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Os caras do moto clube – por Alex Mazoka

Parte 1

Era noite de sexta, e como toda noite de sexta, eu fui encontrar Marina. Fechei o estúdio, desci as escadas do prédio. A rua Augusta estava movimentada com a cornucópia de pseudo-intelectuais, barracas de livros e excêntricos de todos os tipos. Tomei o sentido centro velho, e na trajetória os pseudo-intelectuais cediam espaço às garotas góticas, os livros aos bêbados, e os excêntricos apenas iam ficando mais feios. Algumas quadras abaixo Marina me esperava, com uma garrafa de Stella, jogando sinuca com 3 homens desconhecidos. Ali, naquele bar, Marina era como uma rosa nascida no mangue.

Quando eu cheguei ela me beijou na boca, o que era um claro sinal de que não havia nenhum homem ali que ela desejasse. Eu e Marina temos um código para ela me comunicar sua disposição aos outros homens: o batom carmesim, uma das cores mais vivas e belas, um vermelho intenso com um leve tom violeta. Quando Marina usa esse batom eu sei que ela está sexualmente disponível a outros, e portanto eu devo me comportar como um amigo, não mais que isso, justamente para que os caras pensem que ela é solteira e fiquem mais à vontade com ela. Mas seu batom hoje era vermelho claro, acho que era apenas um gloss labial. Ela usava uma calça jeans justa e rasgada, um top preto, e um scarpin de couro negro com tachas. Marina segurava o taco de bilhar com as duas mãos, apoiado no chão. Dançava ao redor da mesa, mas jogava pra ganhar – sempre. Os pobres coitados que ali fantasiavam com ela jamais compreenderiam aquela mente bela e cruel.

Entre uma tacada e outra, Marina foi me contando que o Marcos ligou pra ela e nos convidou para um churrasco do motoclube amanhã. O pessoal vai se encontrar numa chácara em Atibaia, e ela completou imperiosa: eu quero ir. O Marcos é o único cara do motoclube que sabe sobre o tipo de relação que eu e Marina temos. Ele certamente tinha segundas intenções ao ligar pra ela e não pra mim. Você quer muito ir? / sim, muito / por que? / os caras novos vão estar lá. Eram quatro caras novos que tinham acabado de entrar no motoclube, e Marina não os conhecia. Ela me contou que tinha preparado um vestidinho amarelo para ir amanhã, mas que precisava de uma sandália que combinasse. Ainda é cedo, podemos passar no shopping pra vermos sua sandália. Ela sorriu e me beijou: vai lá pagar enquanto eu termino aqui. Fui até o balcão, paguei o que ela consumiu. Saímos de lá e subimos em direção à Paulista.

Entramos em uma loja de calçados femininos. Olhamos as prateleiras. Eu gosto de fazer isso com ela, Marina me permite opinar em suas escolhas porque confia no meu gosto estético. Separamos alguns calçados e pedimos para a vendedora trazer. Era uma moça muito simpática, se chamava Patrícia, e nos atendia com um sorriso no rosto. Como sempre, a vendedora nos trouxe mais calçados do que pedimos, mas isso não era problema algum. Marina sentou-se na poltrona, e eu agachei ao seu lado. Ela estava ereta, com as mãos postas sobre os braços da poltrona, ciente de que não iria mexer um músculo para experimentar as sandálias, aquilo era minha tarefa. Enquanto a vendedora mostrava-lhe a primeira sandália, eu ia descalçando dos seus pés o scarpin que ela usava. A vendedora não entendeu bem o que iria acontecer, e Marina explicou: pode deixar que ele coloca. Eu tomei a sandália, era de couro branco, com duas tiras cruzadas frontais, uma fivela simples acima do calcanhar, e um belo salto grosso de madeira. Maravilhosa!, exclamou Marina. Me ajoelhei e calcei as duas em seus pés, afivelando as presilhas diante da vendedora embasbacada.

Marina se levantou e desfilou para nós. Estava lindíssima, e eu já a imaginava no vestidinho amarelo desfilando entre os caras do motoclube. Ela voltou e sentou-se novamente. Gostou? / adorei! / vamos levar essa? / vamos, mas quero ver todas, pode trocar. Apontou o pé em minha direção de maneira que meu queixo abaixado tocou a ponta dos seus dedos. Como eu amava aquilo. Tirei as fivelas e calcei nela uma anabela de tirinhas brancas. As outras vendedoras e clientes nos espiavam curiosas. Para algumas delas eu era apenas um tarado, para outras eu era um homem peculiar. Esta interação entre eu e Marina despertava surpresa ou inveja – mas a inveja também é uma forma de admiração. Amando ou odiando, todas queriam ali estar no lugar de Marina, ainda que não revelassem isso pra si mesmas. Experimentamos cinco sandálias ao todo. Cada uma delas calçada e descalçada por mim. Marina gostou de duas delas, e as levamos. Fui até o caixa, paguei, e saímos. Tomamos o metrô e fomos pra minha casa.

Preparei nossa janta enquanto Marina lia. Servi a mesa e jantamos um prato simples de legumes grelhados, arroz e salmão assado com alcaparras. Quero que você esteja preparado pra amanhã, porque eu estou disposta a fazer você passar vergonha. Ela estava mesmo muito interessada nestes caras novos. O que a senhora vai fazer? / o que for preciso para que um deles me coma / qual deles? / qualquer um, se possível os quatro. Eu tive uma ereção imediata, e emudeci. Gosto de ver ela assim eufórica, enlouquecida de desejo. Enquanto cortava o peixe, sorria maliciosamente pra mim. Faz tempo que não sei o que é chupar um pau de verdade, estou morrendo de vontade. Depois levou o salmão à boca, em um movimento delicado, fechando os olhos e saboreando a carne que eu havia preparado pra ela.

Marina era uma mulher que, ao contrário da grande parte da humanidade, sabia exatamente o que ela queria. Em circunstâncias normais uma mulher como Marina ficaria perdida num ciclo interminável de frustrações amorosas entre conhecer um cara atraente e envolvente, dominante, masculino, viril, e assumir uma relação com ele, domesticá-lo, torná-lo manso, fiel, cordial, amoroso, servil, e depois se cansar dele e jogá-lo fora. Depois se lançar num novo relacionamento com um novo homem com as mesmas características do anterior, tornando a castrá-lo e abandonando-o. Esse ciclo nunca tem fim. Isso acontece porque ela quer ser amada por um homem, mas ela tem dentro de si o desejo de ser tomada como objeto de desejo por um homem que não a ama. Um homem que possa fazer ela se sentir viva, desejada e poderosa. Mas Marina sabia como quebrar esse ciclo. Ela sabia que podia muito bem amar um homem e gozar com outros. Em mim ela tinha encontrado um homem que a compreendia e venerava. Um homem pragmático, que está disposto a aceitar que ela seja completa no amor e no sexo. Não vou me enganar achando que ela será só minha. Eu a quero bela e desejada. Eu aceito o fato de que inexoravelmente ela vai realizar-se como fêmea no desejo de outros homens. Eu mesmo não poderia amá-la de outra forma.

Depois da janta ela se aninhou no meu colo. Nos beijávamos enquanto ela me perguntava sobre os caras. Você já viu eles? / sim, vi / e como eles são? / são jovens, caras fortes como a senhora gosta / eu só vi um deles / e o que achou? / fiquei louca de vontade / você viu o Igor, acho / sim ele mesmo / os outros são do mesmo tipo / ai que delícia, mal posso esperar pra conhecer. Vimos um filme até tarde da noite e ela acabou dormindo. A levei pra cama nos braços tentando não acordá-la. Amanhã seria um dia especial pra ela, e ela precisa descansar. Antes de deitar, separei algumas coisas pra levar amanhã na chácara. Deixei o vestido dela sobre o sofá, junto com a sandália nova. Coloquei camisinhas em sua bolsa, e separei um vestido reserva para eventualidades. Fiz um estudo da rota que faríamos até a chácara, depois fui dormir.

Acordei tarde, quase dez horas. Marina me beijou. Ela estava pronta, maquiada, de banho tomado. Vamos corninho, está na hora de ir. Levantei, tomei um banho rápido. Saindo do banho fui servir o café, mas Marina recusou. Não estou com fome, a gente come por lá mesmo / então vamos? / não tão rápido, tenho uma surpresinha / pra mim? / sim, amor. Hoje você vai usar o cinto de castidade. Vai ser um dia bastante cruel. Marina me entregou o dispositivo de castidade. Era um tubo acrílico que trancava o pênis e impedia a ereção. Por dentro ele tem uns pequenos espinhos pontiagudos que machucam o pênis quando cresce. Eu, relutante, inseri aquela peça de acrílico ao redor do meu pênis. Ela atravessou o pequeno cadeado, e o trancou. Depois me mostrou a chave, e a guardou dentro de sua bolsa. Aquilo era terrível. Sei que quando estou em castidade eu fico sem defesas contra suas vontades, e ter o poder sobre minha ereção a torna ainda mais cruel. Ela me beijou com paixão. Estava deslumbrante no seu vestidinho amarelo claro, a sandália branca nova, e usando seu batom carmesim. Você está linda / eu sei / irresistível / é essa a ideia. Entramos no carro e partimos para Atibaia.

Parte 2

Uma hora e meia de viajem, mais ou menos. Quando chegamos, por volta do meio dia, a maior parte dos caras já estavam lá. Em sua imensa maioria eram homens, e as poucas mulheres presentes eram namoradas ou esposas dos membros do motoclube. Havia muitas motos estacionadas no gramado da chácara. No centro de tudo havia uma piscina, de um lado uma quadra de futebol, e do outro o casarão. Estacionei o carro e o Marcos veio nos dar boas vindas. Cresceu os olhos na Marina como um lobo faminto. Nossa, você está muito gata! / obrigada querido / pra quê tudo isso? / gosto de ficar bonita / pra você ficar bonita tem que piorar bastante. Ela riu. Marcos pegou Marina pelo braço, e a conduziu até o casarão, onde estavam nossos amigos. Eu fechei o carro e fui atrás. Lá também estavam os caras novos, e Marina logo deu um jeito de se aproximar deles. Marcos os apresentou: meninos, esta é Marina, ela que manda nessa porra toda! Os caras riam. Marina, estes são Fábio, Fernando, Renato e Igor. Os rapazes acenaram para Marina. Tratem ela com respeito, o namorado dela está aí. Mas Marina o corrigiu: não se preocupem, meninos, o Alex é bobo, ele não vê nada! hahaha! Os caras avaliavam se aquilo era um brincadeira, ou se havia nas palavras dela um fundo de verdade.

Marina estava radiante. Muitos caras, muitas motos, e todos eles querendo estar perto dela. Do outro lado da piscina a bola rolando, e o movimento não parava. Ela era o centro das atenções, e estava adorando. Eu quase não falava, o assunto era ela: o que ela faz, onde mora, com que trabalha, do que gosta, e mais. Às vezes eu tento entrar no assunto e responder alguma coisa, mas todos ignoram minha presença – inclusive ela. Me limito a rir das piadas e ficar quieto. Reparo como os olhares dos homens percorrem o corpo de minha dona, e como ela se sente confortável sendo alvo desse desejo. Ela está brilhando, e seu vestidinho amarelo faz sucesso. Um dos caras novos pergunta a ela: seu namorado não tem ciúmes que você usa um vestido tão curto? / se ele tem ciúmes o problema é dele, não meu. Os caras riem, e ela os acompanha nas gargalhadas. Eu também rio, envergonhado com minha própria nulidade. O deboche de Marina faz meu pênis se deslocar dentro do cinto, encontrando assim os pequenos espinhos internos que me causam dor.

Ela me ordena a preparar-lhe um prato com carnes e salada. Enquanto eu me afasto, os caras parecem mais abusados e atrevidos, e Marina sorri sem parar. Cortei a carne em tiras, temperei sua salada, peguei uma cerveja e levei pra ela. Ela agradeceu, e ofereceu aos garotos que se servissem do prato que eu segurava. Todos eles tomaram um pedaço, e nada sobrou para mim. Depois de um tempo o cara da churrasqueira foi jogar bola, e não havia ninguém para cuidar da carne. Marina então me oferece pra tomar o lugar dele: Gente, pode deixar que o Alex cuida das carnes. Não podendo contrariar minha dona, vou para a churrasqueira continuar o serviço faltante. Agora eu estou longe deles, e não consigo ouvir a conversa. Mas vejo que minha ausência permite o avanço dos garotos. Aos poucos Marina vai se distanciando do lugar onde estou, e eles se sentam num banco de madeira no gramado: Marina e os quatro novatos. Ela se senta de costas pra mim, com as pernas cruzadas. Faz um sinal para que Igor se sente ao seu lado. Os outros três sentam-se na grama, de frente pra ela. Eu percebo que Igor toca sua perna com a mão enquanto conversam. Sinto novamente meu pau preso crescer e a dor dos espinhos mordendo a carne me faz sofrer. De longe, posso apenas ouvir as gargalhadas de Marina, mas ela sabe que estou atento a cada gesto dela. Vez ou outra me faz um aceno, estala os dedos, e eu vou lá. Nos traga cerveja, pra mim e para os meninos. Eu obedeço, e volto para a churrasqueira.

Retiro do fogo uma remessa de carnes, e corto-as em tiras. Preparo um tábua de carnes, queijos e linguiça cortada para Marina e seus novos colegas. Vou até lá.Senhora, preparei uma tábua de carnes / nossa até que enfim! os meninos estão com fome, por que demorou tanto essa carne? / o fogo está baixo, mas vai sair mais / prepare mais uma tábua dessas pra gente, e nos traga mais cervejas / sim senhora. Assim que eu saio, os caras riem. Eu pego as cervejas e os sirvo novamente. Igor, o mais abusado, provoca: fica de olho que eu vou pedir mais cerveja, não quero levantar porque o papo está uma delícia. Eu emudeço, e Marina se deleita com minha humilhação. Responde, idiota, ele falou com você. Eu estava perplexo, o que eu deveria responder? Diga “sim senhor” – ela ordenou. Sim senhor ­– respondi. Ela estava disposta a tudo para me fazer passar vergonha. Ah, tem mais uma coisa. Você está proibido de comer. Só vai comer depois que nos servir, ouviu? / Sim senhora / agora vai, e presta atenção quando eu te chamar. Assim que eu voltei para a churrasqueira, as mãos do Igor voltaram para as pernas da minha dona.

Até agora eu não havia comido, e estava com fome. O tempo todo passava alguém e roubava um pedaço de carne quase bom para servir. E eu tinha que separar algumas para levar à Marina. Os caras com ela estavam de olho em mim para me denunciar caso eu comesse alguma coisa. Eu cortava a carne suculenta imaginando se não conseguiria pegar um pedaço escondido, mas não tive coragem. Marina podia ser muito cruel se eu ousasse enganá-la. Enquanto eu colocava mais carnes na churrasqueira, notei que Marina se levantou e foi até o banheiro. Quando voltou ela passou por mim e enfiou algo no meu bolso. Me deu um beijo no rosto, e disse: isso aqui você pode comer. Nos sirva novamente, corno. Estou adorando te humilhar. Quando ela se foi, enfiei a mão no bolso, e vi que era sua calcinha, encharcada de tesão. Marina estava adorando ser desejada por aqueles quatro rapazes. Agora ela cruzava e descruzava as pernas, exibindo sua flor divina aos três que sentavam-se na grama à sua frente.

Cortei mais uma tábua de carnes e queijos, e fui servi-los. Notei que além de sem calcinha, Marina estava também sem sutiã, e seus mamilos dilatados insinuavam-se no vestido. Igor havia passado o braço sobre seus ombros belos e desnudos, e com a outra mão tocava seu seio por trás do tecido amarelo. Amor, o Igor me perguntou o que significa minha tatuagem, o naipe de paus com a letra Q – disse em tom divertido. Eu expliquei e eles adoraram. A tatuagem que Marina tinha no ombro esquerdo, o naipe da Rainha de Paus, era uma identificação universal de que ela era uma mulher livre, abertamente promíscua, que exercia dominância sobre seu namorado submisso. Eu expliquei pra eles como funciona o nosso relacionamento, e eles te admiram muito por suportar essa galhada enorme na sua cabeça! Ela falava isso tudo com um tom doce, e um sorrisinho irônico profundamente cruel. Não havia mais ninguém por perto, a maior parte dos caras estavam comendo ou jogando bola. A dor que eu sentia era imensa, e não pude suportar a vontade de dobrar os joelhos diante dela, e terminei prostrado na grama. Ela se inclina na minha direção e diz em voz baixa: Isso, corninho, assim que gosto. Se renda, não existe forma de escapar disso. Este é seu destino. Esta é sua vida. Aceita. Sofre por mim.

Quando eu levanto minha cabeça para encará-la, ela está majestosa em minha frente, me olhando com doce sadismo, desdém e poder. O descruzar de suas pernas exala seu cheiro, que dobra minha vontade diante dela. O mesmo cheiro que atiça os machos a penetrá-la. Seus olhos me penetram e destroem minhas defesas. Eu tive uma ideia, vou levar os meninos para os fundos do casarão pra gente brincar um pouco. Quero que você assista. Vai lá na churrasqueira, tira as carnes que estão no fogo, serve o pessoal, e venha o mais rápido possível. Eu acenei com a cabeça, assentindo. Ela se afasta e se reclina no banco novamente, e cruza as pernas novamente. Beija meu pé.Eu, já ajoelhado, não ouso desobedecer. Tomo seu pé em minhas mãos e o encho de beijos. Chega, corno!, já está abusando. Vai lá fazer o que te mandei. Voltei à churrasqueira, tirei as carnes do fogo e ofereci para os colegas. Depois corri para os fundos da chácara.

Quando cheguei, Marina estava já diante de três paus apontados pra ela. Os três caras tocavam seu corpo, seus mamilos, sua bunda e coxas. Ela se vira entre eles, sendo cercada por todos os lados, se ralando nos paus que pulsam à sua disposição. Igor olhava de fora, se preparando para penetrá-la. Marina me olha de forma provocante, a ordena: Não fique parado aí, idiota, eu preciso de um apoio aqui. Eu me aproximo. Fica de quatro, você vai ser meu banquinho. Eu obedeço. Marina estava impressionada com o tamanho do pau do seu comedor. Antes que ele a penetre, ela faz questão de me mostrar o membro bem de perto: Está vendo isso, corno? Isso é um pau de verdade! E por isso ele vai me comer e você vai ficar aí na grama sendo meu banquinho. Realmente é um pênis enorme, de veias salientes e pulsantes, curvado para cima de forma visualmente impressionante. Eu abaixo a cabeça, humilhado, e Marina arrebita bem a bunda para receber o pênis robusto de seu amante dentro dela. Igor penetra seu pênis vagarosamente em minha dona, de forma a retirar dela um longo suspiro.

Os gemidos de Marina, finos e altos, são abafados pelos paus que se revezam a invadir sua boca. Igor, instigado durante a tarde toda, está tomado de tesão, e a possui com voracidade, puxando seu cabelo com a mão, deixando-a ainda mais divina em seu êxtase sexual. Mãos diversas tocam o seu corpo, dedos circulam seus mamilos macios, e eu sinto seu corpo frágil e belo tremendo de prazer. Às vezes eles param para tomar fôlego e não gozar tão depressa, mas Marina logo puxa outro pau pra chupar, deixando-os todos no limiar do orgasmo, lutando para resistir aos espasmos do clímax. Caralho, mas que bucetinha gostosa! – exclama seu comedor. Eu nunca senti uma tão apertada! Ele arfava e estocava o pau mais profundamente dentro de minha amada princesa. Seu saco inchado, cheio de esperma, estalava sob as pernas de Marina.

Vez ou outra, em pleno júbilo dominante, Marina estapeia minha cara, e me chama de corno. Eu sentia as dores pela ereção contida no cinto de castidade, e nem os espinhos conseguiam refrear minha insistente ereção. Eu sentia a agonia da castidade como uma extensão do deleite de minha dona. O prazer dela era mais delicioso pra mim do que para os machos que a comiam. O macho alfa, quando toma a mulher, usa-a para seu próprio prazer, e não para o dela. Justamente usa-a da maneira como eu, seu escravo, não saberia fazer. E assim, sendo objeto de prazer egoísta de quatro homens, Marina encontrava enorme satisfação.

Um dos rapazes não resiste muito tempo às carícias dos lábios de minha amada, e anuncia: vou gozar! quero gozar na sua boca! Marina abre bem a boca, e olha fixamente em seus olhos, segurando firme na base do pau do seu macho. Ele sente sua mente aprisionada por aqueles grandes olhos negros de bruxa. Depois explode. Explode em um jato de porra. Um leitinho quente e grosso. Tanto leitinho que transborda e escorre pelos lábios de meu amor. Derrama-se pelos seus seios como um riacho quente e viscoso, enquanto o macho geme de prazer. O rapaz se afasta, desaba na grama e sorri agradecendo aos deuses pelo melhor orgasmo de seu vida. Logo em seguida o Igor também anuncia que vai gozar, e Marina enterra seu quadril no falo de seu animal voraz, movendo-se em ondulações que sugam as forças do homem, fazendo-o gozar enquanto suplica para que ela não pare – seja lá o que ela está fazendo.

Dois agora estão no chão, aliviados, satisfeitos, e outros dois rapazes imploram para que Marina os faça gozar como fez com aqueles. Ela para por um momento, olha para os dois e ordena: Meu escravo agora mai me chupar, vocês dois vão gozar juntos, na hora que eu mandar. Eles concordam com um movimento de cabeça. Marina então se dirige a mim: corno, você vai pro chão, me chupar, do jeito que eu gosto / sim senhora. Deitei-me de barriga pra cima, e ela sentou-se em minha boca. Marina segurava os dois cacetes juntos, tocando-se cabeça a cabeça como dois morangos brilhantes, e assim serpeava sua língua tenra e rosada entre eles. Os dois rapazes já estavam no limite possível de suportar o prazer sem gozar, e aquela língua os conduzia para a completa irracionalidade. Ela tem o controle total sobre aqueles dois paus, como tem sobre o meu.

Eu rastejo até que minha boca esteja logo abaixo do seu sexo, a sua flor divina que escorre de tesão pelos quatro alfas. Então eu provo a sua seiva sagrada e sinto o maior prazer que um homem pode sentir na vida, sinto que pertenço à mulher que eu amo, e que meu sofrimento é belo e agrada à minha dona. É uma honra imensa estar ali. Minha língua implora pelo seu gosto, e Marina sente minha devoção quando toco as pétalas da sua flor. Sinto sua seiva descer pela minha boca enquanto minha senhora saboreia dois paus grossos e pulsantes. Eu afasto com cuidado suas pétalas com meus dedos, e avanço com minha língua até o botão secreto de sua rosa, lambendo-a com cuidado, com devoção. Lentamente Marina sente seu orgasmo crescendo, e começa a gemer alto. Finalmente suas pernas começam a fraquejar, e Marina deixa o peso do seu corpo a levar a senta-se na minha cara para gozar em conforto, enterrando meu rosto entre suas pernas e suas nádegas. Enquanto ela goza, seus dois machos gozam juntos em seu rosto. Minha dona é banhada em sêmen durante seu próprio gozo, como uma chuva de glória exaltando sua majestade.

Os rapazes estão exaustos, e nos deixam a sós, eu e Marina. Ela também está exausta, deitada na grama. Eu me deito ao seu lado, e nos beijamos. Ela está coberta de leite de alfa, desfalecida. Eu gozei duas vezes, uma no pau do Igor, e outra na sua boca. Meus parabéns, fez o seu papel direitinho. A aprovação de Marina era o melhor prêmio que eu podia receber. Minha senhora sabe que sou dela. Ela sabe que, mesmo sendo usada como objeto sexual por muitos homens, ela é minha dona. Sou um homem que a ama integralmente, inclusive seus desejos lascivos e cruéis. Ela está em paz e ficamos ali juntos, a sós, até o por do sol.

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Castidade masculina – porque sim?

 (foto ilustrativa)

Em quais níveis a castidade masculina é tão prazerosa para os homens (sim, é!) e porque disso? 

Fatos sobre a castidade, a libido, o orgasmo masculino entre outros comportamentos que venho observando. E conversas com meus subs e com amigas, me levaram a uma pesquisa detalhada e a formação de uma opinião pessoal sobre o assunto. Claro que existem muito mais a respeito e também opiniões diferentes. Eu quero “ouvir” os comentários depois! Enjoy it!

A LIBIDO

A libido masculina e feminina parecem trabalhar um pouco diferentes, a nível biológico. A libido masculina tende a ser construída gradativamente ao longo do tempo por conta própria, mesmo na ausência completa de estímulos sexuais, quanto mais tempo ele fica sem ejaculação (orgasmo), eventualmente chegará em um “pico”, um ponto que parece variar de acordo com a idade e a saúde em geral – a genética e os níveis de testosterona provavelmente contam.

MASTURBAÇÃO 

O que a maioria dos caras fazem quando começa a sentir aquela vontade? Bem, a maioria parte para a masturbação. Fato descoberto muito antes de se tornarem sexualmente ativos.

ORGASMO

Então – o orgasmo masculino faz liberar uma agradável e gostosa mistura de ocitocina e dopamina (o “hormônio de ligação” e “hormônio do prazer” em geral, respectivamente), e bummmm! Mas… em algum lugar ao longo do caminho, tadinhos (só que não, rs); eis que a natureza do homem seleciona pra eles um freio, dessa adorável sensação orgásmica, através de um hormônio chamado prolactina.

ENTENDENDO OS HORMÔNIOS 

A prolactina é despejada pelo cérebro logo após o orgasmo masculino, e suprime diretamente a ocitocina e a dopamina. Esta é a principal razão pela qual o orgasmo peniano típico dura apenas cerca de dez segundos (se tiverem sorte), e é também a origem do período refratário do sexo masculino.

PROLACTINA: A VILÃ

Então, qual é o problema? O grande problema é que a prolactina leva mais tempo para ser reabsorvida pelo organismo do que a dopamina e ocitocina. E suprime esses dois hormônios. Então o cara acaba num estado onde ele tem muita prolactina, resultando em uma dose persistentemente baixa dopamina e oxitocina, que o faz sentir-se uma porcaria.

O que eles fazem uma situação como esta? Bem, a maioria dos caras, provavelmente, fazem a mesma coisa que os fez sentir bem da última vez – masturbação ! E começam uma outra busca do mix de dopamina e oxitocina – mas o seu cérebro também despeja mais prolactina em seu sistema. Aí lá vão novamente… Várias vezes num ciclo, tentando parar de se sentir um lixo e cada vez, apenas aumenta o problema. Eles literalmente se tornam um viciado em drogas, e o negociante é o seu próprio cérebro.

CASTIDADE

O que a castidade masculina faz (com ou sem um dispositivo) é jogar uma chave de macaco nesse ciclo vicioso. Dando uma pausa longa o suficiente do orgasmo, o cérebro, eventualmente, reabsorve toda essa prolactina, permitindo que os níveis de dopamina e oxitocina voltem ao normal. Isso é bom – tão bom, na verdade, que a maioria dos homens que tentam a castidade longo prazo acabam declarando eles preferem essa experiência, ao invés de alguns breves momentos fugazes. 

Eles ainda podem ter relações sexuais, orgasmos consentidos com x frequência, limitado por sua parceira, que irá controlar o número de vezes que ele poderá chegar ao orgasmo e de qual forma irá acontecer. E o melhor, oque ele terá de fazer pra merecer.

Isto pode ser muito vantajoso para as mulheres, que normalmente têm o problema oposto: não recebem orgasmos suficientes. A castidade masculina parece resolver esses dois problemas. É como entrar num jogo de excitação e controle, muito prazeroso para ambos os lados, se bem conduzido. Legal né?

Eu particularmente adoro a castidade, como já disse em outro post, sempre me deu muito prazer deixá-los sob a negação e sofrendo, e decidir quando e como terão algum tipo de prazer ou….. nenhum ! Essa para mim é a maior entrega de um escravo! Mesmo sendo a castidade controlada isoladamente de outras práticas, ou somadas a práticas de cuckold, Sissys ou outras. Não importa, vamos deixar os fetiches e a imaginação fluir!

Mas só funciona se você for honesto e não se enganar. Se você está se sentindo tentado, precisa dizer a sua keyholder, assim ela poderá ajudá-lo a encontrar maneiras, de passar pela parte mais difícil (que é o pico descrito anteriormente).

Precisa ser honesto consigo mesmo e muito!

Parafraseando, mas de minha autoria:

“O verdadeiro significado de estar sendo dominado por uma mulher inteligente e poderosa é, que você será capaz de explorar com muita profundidade os sentimentos que o acompanham.”

Acredito ser esse o conceito para o início de qualquer contato em qualquer que seja o fetiche….

Enfim, só posso ser honesta também:

Acredite em mim, isso vai ser difícil. A castidade controlada será uma das coisas mais difíceis que você já fez, na verdade – você está tentando quebrar um caminho de recompensa que tem sido continuamente reforçado, quase todos os dias de sua vida desde a puberdade.

Pergunte-se é isso que eu desejo? Então vá em frente e descubra os seus limites!
Algumas das fontes de pesquisa:

http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/orgasmo-dura-10-segundo-media-391165.shtml

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ejaculação

http://www.vilamulher.com.br/sexo/hormonios-e-prazer-26998.html

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Key Holder – castidade controlada por Mistress Charlotte

Mistress Keyholder chastity cuckolding

Pra começar, pra quem ainda não sabe existem dois tipos de homens, os alfas, garanhões comedores, confiantes que encontro no cotidiano nas ruas, bares e baladas e os subs escravos losers cornos e sissies, E, se você chegou até aqui, certamente faz parte desse segundo grupo.

Então agora decidi que quero resolver os seus problemas! Gosto e proponho um serviço Key Holder para escravos macho betha como você! Vamos ser sinceros, seu pau é pequeno, você tem ejaculação precoce, você nunca deu prazer de verdade a uma mulher, faça uma pergunta a si mesmo, a que lugar esse seu pauzinho te levou? A lugar nenhum…. Então, não seria melhor trancar isso aí numa gaiolinha e ser possuído por uma linda rainha de verdade? Vou ser má quando preciso, severa sempre, mas também vou te guiar e te ajudar nesse seu caminho do qual você quer, pertence e não consegue fugir.

Eu sempre gostei dos meus escravos trancados em cinto de castidade, achava bonitinho vê-los com mais um enfeitinho para me divertir. rs. Sempre me deu muito prazer deixá-los sob a negação e sofrendo, e  decidir quando e como terão algum tipo de prazer ou….. nenhum !  Essa para mim é a maior entrega de um escravo, venha para os pés da sua dona!!!

Chastity castidade controlada

Programas de castração com acompanhamento da Mistress Charlotte, eles podem ser de 1 semana, 1 mês ou até mesmo de um ano quem sabe? Eu vou te treinar, eu vou cuidar de vc, eu vou te possuir, vc será meu, seu corpo, sua alma, seu prazer, o objeto de sua pseudo masculinidade vai pertencer a mim!

Aceite sua natureza de perdedor e comece seu treinamento castidade comigo. Não importa se o seu desejo é ser escravo, corno ou Sissy, eu monto o programa certo para você Loser!

Primeiro passo: você deve adquirir um cinto de castidade de boa qualidade, ou eu posso escolher um para você, em seguida eu te enviarei um cadeado numerado que você terá que lacrar seu pequeno galo. Poderemos proceder de diversas maneiras, você, terá que enviar uma foto todas as noites antes de dormir do seu pau bloqueado do lado de um documento que comprove a data do dia (jornal, computador), ou podemos agendar sessão via webcam, onde você provará a mim que continua casto, mas eu prefiro mesmo ter com você sessões semanais onde poderemos compartilhar as dores e os prazeres dessa nossa viagem e incrementar seu novo estilo de vida com punições que te colocarão no lugar ao qual você pertence, se combinarmos um programa com sessões reais, poderemos tirar você do cinto para higienização e depilação, você também poderá se aliviar (caso eu permita) e concederei descontos caso fecharmos um pacote a longo prazo.

click keyholder  preencha o formulário para ser avaliado. Se você for aprovado, será controlado e casto sob meus comandos. Mostre para o mundo e para sua Mistress o quanto esforçado você é! 

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merdinha há 3 dias casto

Pra quem com certeza irá me perguntar: não esse não é o meu corninho oficial, esse é o trouxa turista, o merdinha. Que fica mais fora de São Paulo que outra coisa. Já está há 3 dias em castidade. Quarta-feira agora está marcada a nossa sessão, será que eu devo tirar o cinto ou deixar mais um pouco? Afinal um merdinha desses não merece e nem tem razão de ficar com o pauzinho dele inútil solto por aí. rs

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Meu Corninho Oficial

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Fotos tiradas pelo meu corninho oficial, M, na casa dele. Ainda não fizemos no real, fantasias a mil! Ontem iniciamos a procura pelo meu amante. E essa sandália maravilhosa que ganhei dele!? Lindaaa. Ficaram perfeitas nos meus pés. Ele soube agradar sua dona. Passou a noite de cinto, dormiu de cinto e aos poucos vai se acostumando com a idéia. Soltei só hoje de manhã, e deixei ele se aliviar. Mas passou a noite sofrendo na vontade.

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De corno a sissy

Corninho antes de ser amarrado, chupou meus pezinhos, apanhou na bunda e na cara pra aprender a não ser insolente e lembrar que é meu capacho, pra oque eu quiser fazer com ele.

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Joelhinhos todos vermelhos!

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Rainhas e 3 submissos

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Não esqueci promessa de Rainha, em breve o relato completo desse dia. Sessão com 3 subs. Dois deles da Rainha Venice, seu marido corno o Cásper e Nets o podo submisso. Sensacional. Usamos os vermes de cobaia para testar brinquedinhos novos de spanking com canne, chicote, palmatória, etc… rolou muita podolatria, inversão no corninho, shibari, tortura com eletro estimulação, mobiliário humano….. nos divertimos muito com esses imbecis! Será que já posto todas as fotos?????? Hahahaha

2 comentários

Corninho gringo

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Até que que o gringo não era de se jogar fora, mas olha esse pau small size kkkkk

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