Dicionário – Humilhação Verbal

Oi babacas imbecis, vermes e germes, esse dicionário traz elogios especialmente para vocês! Encontrei na net achei o máximo, tirei alguns adjetivos (xingamentos), acrescentei outros. Quem tiver sugestões relevantes, serão bens vindas! Aproveitem para deixar comentários:

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A
acéfalo
animal
anta
antiquado

B
babaca
banana
besta
bicha
boçal
boiola
burro

C

cadela
cagão
canalha
capacho

corno
covarde

D
débil mental
desaforado
descarado
desprezível
dissimulado

E
energúmeno
estúpido

F
filho da mãe
filho da …
filho duma égua
frouxo

G
gambá
gentalha
germe
grude

H
hipócrita

I
idiota
ignorante
imbecil
imprestável
insignificante
insolente
inútil

J
jaburu
jeca
jegue
joão-ninguém

L
lambão
lamuriante
lânguido
larápio
largado
lastimoso
lento
lerdo
lesado
lesma
leviano
linguarudo
lombriga
loroteiro
louco
lunático

M
maçante
mala
mal-acabado
maldito
mal-educado
mão-de-vaca
maricas, mariquinhas
matraca
mau-caráter
(seu) merda
mesquinho
micróbio
miserável
mole
molenga
mongol
monstrengo
monstro
monstruoso
mosca-morta
mula
munheca

N
nefando
neurótico
nojento

O
obsceno
odioso
otário

P
palerma
palhaço
pamonha
panaca
pangaré
pão-duro
paquiderme
parasita
paspalho
patife
pedante
peste
porco
praga
preguiçoso

Q
quadrado
quadrúpede

R
recalcado
relapso
relaxado
reles
repugnante
repulsivo
retardado
ridículo
ruim

S
sacana
salafrário
saliente
sarnento
seboso
sem-vergonha
sonso
suíno
superficial

T
tapado
tolo
tonto
toupeira
traíra
traste
trouxa

U
ultrajante
ultrapassado

V
vadio
vagabundo
verdugo
verme
viadinho

X
xucro

Z
zero à esquerda

Vídeo e fotos dos meus pézinhos no parque

Sentindo a grama com os pés, contato com a natureza. Adoro. Sujeirinhas naturais da terra! Rsrs A próxima vez levarei meu sub “f” para os cuidados especiais com os meus pézinhos. Limpeza, carinhos e massagem. E tudo mais que eu quiser.

Meu domingo muito gostoso no parque!

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espreguiçando, pés pro alto, lindo domingo! Céu maravilhoso! 

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tirando o tênis para relaxar depois da corrida!

Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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Sessão Worship me

Mais que uma Rainha. Uma Deusa, sendo adorada, venerada, e reverenciada muitas e muitas vezes. Segue as fotos do slave de ontem. Sumiu e implorou para aceitá-lo novamente,  aí estão as fotos.  Vai ter que se esforçar muito para ser aceito por mim, e sempre assim, prostado aos meus pés!

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Feminização ou Crossdressing

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Alguns dos acessórios que eu tenho para realizar a feminização; ou crossdressing.

Perucas, sapatos, lingeries.

Para quem não sabe, Feminização é um Jogo erótico de dominação feminina onde o escravo é vestido e tratado como menina ou mulher.

Crossdressing: Ato de se vestir um homem de mulher ou mulher de homem. Mais comum entre homens submissos, do que em mulheres submissas, talvez por causas sociológicas. Em alguns grupos o homem submisso assume verdadeiramente o papel de mulher, inclusive servindo sexualmente. Uma espécie de travestismo.

O que Inversão de Papéis significa?

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O que Inversão de Papéis significa?

Do ponto de vista sexual, inversão de papéis refere-se à mulher que penetra o homem usando uma infinidade de acessórios, é a chamada parte ativa por parte da dominadora. Esta relação dinâmica é muitas vezes , mas não sempre, encontrados em relações BDSM onde o participante do sexo feminino adota um papel mais ativo. O ânus e próstata são muitas vezes estimulados durante a inversão de papéis.

O sexo anal

Dizem que dói. Dizem que é difícil ou dá um certo desconforto. Dizem que é a melhor coisa que existe.

Bem dizem muita coisa, mas para você saber realmente como é tem que fazer. Ouvi muitos casos, já me disseram que nem sequer incomodou, ou relatos dizem que é muito difícil ou não conseguiu.

Não precisa muito para começar, apenas um lubrificante basta, mas em todo caso há muitas técnicas para tornar possível este momento.

O relaxamento do esfíncter, que é uma fibra muscular circular em forma de anel, que á a porta de entrada para que a penetração cause menos (ou nenhuma) dor ao parceiro passivo.

Massageando a região externa e consequentemente a penetração com apenas um dedo, fazendo movimentos suaves.

O que acontece é que durante o processo, o ânus apresenta espasmos e contrações, que são uma espécie de defesa contra o órgão estranho. É esta contração que se deve ter controle. Para evitar o desconforto, é interessante diminuir o ritmo ou interromper o movimento durante essas contrações. Lembre-se: é fundamental ter sutileza e paciência para que a relação seja agradável e torne-se a primeira de muitas.

Acessórios como Plug anal é um brinquedo erótico cuja anatomia foi desenvolvida especialmente para o encaixe no ânus. Variedade em pênis realísticos maciços, com ou sem vibrador, em diversos tamanhos, cores e modelos.. Além de acessórios para a massagem prostática (que pode ser externa ou interna).

Existem opções interessantes de lubrificantes e até anestésicos anais, para quem deseja atenuar possível desconforto durante a penetração.

Já foi penetrado por uma mulher? Deixe o machismo de lado rompa mais esse tabu!

Dominação e Submissão – O que é ser Domme?

Há uma boa distância entre a vontade de ser uma domme e em ser realmente uma domme. Bobagem. Dommes dizem às pessoas o que fazer; essa é a definição! Na verdade, não. É preciso muito mais do que isso para ser uma domme, vai muito além de simplesmente dizer às pessoas o que fazer. Isso qualquer um pode fazer.

O contexto é importante;  uma domme não é somente ser mandona, e ninguém consegue dizer a todos o que fazer o tempo todo.

O primeiro grande erro mais comum entre novatos é acreditar que a dinâmica de relacionamento D / s seja simples. Exemplo: Você é uma domme; você vê alguém que é um sub; e acredita que enquanto domme, o seu lugar de direito é dizer ao sub o que fazer, e como um sub, essa pessoa deve lhe respeitar, certo?

Mais ou menos. Para começar, se você quer respeito, você tem que fazer muito mais do que dizer “eu sou uma domme, adora-me!” De fato, dizendo: “Eu sou uma domme, adora-me!” É uma boa maneira de ser ridicularizada por qualquer um que tenha alguma experiência em relacionamentos reais D / s.

Mesmo que seja temporário, existe uma relação entre a dominante e o submisso por ambos terem feito essa escolha.

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Agora, espere um minuto, aqui. Subs são submissos, porque eles querem se submeter a uma domme!

Sim. Mas isso não significa que qualquer submisso particularmente quer submeter-se a você! Partindo do princípio de que alguém quer se submeter a você simplesmente porque essa pessoa é “submissa” é exatamente como supor que: uma mulher heterossexual gostaria de ter sexo com qualquer homem, porque ele é um homem heterossexual (ou vice-versa).

Mas todos os submissos devem respeito aos dominantes: Sim, porém é a postura da domme que será naturalmente percebida superior. E isso não se impõe. O respeito no geral é ganhado. Acreditando que você tem direito a ele, simplesmente em virtude do fato de você chamar-se por “domme”. Está errado.

Eu não entendi. Se alguém não quiser ser dominado, por que essa pessoa é um submisso?

Mais uma vez, trata-se de contexto. Essa pessoa pode muito bem querer ser dominada, e pode até querer ser dominada por você, talvez, mas até você descobrir o que a pessoa quer, não faça suposições. E, principalmente, não fazer suposições sobre o que a pessoa quer ou precisa, ou como essa pessoa “deve” interagir com você.

Quando alguém descobre um interesse no BDSM, pode ser fácil cair em uma mentalidade fantasia-realização. Você tem idéias sobre como você gostaria que fosse e que tipos de coisas que você gostaria de explorar, você tem fantasias, você tem coisas que você realmente quer fazer, por isso pode ser tentador para você encaixar todos os submissos que encontrar em suas próprias fantasias . Quando você parar de se relacionar com pessoas como pessoas e começar a se relacionar com eles como objetos de fantasia-realização, você pode esperar para ter problemas.

O que você está falando? Eu sou uma Domme. Essa pessoa é um sub. É claro que há um relacionamento de troca de poder! Sim, mas você não ganha automaticamente o poder por ser uma domme; um submisso dá-lhe esse poder. É a entrega. Não é seu por direito. Este é um dos pilares básicos de consentimento. O sub lhe concede poder por consentimento, e não pelo simples fato de ser um submisso.

Resumindo: Não assuma que alguém lhe concedeu o poder só porque você é um dominante e essa pessoa é um submisso.

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Segunda parte: Nem todo submisso quer as mesmas coisas. Nem todos os submissos interagem com uma dominante da mesma forma. O submisso sábio e psicologicamente saudável não se submete indiscriminadamente a todas que a si mesmas chamam de “dommes”. Ninguém tem o direito de dominação automática!

Deverá ser decidido mutuamente que tipo de relação de poder irão estabelecer.

Ok, ok, eu entendo o ponto. O que agora?

A próxima parte a entender é que, como um dominante, cabe sim a você fazer o que quiser dentro dos limites do senso comum e os limites negociados com o seu parceiro.

Aí sim! Let’s play!

pézinhos meus parte 2

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