dor, mas também utiliza jogos psicológicos para causar sofrimento no dominado. Está associado diretamente ao sadomasoquismo.

Lady: É uma Dominadora que busca dominar com sofisticação e tendo envolvimento pessoal com o seu dominado. É definitivamente uma dama, que pretende unir relacionamento baunilha com a relação BDSM.

Mistress/Mestra: É uma dominadora com profundo conhecimento do BDSM. É uma estudiosa dos fetiches, mesmo os que não estão entre suas preferências. O título Mestra não se aplica apenas para os conhecedores da teoria, mas também para aqueles que estão dispostos a ensinar e passar seus conhecimentos adiante.

Obs. Associados diretamente ao título Mestra estão, o Mentora, quando a Dominadora ensina outro Top(aprendiz), e Tutora, quando ela cuida e orienta um bontton.

Rainha: É uma Dominadora que gosta de adoração dos pés e a seus pés. Sua essência está ligada diretamente à podolatria. Práticas como trampling, cruching e footjob estão associadas a esse título.

Chanel 5 fragrância eterna

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Presentinho que chegou hoje! Amo esse perfume! Está aqui a história sobre ele, pra quem quiser saber!

O perfume Chanel Nº 5 é o perfume mais famoso de sempre, e o primeiro a ser vendido em massa sob o nome de um estilista. Coco Chanel, responsável pela sua fama, fundou a marca Chanel. Criou uma moda sem tempo, que ainda hoje é considerada confortável e elegante. Abriu a sua primeira loja Chanel Modes em Paris no ano de 1909, seguindo-se a sua primeira loja de alta-costura em 1916, durante a primeira guerra mundial. Faleceu em 1971 com 87 anos de idade, ainda a trabalhar. Quer a sua marca, quer o perfume Chanel Nº 5 continuaram e estão cada vez de melhor saúde. O perfumista Ernest Beaux criou, em 1921, um aroma inesquecível até aos dias de hoje, o Nº 5. No ano de 1921 Coco Chanel convidou alguns amigos para jantar em Cannes e espalhou o seu novo aroma na sala do restaurante, sendo uma atração para as mulheres que passavam pela mesa dela. O criador de perfumes Ernest Beaux tinha sido o criador de perfume Rallet 1, usado pela família Romanov. Este perfume foi oferecido a Coco Chanel pelo seu amante Dimitri Pavlovich, primo do Czar Nicolau II, que vivia exilado em França. Ernest Beaux criou uma versão nova do Rallet 1, e nasceu o Nº 5. A produção do perfume não foi fácil pois Coco Chanel ainda teve de disputar a sua produção com os irmãos Wertheimer, aos quais tinha vendido a maioria do seu negócio de perfumes em 1924.

O perfume Chanel Nº 5 é envolvido por um frasco de perfumo estilo art deco, sendo este o primeiro perfume a ser intitulado com o nome de um designer. Chanel Nº 5 foi na sua altura um perfume sintético, composto por mais de 65 substâncias, incluindo rosas, jasmins de Grasse, sândalo, flores raras do oriente, pau-rosa, entre outras. Este perfume foi apresentado no famoso dia 5 de maio de 1921 e até aos dias de hoje é o perfume mais famoso de sempre.

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A diva e seu vidrinho: a melhor companhia para uma noite elegante de sono? Marilyn Monroe polemizou ao dizer que dormia usando apenas algumas gotinhas de Chanel nº 5. Não é preciso dizer que enlouqueceu o imaginário masculino, não é?

O aroma tem vindo a manter-se ao longo do tempo, e ainda hoje é um aroma intemporal e eterno.

Fofurinha sado

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Coisas fofas inspiram.  Teria dentro de cada Domme uma coisa “Felícia”? Ou ela é quem tem uma dose de sado fofurinha. Rs Brincadeiras a parte, algumas pesquisas já foram realizadas a respeito e muitas pessoas tem esse sentimento literalmente de esmagar mas não no intuito de tornar isso vias de fato.

Eu acredito que a personagem Felícia, tem uma abordagem meio subliminar e na minha opinião ao seu modo é sim uma sádica de carteirinha. Note o lacinho-caveira. Rs Quem tá comigo?

Spankig e seus acessórios

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Acessórios para Spanking

Acessórios de curta distância: São indicados para punições mais leves, onde o objetivo não seja somente a dor, mas também a punição moral. A posição mais indicada é o submisso sobre os joelhos da Dominadora (colo).

Acessórios de longa distância: São indicados para punições severas. As posições podem variar de acordo com o instrumento e a comodidade do Dominador em relação ao submisso.