Entregar o controle a outra pessoa: experiência “libertadora” – parte 1

Dominadora profissional São Paulo

Vou abordar a questão do CONTROLE dentro do universo BDSM. Nessa primeira parte, em uma leitura curta para que nas próximas publicações você possa acompanhar e compreender um pouco mais sobre o assunto.

 

Entregar o controle a outra pessoa é uma experiência muito “libertadora”. O que quero dizer é que liberdade e responsabilidade são dois lados da mesma moeda. Mas enquanto a liberdade é boa, a responsabilidade é muitas vezes estressante e desgastante. Ao desistir da liberdade, um submisso pode se sentir “liberto” da responsabilidade e, portanto, livre do estresse que o acompanha, mesmo que apenas por um momento. Enquanto eles estão sendo controlados, eles não precisam mais se preocupar com qualquer outra coisa. De repente, tudo se torna uma preocupação de outra pessoa, e isso faz com que se sintam melhor.
O controle também pode ser um grande fator para as pessoas dominantes, mas na direção oposta. Ser dado controle sobre a vida ou o corpo de outra pessoa pode parecer muito fortalecedor. O conhecimento de que agora você tem poder sobre outra pessoa, e eles não apenas aceitarão de boa vontade, mas de bom grado, a sua vontade, é muito estimulante.
Outro tema comum no bdsm é a confiança. De muitas maneiras, todo bdsm é um exercício de suprema confiança. O submisso está confiando que o dominante vá tão longe e não mais, e proteja o submisso de danos indevidos. Para um submisso, ser capaz de confiar em alguém tão profundamente que você está disposto a literalmente colocar sua vida em suas mãos é muito excitante. E para um dominante, ter alguém em sua vida que esteja disposto a lhe dar esse tipo de confiança também.

Entrevista para o SexlogTV – Parte I

 

Minha entrevista para o canal Sexlog.tv

 

Confraria das Dommes – A Festa. Dominatrix Bar 06/10

flyer oficial evento da confraria

 

Contagem regressiva para a festa!! Quer saber mais informações? aconfrariadasdommes@gmail.com

Para adquirir seu convite acesse o link:

https://www.sympla.com.br/a-confraria-das-dommes—bdsm-party-lancamento-do-calendario-2019__362072

Ah faz qualquer coisa pra eu deixar? Você faz qualquer coisa pra mim de qualquer jeito, esqueceu disso escravo? (risos)

 

Estreando o meu brinquedinho novo e essa sandália lindíssima! Como sempre muita diversão. Podolatria, slap face, tease and denial e inversão de papéis. Adoro.

Olha o seu lugar escravo bem aqui na minha frente de joelhos, adorando a sua dona e me servindo como eu bem desejar.

  • Quero massagem
  • Limpe meu salto
  • Balança o rabinho pra mim?
  • Vem colocar a sua calcinha nova que eu trouxe pra você
  • Ah, a coleira também
  • Olha onde é o seu lugar bem aí embaixo
  • Você limpou bem o rabinho? limpe de novo!
  • Trás o meu vinho escravo
  • Acenda o meu cigarro
  • Trás o cardápio pra mim
  • Quero descansar os meus pés
  • Fique aí embaixo sendo meu tapete
  • Beija meus pézinhos um pouco
  • Vista as sadálias novamente
  • Limpe as minhas sandálias, com a lingua claro
  • Vamos conferir se o rabinho está habitável….
  • Engole meu brinquedinho enquanto converso com a minha amiga no telefone
  • Responde pra ela que você é uma cadela de boca cheia haha
  • Quero estrear meu brinquedinho novo em você daqui a pouco
  • De franguinho assado
  • Agora de quatro
  • Gemendo fininho até eu enjoar
  • Enjoei
  • Quer gozar? Oque não entendi?
  • Implore mais
  • mais um pouco…
  • Ah faz qualquer coisa pra eu deixar? Você faz qualquer coisa pra mim de qualquer jeito escravo, esqueceu disso? (risos)

 

Para tudo uma só resposta:

– Sim Senhora, Madame.

Vestido preto sandálias vermelhas – Femme Fatale

Look maravilhoso divando nesse ensaio incrível. Amo sandálias vermelhas, o clássico preto, um bom vinho…. Em breve todas as fotos na galeria!!

 

Happy Hour com Mistress Charlotte – 2ª edição – 14/03 no Dominatrix Bar

festa fetichista podo são paulo

Festa Fetishista em São Paulo

Venha bater um papo sobre BDSM comigo. Segunda Edição do Happy Hour com Mistress Charlotte!!!

Onde? Dominatrix Bar

R. Fernando de Albuquerque, 171 – Consolação São Paulo – SP

Quando? essa quarta-feira 13/03

Horário? à partir das 19:30 até 22 horas

Inversão de Papéis – Role Reversal – Livre-se dos seus tabus

 

Do ponto de vista sexual, a inversão de papéis refere-se a uma mulher que penetra em um parceiro masculino usando um consolo de cinta, chamado strap-on. Embora a inversão de papéis refere-se ao parceiro do sexo feminino realizar ao invés de receber a penetração, ele também pode se referir a uma parceira assumindo um papel mais ativo e dominante no sexo.

strap on role reversal

O mercado oferece uma grande variedade de brinquedos usados ​​para essa prática. Estes geralmente são projetados para aumentar o conforto e o prazer de ambos os parceiros. Por exemplo, as mulheres podem usar uma cinta “sem alças” para penetrar no homem, chamado strap-less. Isso implica inserir um vibrador na vagina e usar a extremidade externa do brinquedo para penetrar no homem.

strapless bdsm inversaostrapless bdsm inversao de papeis

Alguns brinquedos anais masculinos são exclusivamente curvos para alcançar facilmente e estimular a prostata. Diferentes tamanhos, texturas, materias cada qual com a sua finalidade, jeito correto de usar e higienizar.

 

 

 

Livre-se dos tabus! Entregue-se aos seus fetiches!

 

 

 

 

 

 

Lugar de escravo – Slave’s place

Em breve mais fotos e o vídeo do final dessa sessão. Muito facesitting, trampling, FemDom Supremacy total! Adorei usar o meu novo escravo para limpar meus sapatos, beijar e lamber os meus pezinhos…. ele foi: o meu banquinho, mesinha, cinzeiro, poney, tudo oque eu quis. Ele está em treinamento e em breve receberá a sua coleira permanente, se merecer e implorar muito claro.

Mistress Monique Maud também estava comigo, usou meu escravinho gringo também, tirou as fotos e fez o vídeo.

Importante: todos as fotos e o vídeo foram autorizados e feitos de forma consensual.

#TBT – Dominação e Submissão – O que é ser Domme?

 

Há uma boa distância entre a vontade de ser uma domme e em ser realmente uma domme. Bobagem. Dommes dizem às pessoas o que fazer; essa é a definição! Na verdade, não. É preciso muito mais do que isso para ser uma domme, vai muito além de simplesmente dizer às pessoas o que fazer. Isso qualquer um pode fazer.

O contexto é importante;  uma domme não é somente ser mandona, e ninguém consegue dizer a todos o que fazer o tempo todo.

O primeiro grande erro mais comum entre novatos é acreditar que a dinâmica de relacionamento D / s seja simples. Exemplo: Você é uma domme; você vê alguém que é um sub; e acredita que enquanto domme, o seu lugar de direito é dizer ao sub o que fazer, e como um sub, essa pessoa deve lhe respeitar, certo?

Mais ou menos. Para começar, se você quer respeito, você tem que fazer muito mais do que dizer “eu sou uma domme, adora-me!” De fato, dizendo: “Eu sou uma domme, adora-me!” É uma boa maneira de ser ridicularizada por qualquer um que tenha alguma experiência em relacionamentos reais D / s.

Mesmo que seja temporário, existe uma relação entre a dominante e o submisso por ambos terem feito essa escolha.

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Agora, espere um minuto, aqui. Subs são submissos, porque eles querem se submeter a uma domme!

Sim. Mas isso não significa que qualquer submisso particularmente quer submeter-se a você! Partindo do princípio de que alguém quer se submeter a você simplesmente porque essa pessoa é “submissa” é exatamente como supor que: uma mulher heterossexual gostaria de ter sexo com qualquer homem, porque ele é um homem heterossexual (ou vice-versa).

Mas todos os submissos devem respeito aos dominantes: Sim, porém é a postura da domme que será naturalmente percebida superior. E isso não se impõe. O respeito no geral é ganhado. Acreditando que você tem direito a ele, simplesmente em virtude do fato de você chamar-se por “domme”. Está errado.

Eu não entendi. Se alguém não quiser ser dominado, por que essa pessoa é um submisso?

Mais uma vez, trata-se de contexto. Essa pessoa pode muito bem querer ser dominada, e pode até querer ser dominada por você, talvez, mas até você descobrir o que a pessoa quer, não faça suposições. E, principalmente, não fazer suposições sobre o que a pessoa quer ou precisa, ou como essa pessoa “deve” interagir com você.

Quando alguém descobre um interesse no BDSM, pode ser fácil cair em uma mentalidade fantasia-realização. Você tem idéias sobre como você gostaria que fosse e que tipos de coisas que você gostaria de explorar, você tem fantasias, você tem coisas que você realmente quer fazer, por isso pode ser tentador para você encaixar todos os submissos que encontrar em suas próprias fantasias . Quando você parar de se relacionar com pessoas como pessoas e começar a se relacionar com eles como objetos de fantasia-realização, você pode esperar para ter problemas.

O que você está falando? Eu sou uma Domme. Essa pessoa é um sub. É claro que há um relacionamento de troca de poder! Sim, mas você não ganha automaticamente o poder por ser uma domme; um submisso dá-lhe esse poder. É a entrega. Não é seu por direito. Este é um dos pilares básicos de consentimento. O sub lhe concede poder por consentimento, e não pelo simples fato de ser um submisso.

Resumindo: Não assuma que alguém lhe concedeu o poder só porque você é um dominante e essa pessoa é um submisso.

 

 

 

Segunda parte: Nem todo submisso quer as mesmas coisas. Nem todos os submissos interagem com uma dominante da mesma forma. O submisso sábio e psicologicamente saudável não se submete indiscriminadamente a todas que a si mesmas chamam de “dommes”. Ninguém tem o direito de dominação automática!

Deverá ser decidido mutuamente que tipo de relação de poder irão estabelecer.

Ok, ok, eu entendo o ponto. O que agora?

A próxima parte a entender é que, como um dominante, cabe sim a você fazer o que quiser dentro dos limites do senso comum e os limites negociados com o seu parceiro.

Aí sim! Let’s play!

 

repost de abril/2015