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treinando shibari 

Treinando shibari. Maravilhoso na querida Candy, uma poodlezinha que adora ser amarrada e fica bem quietinha!

Experiência com uma Dominatrix – pelo jornalista Ryan Duggins

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O jornalista Ryan Duggins resolveu experimentar uma sessão com uma Dominatrix,  em uma coluna no askmen.com, ele contou como foi essa experiência.

Durante sua carreira jornalística, Ryan já havia se arriscado em algumas atividades em prol de matérias que ajudassem pessoas a satisfazerem-se de forma saudável e por completo em suas relações sexuais. Mas segundo ele, a experiência com uma Dominatrix era algo que ele não fazia ideia de onde estava se metendo.

Ryan sempre foi fascinado pelo lado obscuro do sexo, e por mais que ele admitisse gostar de uns tapas na cara durante o sexo, as experiências mais profundas como sadomasoquismo e bondage nunca tinham despertado nele o desejo sexual. A idéia de estar amarrado, sendo espancado por uma mulher não era uma coisa que o empolgava com facilidade.

A conversa que começou por e-mail, encaminhou Ryan até Miss Hunter, uma cantora de ópera londrina que fazia uma grana torturando uns caras também. No começo da conversa, Miss Hunter rejeitou a proposta de conhecer Ryan, mas a insistência do jornalista fez com que ela liberasse o que ela chamava de “sessão teaser”.

Segundo Ryan, ele começou a tremer um pouco quando os termos “restrição de sentidos” e “tortura” começaram a surgir na conversa. Mesmo com o c* na mão, Ryan concordou em encontrá-la em uma estação do metrô, as 16h30 de uma sexta-feira para concluir seu objetivo.

Ryan disse que sabia muito pouco sobre as práticas de uma Dominatrix, mas que sabia que os métodos costumavam funcionar bem em caras muito poderosos e bem sucedidos. É algo que ele fazem como se estivessem em busca de um equilíbrio psicológico depois de passar semanas dizendo o que fazer e como fazer para outras pessoas – normalmente seus funcionários. É como se quisessem sentir um pouco como é estar do outro lado do “quem manda e quem faz”.

Foi uma ruiva atraente, com seus óculos de grau, quem colocou Ryan para sofrer. O jornalista conta que ela o levou até a uma casa que parecia muito com uma cozinha velha, só que com uma diferença: em vez de fogão, armários e geladeira, o que esperava por ele na casa era uma câmara de tortura.

“Ela me pediu para sentar e começou a contar que fazia isso a mais ou menos 7 anos, com clientes de todas idades, credos e que exigiam vários níveis de ‘armamento’. Ela admitiu que começou a fazer isso como uma última alternativa pra ganhar uma grana, mas que acabou descobrindo que gostava de fazer aquilo, o que resultou em toda prática.”

Miss Hunter disse para Ryan que se ela não gostasse do que faz, se sentiria mal, mentindo e traindo seus clientes. “Não é algo que eu faço apenas pelo dinheiro. Além do mais, você precisa ter um nível alto de paixão pelo que faz pra você ser bem sucedido. Você precisa se divertir também”.

Segundo o jornalista, Miss Hunter disse que as pessoas exigem coisas muito específicas. “Os caras pedem para apanhar das mais variadas coisas. A bengala, por exemplo, é algo que alguns dos velhos gostam. Eles querem lembrar como era quando um seus pais ou responsáveis estavam bravos com eles. Então eu finjo que estou brava, espancando eles com a bengala.” – disse Miss Hunter.

“Tem também a escova, que lembra algo materno, mas que também era usada para umas boas surras quando eles eram mais novos”.

Ryan conta que enquanto ela compartilhava suas experiências com os clientes, ele percebia sorrisos largos no rosto dela. Mas o sorriso não era um sorriso perverso de quem estava prestes a espancar alguém. Era um sorriso aberto, de quem tinha maturidade suficiente pra compreender o psicológico de todos esses caras “estranhos”.

A profissão de uma Dominatrix é considerada por algumas pessoas uma sessão de terapia sexual. Por mais que estes caras não entendam o porquê gostam dessas coisas “bizarras”, pelo menos aos olhos de grande parte da sociedade, eles conseguem conviver com seus desejos sexuais de forma sadia fazendo essas sessões.

“Eu levo meus clientes muito à sério. Eu tenho dois nomes, dois endereços, duas datas de nascimento e eu mantenho tudo completamente separado. Eu me preocupo muito com a repercussão que pode acontecer caso essa informação vaze.” – disse Miss Hunter.

Depois de Miss Hunter falar dos motivos para ser procurada, finalmente começamos a sessão para que eu testasse realmente a terapia.

Miss Hunter começou a sessão com: ‘Coloca a bunda pra fora’. Wow. Quem era eu para dizer não? O fato de minha bunda estar de fora ainda não era grande problema pra mim. O que me preocupava era o assento que tinha no meio do chão. Foi quando ela se sentou sobre ele e me pediu pra dobrar os joelhos”.

” ‘Isso não é uma cirurgia médica – vem aqui’, ela me pediu enquanto eu caminhava com as calças arriadas e com minhas melhores boxers ao redor dos tornozelos. Caminhei meio cambaleando até ela, e enquanto eu tomava cuidado pra não tropeçar em nada no chão ela me deu um puta tapa na cara, na bochecha direita. Depois na esquerda, depois alternando entre as duas até completar oito tapas. No oitavo eu estava quebrando.

Quando perguntei pra ela quanto tempo os caras costumavam ficar levando tapas, ela disse que alguns aguentavam muitos minutos. Achei um absurdo. Dai ela apontou para o sofá de couro e mandou eu deitar de bruços. Tropecei na própria roupa e cai sobre o sofá enquanto ela pegava as ferramentas.

A primeira coisa que ela pegou foi uma pá de couro, comprida. Ela disse que começaria com menos força e continuaria até o limite que eu aguentasse. A pá doía exatamente como imaginei. Como picadas, só que como a dor ia embora rápido, eu comecei a ter uma ideia do porque as pessoas gostavam daquilo. Ela dizia que ia me espancar durante a sessão, mas na verdade eu estava sentindo sensações diferentes. Não era uma excitação propriamente sexual. Era um tipo diferente de prazer”.

Depois ela pegou algo chamado Tawse. Uma espécie de cinto de couro dividido em 2 línguas no fim. O Tawse já me deixou uma dor mais latejante. Minha bunda ficou completamente vermelha e comecei a perceber que a coisa ia ficar feia.

Eu tinha a ideia na cabeça que as ferramentas mais firmes seriam mais doloridas. E eu estava certo. Ela trouxe até mim duas escovas. A primeira era feita de madeira, e a cada vez que ela atingia minha bochecha com aquilo eu sentia uma dor absurda, só que na minha pélvis. Ela esperava uns minutos e trocava a escova de madeira comum pela de ébano, que é como um pedaço de tronco de árvore, duro pra caramba. Foi brutal. Comecei a broxar na hora.

Eu entendo que as correntes e o fato de você ser amarrado excita pra caralho, mas ser atingido por escovas e chinelos parecia bobagem pra mim. Falando em chinelos, ela tinha dois: um deles parecia com esses ‘chinelos de vô’, e o outro parecia com uma espécie de alpargatas.

Como suspeitei, a dor do ‘chinelo de vô’ era maior. Parecia um soco no meu rosto. Eu tive que parar algumas vezes pra respirar e Miss Hunter dizia pra eu esfregar a pele vermelha pra melhorar a circulação.”

Miss Hunter contou para Ryan que em termos de arrependimento de cliente no meio da sessão, nunca tinha acontecido. Na verdade os caras que ficam de frescura, para ela são só perca de tempo. Ela já sabia quem a procuraria para ter o que quer de verdade. “Não faço isso pra ir longe demais, faço isso pra dar o que meu cliente quer.” – ela dizia.

Quando Ryan estava prestes a se despedir, foi surpreendido. Miss Hunter tinha mais uma coisa para fazer.

“Ela me disse ‘Coloque as mãos na parede. Curve-se… Essa vai ser a pior dor que vai sentir nessa tarde’. Eu nem me atrevi a discordar. A arma que ela tinha na mão parecia fazer estragos. Dai ela segurou meus braços pra trás e com a força de Thor, e me atingiu. Na hora, encurvei minhas costas de dor, mordi a boca e bati meu pé no chão, mas a dor não demorou a passar. Junto com a espécie de palmatória, ficou um rasgo na minha bunda.

“No caminho para casa me senti uma aberração. Como se no metrô todas as pessoas soubessem o que eu tinha acabado de fazer. O mais estranho pra mim foi que no final de tudo eu cheguei a conclusão de que eu queria sentir aquilo tudo de novo. Aquilo tinha feito me sentir viril, como se eu fosse capaz de suportar qualquer ataque. Me fez sentir vivo, acordado e consciente das minhas próprias barreiras de dor.

A sociedade moderna se torna cada vez mais lenta e vulnerável, enquanto tudo isso, na verdade, me fez sentir os limites reais do meu próprio corpo”.

Texto extraído do site: http://www.ideafixa.com/e-experiencia-de-um-jornalista-com-uma-dominatrix/

Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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um comentário

Sessão Worship me

Mais que uma Rainha. Uma Deusa, sendo adorada, venerada, e reverenciada muitas e muitas vezes. Segue as fotos do slave de ontem. Sumiu e implorou para aceitá-lo novamente,  aí estão as fotos.  Vai ter que se esforçar muito para ser aceito por mim, e sempre assim, prostado aos meus pés!

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Sessões de dominação – FOTOS

 

 

 

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Quero deixar claro que todas as fotos foram tiradas de forma consensual e a identidade de todos os fotografados são mantidas em total sigilo.

Podolatria e Bondage

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Ele totalmente a mercê, bondage tecendo entrelaçando suas mãos/braços e pés/pernas com maestria perfeita. Imóvel, ele se torna um móvel. Tal qual um objeto para o bel prazer dela. E a Domme calma, tranquila. Olho no olho. Dela nota-se um olhar sereno, malicioso e ao mesmo tempo, malvado e penetrante. Posição perfeita também para os pés, diretamente no rosto dele. Para que ele saiba ou para que não se esqueça que o seu lugar é ali mesmo, abaixo deles. As delicadas mãos dela entre as suas próprias pernas cruzadas, de forma que não se sabe ao certo onde ela toca. E seja qual for a sua conclusão para esse dilema, seja qual for, será cada uma em seu grau: excitante!

Water Game

Comemorei meu aniversário ontem com F. Embora meu aniversário seja somente segunda feira. Eu já havia avisado que eu queria algo especial. Além do que sempre é. Escolhi o motel Belle, suíte luxo hidro erótica. Na rod. Raposo Tavares, longe mas um capricho a ser cumprido por um servo tão fiel. Chegando lá (após darmos uma enorme volta por que ele é míope para placas!). Ganhei o meu presente, uma sandália lindíssima da Arezzo. Ele já me conhece muito bem e devo confessar acertou na escolha.

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Claro já o fiz tirar minhas meias pretas 7/8, desenrolando e cheirando as minhas pernas, até chegar nos pezinhos. Beijou vagarosamente cada um e vestiu as sandálias. Que ficaram lindas nos meus pés!

A suíte era temática sado, tinha a chamada cruz de santo André, onde pude prendê-lo e fazer o que eu bem quis. Como sempre.

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Mas antes, mandei que ele sentasse na cama, coloquei a venda em seus olhos e o deixei ali por uns instantes imaginando oque eu fazia mexendo na mala pegando algo de lá ou trocando meu o look para látex, corset, couro, ou outras fantasias. Porém, permaneci com a mesma roupa, um vestido retrô azul e as sandálias novas. Peguei apenas o meu chicote, coleira e algemas.

Me aproximo e começo a desabotoar calmamente a sua camisa enquanto sussurro em seu ouvido e mordo orelhas, pescoço.

– Não adianta resistir, você já é meu. Sabe disso…

Deslizo as minhas mãos em seus mamilos e aperto.
Sigo desabotoando e arranco-lhe toda a camisa. Despindo ele de si mesmo. De seus possíveis pudores ou resistência, ou da realidade. Preparando o seu corpo e sua alma para submeter-se completamente a mim.

Seguro seus cabelos, firmes entre os meus dedos e vou puxando levemente seu rosto em meu ventre, ele sente o cheiro da sua Rainha, e eu sinto um suspiro profundo. Depois prendo forte o seu rosto até que ele quase ficasse sem ar. Solto-o e com um toque ele cai na cama pra trás.

Vou trazendo ele pro meu mundo. Vamos entrando nessa realidade nossa e ficando tão livres de todo o resto. Menos uma coisa é inversa: ele vai sentindo-se cada vez mais preso a sua dona. E eu ainda tinha colocado as algemas…

Tiro sua calça e cueca. Vejo seu membro que está rígido. Tiro a venda coloco a coleira. E o levo até a cruz o colocando-o de frente.

Prendi ele calmamente observando os seus batimentos e a sua respiração ofegante. Chicote estalou em suas coxas. Contei apenas 3 bem fortes em cada perna.

Disse bem perto do seu ouvido:

– Quem é que manda aqui, heim? Diga!
– a Senhora, Rainha. Adoro a Senhora…

Aproximei-me para morder os seus mamilos e notei algo molhando o meu vestido.

– você está sujando o meu vestido! Perdeu o juízo!?
– desculpe Rainha, perdão, perdão.

O castigo foi intenso, por esse abuso. Mas achei pouco. Tinha outros planos pra ele e depois de soltá-lo. Water game!

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(Imagem ilustrativa)

O fetiche do chefe subalterno

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Essa idéia há tempos estava na minha “guest list de fetiches”. Até que me apareceu o tal chefe subalterno. Seria ele.
Enquanto conversávamos fui interrompida. Ouvi os passos de um salto e a voz de uma moça dizendo algo. De certo uma secretária. Fiquei furiosa, atrapalhar a minha linha de raciocínio não pode isso!
Eu perguntei oque havia acontecido. Ele prontamente se desculpou e disse que estava no consultório. Era médico, mas que tudo bem continuarmos… Sóquenão! Um fiozinho de paciência se exauriu no espaço, eu que já não fico com muita conversa por telefone. Encurtei o papo e fui bem objetiva: “não acerto nada sem que me encaminhe um email conforme oriento no blog”. Ele relutou um pouco que não poderia mandar do trabalho isso e aquilo. Mas como eu consigo tudo o que eu quero, “voailá”  rs ele foi obedeceu direitinho e criou uma conta no gmail especialmente. Contatos feitos por email assim, podem ser feitos sem se preocupar com hora, razão ou conteúdo! Rs Mas voltando…

Foram dois dias trocando os emails para acertar os detalhes. Hora, lugar, tributo, tempo, práticas e claro as minhas outras exigências, que eram:

Que ele fosse de terno, e passou o dia todo já vestido assim, apenas usou o jaleco branco substituindo o paletó. O seu dia foi longo no consultório, lembrando que me serviria naquele final de tarde e me mandou inúmeras mensagens dizendo o quanto as horas demoravam a passar. Comprou o vinho, me informou que já estava tudo como planejei. E assim foi…

18:30. Chegou antes, claro. Eu fui na sequência. Vestida tal como uma mulher de negócios, executiva, a Chefe perfeita de um chefe, um chefe mas que subalterno a mim.

“Qualquer empregado faria com cuidado e perfeição toda e qualquer ordem de uma chefe como a Senhora; faço oque a Senhora quiser….”
E eu dizia: “Mas isso é tão óbvio!”

Fofurinha sado

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Coisas fofas inspiram.  Teria dentro de cada Domme uma coisa “Felícia”? Ou ela é quem tem uma dose de sado fofurinha. Rs Brincadeiras a parte, algumas pesquisas já foram realizadas a respeito e muitas pessoas tem esse sentimento literalmente de esmagar mas não no intuito de tornar isso vias de fato.

Eu acredito que a personagem Felícia, tem uma abordagem meio subliminar e na minha opinião ao seu modo é sim uma sádica de carteirinha. Note o lacinho-caveira. Rs Quem tá comigo?