O que Inversão de Papéis significa?

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O que Inversão de Papéis significa?

Do ponto de vista sexual, inversão de papéis refere-se à mulher que penetra o homem usando uma infinidade de acessórios, é a chamada parte ativa por parte da dominadora. Esta relação dinâmica é muitas vezes , mas não sempre, encontrados em relações BDSM onde o participante do sexo feminino adota um papel mais ativo. O ânus e próstata são muitas vezes estimulados durante a inversão de papéis.

O sexo anal

Dizem que dói. Dizem que é difícil ou dá um certo desconforto. Dizem que é a melhor coisa que existe.

Bem dizem muita coisa, mas para você saber realmente como é tem que fazer. Ouvi muitos casos, já me disseram que nem sequer incomodou, ou relatos dizem que é muito difícil ou não conseguiu.

Não precisa muito para começar, apenas um lubrificante basta, mas em todo caso há muitas técnicas para tornar possível este momento.

O relaxamento do esfíncter, que é uma fibra muscular circular em forma de anel, que á a porta de entrada para que a penetração cause menos (ou nenhuma) dor ao parceiro passivo.

Massageando a região externa e consequentemente a penetração com apenas um dedo, fazendo movimentos suaves.

O que acontece é que durante o processo, o ânus apresenta espasmos e contrações, que são uma espécie de defesa contra o órgão estranho. É esta contração que se deve ter controle. Para evitar o desconforto, é interessante diminuir o ritmo ou interromper o movimento durante essas contrações. Lembre-se: é fundamental ter sutileza e paciência para que a relação seja agradável e torne-se a primeira de muitas.

Acessórios como Plug anal é um brinquedo erótico cuja anatomia foi desenvolvida especialmente para o encaixe no ânus. Variedade em pênis realísticos maciços, com ou sem vibrador, em diversos tamanhos, cores e modelos.. Além de acessórios para a massagem prostática (que pode ser externa ou interna).

Existem opções interessantes de lubrificantes e até anestésicos anais, para quem deseja atenuar possível desconforto durante a penetração.

Já foi penetrado por uma mulher? Deixe o machismo de lado rompa mais esse tabu!

Preparativos

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Sempre conto aqui o durante a sessão,  oque aconteceu. Mas hoje vou contar também o ritual que precede tudo isso. Fico olhando os meus corsets, cintas ligas, lingeries, sandálias, meias… Escolho com todo o cuidado,  pensando em tudo que espero fazer embora seja mais instintivo. Aqueles momentos precisos em  que faço a maquiagem, o batom vermelho, lápis nos olhos, o traçado preciso do delineador,  os meus pensamentos começam a funcionar.  Como uma ignição que começa a funcionar e pega o embalo e ritmo. Mas ainda assim a máquina por ela movida não sabe precisamente o sentido que vai. No caso em especial única coisa certa: a bota! A história foi a seguinte: Escolhi uma vermelha, linda!  Mas o infeliz lerdo demais, foi comprar e meu número (37) estava esgotado! Então escolhi essa outra preta, que não deixou nada a desejar para outra que havia escolhido. Ele comprou de manhã e recebi a tarde. O que “aliviou um pouco a barra dele”

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#femdom

Mais uma pra série #femdom!

Um podolatra submisso, confessou que por muitos meses ensaiou marcar comigo e havia criado muitas expectativas quanto a mim. E ao final da sessão, fez o seguinte comentário, que acho interessante compartilhar aqui:

“Certa vez investi em uma colega do trabalho, da qual tinha na minha opinião muitas características dominantes, eu não gosto de rotular, mas… enfim, ela era bem sarcástica, mandona, debochada, mas na hora H não foi nada dominante. Me enganei completamente! E agora enquanto conversamos para ir embora, percebo a situação um pouco inversa. É entre 4 paredes que se vê! As vezes uma pessoa que é mais discreta guarda seus desejos e outras características da sua personalidade para revelar-se nas horas certas”

Tá aqui uma imagem que pode ilustrar um pouquinho a situação:

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Dominação e Submissão – O que é ser Domme?

Há uma boa distância entre a vontade de ser uma domme e em ser realmente uma domme. Bobagem. Dommes dizem às pessoas o que fazer; essa é a definição! Na verdade, não. É preciso muito mais do que isso para ser uma domme, vai muito além de simplesmente dizer às pessoas o que fazer. Isso qualquer um pode fazer.

O contexto é importante;  uma domme não é somente ser mandona, e ninguém consegue dizer a todos o que fazer o tempo todo.

O primeiro grande erro mais comum entre novatos é acreditar que a dinâmica de relacionamento D / s seja simples. Exemplo: Você é uma domme; você vê alguém que é um sub; e acredita que enquanto domme, o seu lugar de direito é dizer ao sub o que fazer, e como um sub, essa pessoa deve lhe respeitar, certo?

Mais ou menos. Para começar, se você quer respeito, você tem que fazer muito mais do que dizer “eu sou uma domme, adora-me!” De fato, dizendo: “Eu sou uma domme, adora-me!” É uma boa maneira de ser ridicularizada por qualquer um que tenha alguma experiência em relacionamentos reais D / s.

Mesmo que seja temporário, existe uma relação entre a dominante e o submisso por ambos terem feito essa escolha.

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Agora, espere um minuto, aqui. Subs são submissos, porque eles querem se submeter a uma domme!

Sim. Mas isso não significa que qualquer submisso particularmente quer submeter-se a você! Partindo do princípio de que alguém quer se submeter a você simplesmente porque essa pessoa é “submissa” é exatamente como supor que: uma mulher heterossexual gostaria de ter sexo com qualquer homem, porque ele é um homem heterossexual (ou vice-versa).

Mas todos os submissos devem respeito aos dominantes: Sim, porém é a postura da domme que será naturalmente percebida superior. E isso não se impõe. O respeito no geral é ganhado. Acreditando que você tem direito a ele, simplesmente em virtude do fato de você chamar-se por “domme”. Está errado.

Eu não entendi. Se alguém não quiser ser dominado, por que essa pessoa é um submisso?

Mais uma vez, trata-se de contexto. Essa pessoa pode muito bem querer ser dominada, e pode até querer ser dominada por você, talvez, mas até você descobrir o que a pessoa quer, não faça suposições. E, principalmente, não fazer suposições sobre o que a pessoa quer ou precisa, ou como essa pessoa “deve” interagir com você.

Quando alguém descobre um interesse no BDSM, pode ser fácil cair em uma mentalidade fantasia-realização. Você tem idéias sobre como você gostaria que fosse e que tipos de coisas que você gostaria de explorar, você tem fantasias, você tem coisas que você realmente quer fazer, por isso pode ser tentador para você encaixar todos os submissos que encontrar em suas próprias fantasias . Quando você parar de se relacionar com pessoas como pessoas e começar a se relacionar com eles como objetos de fantasia-realização, você pode esperar para ter problemas.

O que você está falando? Eu sou uma Domme. Essa pessoa é um sub. É claro que há um relacionamento de troca de poder! Sim, mas você não ganha automaticamente o poder por ser uma domme; um submisso dá-lhe esse poder. É a entrega. Não é seu por direito. Este é um dos pilares básicos de consentimento. O sub lhe concede poder por consentimento, e não pelo simples fato de ser um submisso.

Resumindo: Não assuma que alguém lhe concedeu o poder só porque você é um dominante e essa pessoa é um submisso.

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Segunda parte: Nem todo submisso quer as mesmas coisas. Nem todos os submissos interagem com uma dominante da mesma forma. O submisso sábio e psicologicamente saudável não se submete indiscriminadamente a todas que a si mesmas chamam de “dommes”. Ninguém tem o direito de dominação automática!

Deverá ser decidido mutuamente que tipo de relação de poder irão estabelecer.

Ok, ok, eu entendo o ponto. O que agora?

A próxima parte a entender é que, como um dominante, cabe sim a você fazer o que quiser dentro dos limites do senso comum e os limites negociados com o seu parceiro.

Aí sim! Let’s play!

pézinhos meus parte 2

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Prazer e dor – Sadomasoquismo

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Sádicos e masoquistas? S & M? Por que algumas pessoas obtém prazer ao sentir dor, ou infligi-la aos outros?

Muitas vezes as pessoas que desconhecem o universo BDSM nos perguntam sobre o sadomasoquismo, e se questionam por que as pessoas gostariam de ser atingidos com floggers, chicotes, ou como bater outro. Tudo se resume a três coisas: a atração; os sentimentos gerados pelas neuroquímicas intensas produzidas pelo jogo S & M; e, a ligação potente construída pela total confiança.

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É divertido estar em terrenos considerados “tabus”, expressando suas fantasias excêntricas com um parceiro, sendo aceitas e apoiadas por ele. A pessoa que gosta de ser um masoquista recebe uma emoção de estar com uma pessoa que gosta de assumir o papel do sádico. A pessoa que gosta de estar no controle completo sobre a pessoa que quer ser controlada. No BDSM, não há prazer sem junção destes papéis opostos se não houver total e não só com a plena aceitação, mas também a confiança.

Os neuroquímicos envolvidos no S & M são potentes, sentimentos inebriantes que são bastante viciantes. Adrenalina, endorfinas, encefalinas a recompensar o receptor das chicotadas, flagelações. O acúmulo e liberação desses produtos químicos durante a sessão cria um estado crescente de euforia. Enquanto isso, a adrenalina para quem está no controle é desfrutada através da emoção em ver todas essas reações profundas acontecerem, já são por si só um tesão.

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No entanto, é o aumento da sensação de conexão com um parceiro que pode ser a mais interessante. Reforçada pela ocitocina (também conhecido como o hormônio do amor), o S & M é profundamente íntimo, envolvendo a confiança em um nível que os participantes raramente possam ter experimentado antes. Esta talvez possa ser a recompensa mais atraente para o Top: a confiança e o controle total. É por isso que a maioria dos adeptos prefere realizar com alguém que já conhece e confia. O vínculo existente é reforçado através dessa troca de respeito e confiança à medida que cada pessoa preenche as necessidades do outro, desejos e fantasias.

A enxurrada de hormônios e neurotransmissores duram muito tempo após a sessão terminar, e os cuidados posteriores necessários oferecem mais uma oportunidade para construir confiança e afeto. Um carinho com toques e palavras suaves neutraliza a adrenalina até que se dissipa com mais conforto. Se conduzido dessa forma, ele pode deixar o *bottom flutuando em uma sensação induzida pela endorfina por até uma hora ou mais.

Quem se permite adentrar nesse mundo, pode desfrutar de sensações únicas! Esse artigo sobre sadomasoquismo foi feito com base em muitas pesquisas e conhecimentos pessoais meus.

Embora não estou aqui para dizer a verdade absoluta sobre esse assunto ainda tão incompreendido e julgado pela maioria das pessoas. Alíás nem esse assunto nem qualquer outro que contém aqui no meu blog. Tudo aqui está aberto a discussões, críticas construtivas e opiniões diversas, tal como também a sua livre interpretação!

nota: pessoas que dominam, são denominadas *“Tops”, pessoas que se submetem, são chamadas *“bottoms” para quem gosta de assumir os dois papéis (ora dominam mas também se submetem a alguém), são chamadas “switches”.