Tag: adoração pés dominação

pézinhos meus parte 2

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Black Diamond – parte 2

Assim que ele saiu levantei dei uma volta ao seu redor e fiz questão que ele me visse com a calcinha, me aproximei então segurando-o com uma só mão pelo pescoço fui empurrando até o chão. Me sentando e trazendo ele para a sua posição correta.

– É daí, a sua visão, do chão! Apreciei muito os presentes, agora irei agradecer, você terá a honra de limpar as minhas sandálias, pode começar pela sola!

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Ele lambeu beijou, limpou tudinho, até que certa hora foi banqueta para eu descansar os meus pézinhos, assim foi até que eu terminei o cigarro, e disse que estava bom.

– Basta agora, vamos colocar a sua coleira, e vamos passear, meu cachorrinho.
Dog play. Eu adoro essa prática, virou pônei, banquinho de novo, mas a diversão estava apenas começando. Ordenei que tirasse as minhas sandálias e pela guia fui direcionando-o até a cama, onde ordenei que deitasse, algemei suas mãos e vendei os seus olhos.
– Cãozinho meu, está chegando a hora do Ricardão chegar, já deixei avisado na portaria e a porta aberta. A você restará só ouvir tudo, mas antes beije meus pés como eu gosto e muito !
Disse isso sentando em seu tórax, enfiando os pés no seu rosto.
Porém quem entrava ali era a minha amiga domme, Rainha Cinthya. Só quis deixá-lo assustado. kkk
Nos divertimos muito com aquele cachorrinho! Virou nosso tapetinho, banco, mordidas nos mamilos, cbt leve, eu deixei bem claro que não queria que ele me fizesse passar vergonha perante a minha amiga, que fosse obediente a ela além também. Beijando nossos pés até que não quissemos mais.
Para finalizar a sessão de cerca de 2 horas, facesitting:
– Vamos ver se ele tem bastante folego Cinthya? Vou fumar mais um cigarro bem tranquila aqui.
Fomos intercalando ora eu ora a Cinthya. Terminando o meu cigarro deixei que ele se masturbasse, permaneci sentada em seu tórax em quanto ele beijava os meus pés. Depois me levantei:
– Abra a boca, imbecil! Dedinhos por dedinhos, e meu pé todinho na sua boca!
Levou também uns bons bofetes na cara com os meus pézinhos.
Como ele se comportou direitinho, eu disse que ele gozasse, pois já havíamos nos divertido bastante com ele, e estava liberado.
– Toalha no banheiro, vá se lavar e limpar essa sujeira toda!
Ao sair todo de terno agradeceu muito, que não esperava a surpresa com a Rainha Cinthya e que havia adorado a oportunidade de servir a duas Rainhas tão lindas. Eu só respondi:
– Mas isso é tão óbvio….
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Trampling – homem tapetinho

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– O trampling é uma das práticas mais conhecidas entre os fetichistas, ela tem como base central, os pés femininos. Embora também pode ser por pés masculinos.

– Se dá em diferentes partes do corpo. Entre as mais conhecidas estão: tórax, pernas e barriga. Também pode ocorrer no orgão sexual masculino, ou outras partes do corpo.

– Ao meu ver define muito bem o fator da submissão pela posição abaixo dos pés. Mas muitas pessoas acreditam que não caracteriza.

– O fetiche está intimamente ligado a podolatria. Porém muitas vezes também possui uma forte ligação com o sadomasoquismo. Pode ser feito descalços ou com saltos.

– O trampling praticado com salto alto caracteriza ainda mais como SM.

trampling

As imagens acima tratam-se de uma caracterização lúdica do trampling. Não precisa necessariamente estar coberto por um tapete, aliás a maioria das vezes não está. Apenas precisa estar deitado no chão tal como um. Eu costumo chamá-los de “meu tapetinho”.

Caminhar, pular, sozinha, duas três ou várias mulheres, muitos pézinhos como no vídeo a seguir onde 22 mulheres realizam o trampling em um homem.

Enfim cada um da sua forma..

Eu particularmente adoro! E você?

Podolatria e Bondage

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Ele totalmente a mercê, bondage tecendo entrelaçando suas mãos/braços e pés/pernas com maestria perfeita. Imóvel, ele se torna um móvel. Tal qual um objeto para o bel prazer dela. E a Domme calma, tranquila. Olho no olho. Dela nota-se um olhar sereno, malicioso e ao mesmo tempo, malvado e penetrante. Posição perfeita também para os pés, diretamente no rosto dele. Para que ele saiba ou para que não se esqueça que o seu lugar é ali mesmo, abaixo deles. As delicadas mãos dela entre as suas próprias pernas cruzadas, de forma que não se sabe ao certo onde ela toca. E seja qual for a sua conclusão para esse dilema, seja qual for, será cada uma em seu grau: excitante!

Scarpin doce Scarpin

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Foi escolhido por mim e comprado por R. no dia do meu aniversário!
Chegou em casa hoje, meu lindo Scarpin vermelho Santa Lolla!!!

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Está pra ser criado um sapato mais democrático e versátil que o scarpin. Agradando as mulheres dos mais variados estilos e caindo bem para qualquer ocasião, o sapato é considerado uma das peças mais tradicionais da moda feminina.

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A origem:

Scarpin vem do nome scarpa (sapato em italiano), e do diminuitivo scarpino.

O modelo surgiu no ano de 1947 com o objetivo de inserir um “New Look” para as mulheres desse período de pós guerra.
Uma nova forma de se vestir, calçar e de comportamento apareceu junto com o Scarpin.

Water Game

Comemorei meu aniversário ontem com F. Embora meu aniversário seja somente segunda feira. Eu já havia avisado que eu queria algo especial. Além do que sempre é. Escolhi o motel Belle, suíte luxo hidro erótica. Na rod. Raposo Tavares, longe mas um capricho a ser cumprido por um servo tão fiel. Chegando lá (após darmos uma enorme volta por que ele é míope para placas!). Ganhei o meu presente, uma sandália lindíssima da Arezzo. Ele já me conhece muito bem e devo confessar acertou na escolha.

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Claro já o fiz tirar minhas meias pretas 7/8, desenrolando e cheirando as minhas pernas, até chegar nos pezinhos. Beijou vagarosamente cada um e vestiu as sandálias. Que ficaram lindas nos meus pés!

A suíte era temática sado, tinha a chamada cruz de santo André, onde pude prendê-lo e fazer o que eu bem quis. Como sempre.

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Mas antes, mandei que ele sentasse na cama, coloquei a venda em seus olhos e o deixei ali por uns instantes imaginando oque eu fazia mexendo na mala pegando algo de lá ou trocando meu o look para látex, corset, couro, ou outras fantasias. Porém, permaneci com a mesma roupa, um vestido retrô azul e as sandálias novas. Peguei apenas o meu chicote, coleira e algemas.

Me aproximo e começo a desabotoar calmamente a sua camisa enquanto sussurro em seu ouvido e mordo orelhas, pescoço.

– Não adianta resistir, você já é meu. Sabe disso…

Deslizo as minhas mãos em seus mamilos e aperto.
Sigo desabotoando e arranco-lhe toda a camisa. Despindo ele de si mesmo. De seus possíveis pudores ou resistência, ou da realidade. Preparando o seu corpo e sua alma para submeter-se completamente a mim.

Seguro seus cabelos, firmes entre os meus dedos e vou puxando levemente seu rosto em meu ventre, ele sente o cheiro da sua Rainha, e eu sinto um suspiro profundo. Depois prendo forte o seu rosto até que ele quase ficasse sem ar. Solto-o e com um toque ele cai na cama pra trás.

Vou trazendo ele pro meu mundo. Vamos entrando nessa realidade nossa e ficando tão livres de todo o resto. Menos uma coisa é inversa: ele vai sentindo-se cada vez mais preso a sua dona. E eu ainda tinha colocado as algemas…

Tiro sua calça e cueca. Vejo seu membro que está rígido. Tiro a venda coloco a coleira. E o levo até a cruz o colocando-o de frente.

Prendi ele calmamente observando os seus batimentos e a sua respiração ofegante. Chicote estalou em suas coxas. Contei apenas 3 bem fortes em cada perna.

Disse bem perto do seu ouvido:

– Quem é que manda aqui, heim? Diga!
– a Senhora, Rainha. Adoro a Senhora…

Aproximei-me para morder os seus mamilos e notei algo molhando o meu vestido.

– você está sujando o meu vestido! Perdeu o juízo!?
– desculpe Rainha, perdão, perdão.

O castigo foi intenso, por esse abuso. Mas achei pouco. Tinha outros planos pra ele e depois de soltá-lo. Water game!

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(Imagem ilustrativa)

O fetiche do chefe subalterno

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Essa idéia há tempos estava na minha “guest list de fetiches”. Até que me apareceu o tal chefe subalterno. Seria ele.
Enquanto conversávamos fui interrompida. Ouvi os passos de um salto e a voz de uma moça dizendo algo. De certo uma secretária. Fiquei furiosa, atrapalhar a minha linha de raciocínio não pode isso!
Eu perguntei oque havia acontecido. Ele prontamente se desculpou e disse que estava no consultório. Era médico, mas que tudo bem continuarmos… Sóquenão! Um fiozinho de paciência se exauriu no espaço, eu que já não fico com muita conversa por telefone. Encurtei o papo e fui bem objetiva: “não acerto nada sem que me encaminhe um email conforme oriento no blog”. Ele relutou um pouco que não poderia mandar do trabalho isso e aquilo. Mas como eu consigo tudo o que eu quero, “voailá”  rs ele foi obedeceu direitinho e criou uma conta no gmail especialmente. Contatos feitos por email assim, podem ser feitos sem se preocupar com hora, razão ou conteúdo! Rs Mas voltando…

Foram dois dias trocando os emails para acertar os detalhes. Hora, lugar, tributo, tempo, práticas e claro as minhas outras exigências, que eram:

Que ele fosse de terno, e passou o dia todo já vestido assim, apenas usou o jaleco branco substituindo o paletó. O seu dia foi longo no consultório, lembrando que me serviria naquele final de tarde e me mandou inúmeras mensagens dizendo o quanto as horas demoravam a passar. Comprou o vinho, me informou que já estava tudo como planejei. E assim foi…

18:30. Chegou antes, claro. Eu fui na sequência. Vestida tal como uma mulher de negócios, executiva, a Chefe perfeita de um chefe, um chefe mas que subalterno a mim.

“Qualquer empregado faria com cuidado e perfeição toda e qualquer ordem de uma chefe como a Senhora; faço oque a Senhora quiser….”
E eu dizia: “Mas isso é tão óbvio!”

Vem meu cachorrinho!

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“Vem aqui que agora eu tô mandando,  vem meu cachorrinho a sua Dona tá chamando! ”
Escravos ou para quem interessar,  Dog Play é uma prática bem comum BDSM, esse play denota a total obediência, fidelidade, adoração do cachorrinho para com a sua então Dona. Além de adestramento comportamental, esse jogo de racional (Dona) irracional (dog) demonstra muito bem quem é que está no controle de forma mais psicológica do que sádica. O grande símbolo é a coleira e a guia, onde a Rainha torna-se Dona do seu cãozinho, que deverá divertir-la e obedecê-la incondicionalmente.
Pode ou não ser associada a outras práticas de caráter mais sádico, como castigos severos por uma ordem não cumprida, ou simplesmente uma tarefa mal executada. Ou por exemplo em conjunto com a prática de podolatria, fazendo o cachorrinho lamber os pés de sua Dona até a exaustão. Ou até mesmo lamber e limpar outras partes do corpo da sua Rainha se assim ela o desejar. Enfim enquanto dominadora aprecio muito esse play, acredito ser indicada para submissos iniciantes.
E aí está pronto para ser meu cachorrinho aos meus pés?