Entregar o controle a outra pessoa: experiência “libertadora” – parte 1

Dominadora profissional São Paulo

Vou abordar a questão do CONTROLE dentro do universo BDSM. Nessa primeira parte, em uma leitura curta para que nas próximas publicações você possa acompanhar e compreender um pouco mais sobre o assunto.

 

Entregar o controle a outra pessoa é uma experiência muito “libertadora”. O que quero dizer é que liberdade e responsabilidade são dois lados da mesma moeda. Mas enquanto a liberdade é boa, a responsabilidade é muitas vezes estressante e desgastante. Ao desistir da liberdade, um submisso pode se sentir “liberto” da responsabilidade e, portanto, livre do estresse que o acompanha, mesmo que apenas por um momento. Enquanto eles estão sendo controlados, eles não precisam mais se preocupar com qualquer outra coisa. De repente, tudo se torna uma preocupação de outra pessoa, e isso faz com que se sintam melhor.
O controle também pode ser um grande fator para as pessoas dominantes, mas na direção oposta. Ser dado controle sobre a vida ou o corpo de outra pessoa pode parecer muito fortalecedor. O conhecimento de que agora você tem poder sobre outra pessoa, e eles não apenas aceitarão de boa vontade, mas de bom grado, a sua vontade, é muito estimulante.
Outro tema comum no bdsm é a confiança. De muitas maneiras, todo bdsm é um exercício de suprema confiança. O submisso está confiando que o dominante vá tão longe e não mais, e proteja o submisso de danos indevidos. Para um submisso, ser capaz de confiar em alguém tão profundamente que você está disposto a literalmente colocar sua vida em suas mãos é muito excitante. E para um dominante, ter alguém em sua vida que esteja disposto a lhe dar esse tipo de confiança também.

Pony Play, Dog Play, Facesitting, Feet Worship, Humilhation

Perspectiva do escravo. Em algumas sessões terei junto com as fotos (que são SEMPRE consensuais), relatos dos escravos contando a sua experiência em me servir. Eu particularmente adorei essa sessão, já virou escravo em treinamento. Mistress Monique também esteve presente, em breve também as fotos dela!

It was a wonderful afternoon waiting for my mistress. She came with her friend Monique, and the first thing she order to me is to go to the ground and lick her feet, then Monique’s feet too.
I loved when they decided to seat and talk each other while I was cleaning their shoes with my tongue.
Sometimes they used my head like a foot stool.
Of course they used me like a ponyboy, a chair, they trampling me like a carpet crushing my face with their full weight.
It was two hours of total domination using me like a real slave.
I enjoyed a lot and to serve her again very soon.

 

Pode lamber meu pézinho!

Rainha Charlotte Dominadora São Paulo domme

Sessão de ontem, meu escravo me servindo, eu tomando meu bom vinho malbec e ele aos meus pés!

Dicionário – Humilhação Verbal

Oi babacas imbecis, vermes e germes, esse dicionário traz elogios especialmente para vocês! Encontrei na net achei o máximo, tirei alguns adjetivos (xingamentos), acrescentei outros. Quem tiver sugestões relevantes, serão bens vindas! Aproveitem para deixar comentários:

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A
acéfalo
animal
anta
antiquado

B
babaca
banana
besta
bicha
boçal
boiola
burro

C

cadela
cagão
canalha
capacho

corno
covarde

D
débil mental
desaforado
descarado
desprezível
dissimulado

E
energúmeno
estúpido

F
filho da mãe
filho da …
filho duma égua
frouxo

G
gambá
gentalha
germe
grude

H
hipócrita

I
idiota
ignorante
imbecil
imprestável
insignificante
insolente
inútil

J
jaburu
jeca
jegue
joão-ninguém

L
lambão
lamuriante
lânguido
larápio
largado
lastimoso
lento
lerdo
lesado
lesma
leviano
linguarudo
lombriga
loroteiro
louco
lunático

M
maçante
mala
mal-acabado
maldito
mal-educado
mão-de-vaca
maricas, mariquinhas
matraca
mau-caráter
(seu) merda
mesquinho
micróbio
miserável
mole
molenga
mongol
monstrengo
monstro
monstruoso
mosca-morta
mula
munheca

N
nefando
neurótico
nojento

O
obsceno
odioso
otário

P
palerma
palhaço
pamonha
panaca
pangaré
pão-duro
paquiderme
parasita
paspalho
patife
pedante
peste
porco
praga
preguiçoso

Q
quadrado
quadrúpede

R
recalcado
relapso
relaxado
reles
repugnante
repulsivo
retardado
ridículo
ruim

S
sacana
salafrário
saliente
sarnento
seboso
sem-vergonha
sonso
suíno
superficial

T
tapado
tolo
tonto
toupeira
traíra
traste
trouxa

U
ultrajante
ultrapassado

V
vadio
vagabundo
verdugo
verme
viadinho

X
xucro

Z
zero à esquerda

Vídeo e fotos dos meus pézinhos no parque

Sentindo a grama com os pés, contato com a natureza. Adoro. Sujeirinhas naturais da terra! Rsrs A próxima vez levarei meu sub “f” para os cuidados especiais com os meus pézinhos. Limpeza, carinhos e massagem. E tudo mais que eu quiser.

Meu domingo muito gostoso no parque!

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espreguiçando, pés pro alto, lindo domingo! Céu maravilhoso! 

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tirando o tênis para relaxar depois da corrida!

Experiência com uma Dominatrix – pelo jornalista Ryan Duggins

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O jornalista Ryan Duggins resolveu experimentar uma sessão com uma Dominatrix,  em uma coluna no askmen.com, ele contou como foi essa experiência.

Durante sua carreira jornalística, Ryan já havia se arriscado em algumas atividades em prol de matérias que ajudassem pessoas a satisfazerem-se de forma saudável e por completo em suas relações sexuais. Mas segundo ele, a experiência com uma Dominatrix era algo que ele não fazia ideia de onde estava se metendo.

Ryan sempre foi fascinado pelo lado obscuro do sexo, e por mais que ele admitisse gostar de uns tapas na cara durante o sexo, as experiências mais profundas como sadomasoquismo e bondage nunca tinham despertado nele o desejo sexual. A idéia de estar amarrado, sendo espancado por uma mulher não era uma coisa que o empolgava com facilidade.

A conversa que começou por e-mail, encaminhou Ryan até Miss Hunter, uma cantora de ópera londrina que fazia uma grana torturando uns caras também. No começo da conversa, Miss Hunter rejeitou a proposta de conhecer Ryan, mas a insistência do jornalista fez com que ela liberasse o que ela chamava de “sessão teaser”.

Segundo Ryan, ele começou a tremer um pouco quando os termos “restrição de sentidos” e “tortura” começaram a surgir na conversa. Mesmo com o c* na mão, Ryan concordou em encontrá-la em uma estação do metrô, as 16h30 de uma sexta-feira para concluir seu objetivo.

Ryan disse que sabia muito pouco sobre as práticas de uma Dominatrix, mas que sabia que os métodos costumavam funcionar bem em caras muito poderosos e bem sucedidos. É algo que ele fazem como se estivessem em busca de um equilíbrio psicológico depois de passar semanas dizendo o que fazer e como fazer para outras pessoas – normalmente seus funcionários. É como se quisessem sentir um pouco como é estar do outro lado do “quem manda e quem faz”.

Foi uma ruiva atraente, com seus óculos de grau, quem colocou Ryan para sofrer. O jornalista conta que ela o levou até a uma casa que parecia muito com uma cozinha velha, só que com uma diferença: em vez de fogão, armários e geladeira, o que esperava por ele na casa era uma câmara de tortura.

“Ela me pediu para sentar e começou a contar que fazia isso a mais ou menos 7 anos, com clientes de todas idades, credos e que exigiam vários níveis de ‘armamento’. Ela admitiu que começou a fazer isso como uma última alternativa pra ganhar uma grana, mas que acabou descobrindo que gostava de fazer aquilo, o que resultou em toda prática.”

Miss Hunter disse para Ryan que se ela não gostasse do que faz, se sentiria mal, mentindo e traindo seus clientes. “Não é algo que eu faço apenas pelo dinheiro. Além do mais, você precisa ter um nível alto de paixão pelo que faz pra você ser bem sucedido. Você precisa se divertir também”.

Segundo o jornalista, Miss Hunter disse que as pessoas exigem coisas muito específicas. “Os caras pedem para apanhar das mais variadas coisas. A bengala, por exemplo, é algo que alguns dos velhos gostam. Eles querem lembrar como era quando um seus pais ou responsáveis estavam bravos com eles. Então eu finjo que estou brava, espancando eles com a bengala.” – disse Miss Hunter.

“Tem também a escova, que lembra algo materno, mas que também era usada para umas boas surras quando eles eram mais novos”.

Ryan conta que enquanto ela compartilhava suas experiências com os clientes, ele percebia sorrisos largos no rosto dela. Mas o sorriso não era um sorriso perverso de quem estava prestes a espancar alguém. Era um sorriso aberto, de quem tinha maturidade suficiente pra compreender o psicológico de todos esses caras “estranhos”.

A profissão de uma Dominatrix é considerada por algumas pessoas uma sessão de terapia sexual. Por mais que estes caras não entendam o porquê gostam dessas coisas “bizarras”, pelo menos aos olhos de grande parte da sociedade, eles conseguem conviver com seus desejos sexuais de forma sadia fazendo essas sessões.

“Eu levo meus clientes muito à sério. Eu tenho dois nomes, dois endereços, duas datas de nascimento e eu mantenho tudo completamente separado. Eu me preocupo muito com a repercussão que pode acontecer caso essa informação vaze.” – disse Miss Hunter.

Depois de Miss Hunter falar dos motivos para ser procurada, finalmente começamos a sessão para que eu testasse realmente a terapia.

Miss Hunter começou a sessão com: ‘Coloca a bunda pra fora’. Wow. Quem era eu para dizer não? O fato de minha bunda estar de fora ainda não era grande problema pra mim. O que me preocupava era o assento que tinha no meio do chão. Foi quando ela se sentou sobre ele e me pediu pra dobrar os joelhos”.

” ‘Isso não é uma cirurgia médica – vem aqui’, ela me pediu enquanto eu caminhava com as calças arriadas e com minhas melhores boxers ao redor dos tornozelos. Caminhei meio cambaleando até ela, e enquanto eu tomava cuidado pra não tropeçar em nada no chão ela me deu um puta tapa na cara, na bochecha direita. Depois na esquerda, depois alternando entre as duas até completar oito tapas. No oitavo eu estava quebrando.

Quando perguntei pra ela quanto tempo os caras costumavam ficar levando tapas, ela disse que alguns aguentavam muitos minutos. Achei um absurdo. Dai ela apontou para o sofá de couro e mandou eu deitar de bruços. Tropecei na própria roupa e cai sobre o sofá enquanto ela pegava as ferramentas.

A primeira coisa que ela pegou foi uma pá de couro, comprida. Ela disse que começaria com menos força e continuaria até o limite que eu aguentasse. A pá doía exatamente como imaginei. Como picadas, só que como a dor ia embora rápido, eu comecei a ter uma ideia do porque as pessoas gostavam daquilo. Ela dizia que ia me espancar durante a sessão, mas na verdade eu estava sentindo sensações diferentes. Não era uma excitação propriamente sexual. Era um tipo diferente de prazer”.

Depois ela pegou algo chamado Tawse. Uma espécie de cinto de couro dividido em 2 línguas no fim. O Tawse já me deixou uma dor mais latejante. Minha bunda ficou completamente vermelha e comecei a perceber que a coisa ia ficar feia.

Eu tinha a ideia na cabeça que as ferramentas mais firmes seriam mais doloridas. E eu estava certo. Ela trouxe até mim duas escovas. A primeira era feita de madeira, e a cada vez que ela atingia minha bochecha com aquilo eu sentia uma dor absurda, só que na minha pélvis. Ela esperava uns minutos e trocava a escova de madeira comum pela de ébano, que é como um pedaço de tronco de árvore, duro pra caramba. Foi brutal. Comecei a broxar na hora.

Eu entendo que as correntes e o fato de você ser amarrado excita pra caralho, mas ser atingido por escovas e chinelos parecia bobagem pra mim. Falando em chinelos, ela tinha dois: um deles parecia com esses ‘chinelos de vô’, e o outro parecia com uma espécie de alpargatas.

Como suspeitei, a dor do ‘chinelo de vô’ era maior. Parecia um soco no meu rosto. Eu tive que parar algumas vezes pra respirar e Miss Hunter dizia pra eu esfregar a pele vermelha pra melhorar a circulação.”

Miss Hunter contou para Ryan que em termos de arrependimento de cliente no meio da sessão, nunca tinha acontecido. Na verdade os caras que ficam de frescura, para ela são só perca de tempo. Ela já sabia quem a procuraria para ter o que quer de verdade. “Não faço isso pra ir longe demais, faço isso pra dar o que meu cliente quer.” – ela dizia.

Quando Ryan estava prestes a se despedir, foi surpreendido. Miss Hunter tinha mais uma coisa para fazer.

“Ela me disse ‘Coloque as mãos na parede. Curve-se… Essa vai ser a pior dor que vai sentir nessa tarde’. Eu nem me atrevi a discordar. A arma que ela tinha na mão parecia fazer estragos. Dai ela segurou meus braços pra trás e com a força de Thor, e me atingiu. Na hora, encurvei minhas costas de dor, mordi a boca e bati meu pé no chão, mas a dor não demorou a passar. Junto com a espécie de palmatória, ficou um rasgo na minha bunda.

“No caminho para casa me senti uma aberração. Como se no metrô todas as pessoas soubessem o que eu tinha acabado de fazer. O mais estranho pra mim foi que no final de tudo eu cheguei a conclusão de que eu queria sentir aquilo tudo de novo. Aquilo tinha feito me sentir viril, como se eu fosse capaz de suportar qualquer ataque. Me fez sentir vivo, acordado e consciente das minhas próprias barreiras de dor.

A sociedade moderna se torna cada vez mais lenta e vulnerável, enquanto tudo isso, na verdade, me fez sentir os limites reais do meu próprio corpo”.

Texto extraído do site: http://www.ideafixa.com/e-experiencia-de-um-jornalista-com-uma-dominatrix/

Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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Sessão Worship me

Mais que uma Rainha. Uma Deusa, sendo adorada, venerada, e reverenciada muitas e muitas vezes. Segue as fotos do slave de ontem. Sumiu e implorou para aceitá-lo novamente,  aí estão as fotos.  Vai ter que se esforçar muito para ser aceito por mim, e sempre assim, prostado aos meus pés!

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Final de semana em Campos do Jordão

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O que aconteceu nesses dois dias? Off total! Nas fotos só dá pra imaginar. Mas ele sobreviveu, rs o meu submisso de alma…