QUEM É QUEM NO FEMDOM

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Escolher qual nome utilizar no meio BDSM é uma tarefa árdua. E para dificultar ainda mais esse trabalho, além do nome, a grande maioria das pessoas gosta de associar a ele um título de ordem. Ou seja, quase sempre vemos associados ao nome escolhido termos como Domme, Rainha, Deusa, entre outros. Palavras estas que são uma espécie de identificação do papel ou preferências que determinada pessoa possui neste universo. É claro que quando falamos em classificações e definições, o uso desses títulos esbarra em alguns aspectos que geralmente criam muita controvérsia. Afinal de contas as convenções nem sempre são adotadas com unanimidade e no momento da escolha, inúmeros outros fatores, como gosto ou preferência, são levados em consideração individualmente na definição de qual nome usar. Alem, é claro, de existir em alguns casos mais de uma definição para cada nomenclatura. O fato é que o título que se escolhe para usar junto do nome pode e serve para definir alguns aspectos do perfil de quem o usa. Tendo eles a função de indicar algumas das preferências individuais. Neste texto vou falar apenas dos títulos relacionados ao universo Femdom.

Existe uma primeira classificação utilizada, que é de gênero, e que divide o BDSM em dois grupos, os dominantes e dominados. Essa classificação é frequentemente usada em inglês (Top/botton). Desta forma mais ampla, e que divide os praticantes em dois grupos, uma Top é denominada Dominadora.

Dentro desse grupo das Dominadoras (Top) existem sub-nomenclaturas que definem o perfil da pessoa que escolhe determinado título. Que a grosso modo, são os indicadores das preferências da pessoa que o escolheu.  Preferências essas, que por suas complexibilidades, no dia a dia diferenciam os títulos de uma forma sutil e por muitas vezes os funde ou possui pontos de intercessão.

Títulos

Deusa: É uma Dominadora que gosta de adoração. Segue uma linha de dominação que pode ser associada a uma religião. Sendo a Dominadora o objeto de veneração, física, psicológica e até espiritual, por parte do dominado.

Dominadora: Está ligada diretamente a relações D/s na essência da palavra relacionamento. O termo está associado à jogos de controle. A Dominadora gosta de controlar aspectos físicos e emocionais e sociais da vida do dominado.

Dominatrix/prodomme: É uma Dominadora tributada. Normalmente uma taxa é cobrada por sessão, mas em alguns casos os valores são estipulados por período. Ex. mensalmente ou semanalmente. Não está associado à prostituição, mas a nomenclatura é frequentemente utilizada por garotas de programa.

Obs. Adicionando outros X após o título (Dominatrixxx/Dominatrix XXX) significa que nas sessões acontece sexo com penetração.

Domme: É uma Dominadora que gosta de práticas sádicas. Normalmente segue uma linha de dominação com atividades físicas que causam dor, mas também utiliza jogos psicológicos para causar sofrimento no dominado. Está associado diretamente ao sadomasoquismo.

Lady: É uma Dominadora que busca dominar com sofisticação e tendo envolvimento pessoal com o seu dominado. É definitivamente uma dama, que pretende unir relacionamento baunilha com a relação BDSM.

Mistress/Mestra: É uma dominadora com profundo conhecimento do BDSM. É uma estudiosa dos fetiches, mesmo os que não estão entre suas preferências. O título Mestra não se aplica apenas para os conhecedores da teoria, mas também para aqueles que estão dispostos a ensinar e passar seus conhecimentos adiante.

Obs. Associados diretamente ao título Mestra estão, o Mentora, quando a Dominadora ensina outro Top(aprendiz), e Tutora, quando ela cuida e orienta um bontton.

Rainha: É uma Dominadora que gosta de adoração dos pés e a seus pés. Sua essência está ligada diretamente à podolatria. Práticas como trampling, cruching e footjob estão associadas a esse título.

Chanel 5 fragrância eterna

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Presentinho que chegou hoje! Amo esse perfume! Está aqui a história sobre ele, pra quem quiser saber!

O perfume Chanel Nº 5 é o perfume mais famoso de sempre, e o primeiro a ser vendido em massa sob o nome de um estilista. Coco Chanel, responsável pela sua fama, fundou a marca Chanel. Criou uma moda sem tempo, que ainda hoje é considerada confortável e elegante. Abriu a sua primeira loja Chanel Modes em Paris no ano de 1909, seguindo-se a sua primeira loja de alta-costura em 1916, durante a primeira guerra mundial. Faleceu em 1971 com 87 anos de idade, ainda a trabalhar. Quer a sua marca, quer o perfume Chanel Nº 5 continuaram e estão cada vez de melhor saúde. O perfumista Ernest Beaux criou, em 1921, um aroma inesquecível até aos dias de hoje, o Nº 5. No ano de 1921 Coco Chanel convidou alguns amigos para jantar em Cannes e espalhou o seu novo aroma na sala do restaurante, sendo uma atração para as mulheres que passavam pela mesa dela. O criador de perfumes Ernest Beaux tinha sido o criador de perfume Rallet 1, usado pela família Romanov. Este perfume foi oferecido a Coco Chanel pelo seu amante Dimitri Pavlovich, primo do Czar Nicolau II, que vivia exilado em França. Ernest Beaux criou uma versão nova do Rallet 1, e nasceu o Nº 5. A produção do perfume não foi fácil pois Coco Chanel ainda teve de disputar a sua produção com os irmãos Wertheimer, aos quais tinha vendido a maioria do seu negócio de perfumes em 1924.

O perfume Chanel Nº 5 é envolvido por um frasco de perfumo estilo art deco, sendo este o primeiro perfume a ser intitulado com o nome de um designer. Chanel Nº 5 foi na sua altura um perfume sintético, composto por mais de 65 substâncias, incluindo rosas, jasmins de Grasse, sândalo, flores raras do oriente, pau-rosa, entre outras. Este perfume foi apresentado no famoso dia 5 de maio de 1921 e até aos dias de hoje é o perfume mais famoso de sempre.

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A diva e seu vidrinho: a melhor companhia para uma noite elegante de sono? Marilyn Monroe polemizou ao dizer que dormia usando apenas algumas gotinhas de Chanel nº 5. Não é preciso dizer que enlouqueceu o imaginário masculino, não é?

O aroma tem vindo a manter-se ao longo do tempo, e ainda hoje é um aroma intemporal e eterno.

Fofurinha sado

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Coisas fofas inspiram.  Teria dentro de cada Domme uma coisa “Felícia”? Ou ela é quem tem uma dose de sado fofurinha. Rs Brincadeiras a parte, algumas pesquisas já foram realizadas a respeito e muitas pessoas tem esse sentimento literalmente de esmagar mas não no intuito de tornar isso vias de fato.

Eu acredito que a personagem Felícia, tem uma abordagem meio subliminar e na minha opinião ao seu modo é sim uma sádica de carteirinha. Note o lacinho-caveira. Rs Quem tá comigo?

Spankig e seus acessórios

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Acessórios para Spanking

Acessórios de curta distância: São indicados para punições mais leves, onde o objetivo não seja somente a dor, mas também a punição moral. A posição mais indicada é o submisso sobre os joelhos da Dominadora (colo).

Acessórios de longa distância: São indicados para punições severas. As posições podem variar de acordo com o instrumento e a comodidade do Dominador em relação ao submisso.

Submisso de alma

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Fiquei realmente muito irritada por “F” me acordar tão cedo!! Por mim já o teria feito pagar tal erro já logo de manhã. Isso seria o certo ele reparar o erro e ao menos deixar a minha manhã divertida.  Pensei: “já que ele fez isso bem que já deve vir cumprir o devido castigo agora!” Mas optei pelo bom senso, sou consciente e como sei que não seria possível devido ao seu trabalho. Desisti. Mas só por hoje.
Passei o dia com pensamentos indo e vindo. E com vontades de sentir o prazer atrelado a dor, a devoção de “F”… Isso o torna um submisso especialmente desejado por mim. A vontade de maltrata-lo torna-se ainda melhor. Mas é diferente, não é simplesmente maltratar ou castigar, é provocar todos os seus limites. É a sua dor, e meu prazer com uma dose de ternura e piedade também…
Em breve o convocarei e esse dia será relembrado com maestria por sua Rainha, (eu), e pelo meu chicote estalando em suas costas. Numa sinfonia secreta, equilibrada, intensa. Na entrega total dele de corpo e de alma. A mim! Aos meus pés!

Buscando sua Domme

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Encontrar perfis semelhantes entre Dommes /subs é indispensável para que a entrega seja plena e mágica como deve ser. Acontece que muitas vezes com o objetivo de agradar a uma Dominadora, o submisso deixa de ser sincero sobre os seus gostos e limites, o dificulta a compreensão do seu perfil. Ao se apresentar seja sincero consigo mesmo e diga a verdade sempre.

Cada dominadora tem o seu perfil, as suas preferências. Assim como cada submisso também tem. Esse universo chamado BDSM é muito além que libertador, é vasto, profundo, intenso. Torna-se de extrema necessidade o mínimo de conhecimento mútuo evitando possíveis frustrações de ambos os lados. Antes que digam: ” a Rainha manda, o escravo obedece” Sim, sem dúvida! Mas existe aí uma linha tênue entre essa afirmação e o bom senso.

Nenhum submisso se submeterá a uma Dominadora se esta não possuir, na minha concepção alguns certos atributos: o auto-conhecimento, a sensualidade, o poder de sedução, ou por exemplo simplesmente ser autoritária. O que eu considero o atributo mais importante de uma Dominadora é algo genuíno e certas vezes inexplicável: o *feeling.
Ele trás pra esfera da Domme a possibilidade de explorar melhor a situação buscando o prazer de ambos, ela conhecendo previamente o seu sub e sendo detentora desse chamado “feeling” poderá sim ultrapassar os limites do escravo. Propondo novas experiências dentro do então perfil de ambos! Que fique claro, ultrapassar e não desrespeitar, o que são coisas totalmente distintas. Enfim…

Afinal o ser humano busca ultrapassar os seus próprios limites não é mesmo? Em vários aspectos sejam eles profissionais, pessoais, ou dentro das suas fantasias e desejos mais profundos.

Além disso contamos com um botãozinho ótimo de stop que chama-se safe-word. Mas isso já é assunto para o próximo tópico. 😉

*Feeling definição:

Feeling é uma palavra em inglês que em português significa sentimento.

A palavra feeling também pode querer dizer pressentimento. (O que para o contexto é mais apropriado). É bastante comum ouvir pessoas falando que estão com um feeling de que algo possa dar errado, ou dar certo ou com um feeling de que uma coisa boa está por vir.

Sexy Queen

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Sexo: Não é que não possa fazer parte das minhas sessões mas é bemmmm raro, de verdade. Gosto de provocar sensualmente, mas combinar desde já uma sessão e lhe dizer que é isso que vai acontecer, não dá. Acho que pra isso você pode ter um relacionamento normal baunilha. Ou contratar uma acompanhante.

Oral em você? Nem pensar! Beijo grego em você? jamais.

O máximo que você pode ter dos meus lábios será quando eu usá-los para morder os seus mamilos. rs 3:)

Vem meu cachorrinho!

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“Vem aqui que agora eu tô mandando,  vem meu cachorrinho a sua Dona tá chamando! ”
Escravos ou para quem interessar,  Dog Play é uma prática bem comum BDSM, esse play denota a total obediência, fidelidade, adoração do cachorrinho para com a sua então Dona. Além de adestramento comportamental, esse jogo de racional (Dona) irracional (dog) demonstra muito bem quem é que está no controle de forma mais psicológica do que sádica. O grande símbolo é a coleira e a guia, onde a Rainha torna-se Dona do seu cãozinho, que deverá divertir-la e obedecê-la incondicionalmente.
Pode ou não ser associada a outras práticas de caráter mais sádico, como castigos severos por uma ordem não cumprida, ou simplesmente uma tarefa mal executada. Ou por exemplo em conjunto com a prática de podolatria, fazendo o cachorrinho lamber os pés de sua Dona até a exaustão. Ou até mesmo lamber e limpar outras partes do corpo da sua Rainha se assim ela o desejar. Enfim enquanto dominadora aprecio muito esse play, acredito ser indicada para submissos iniciantes.
E aí está pronto para ser meu cachorrinho aos meus pés?