PARA ALÉM DA DOR: FETICHES, PRAZER, PODER E ENTREGA.

Entrar nesse universo está muito além da dor: fetiches, prazer, poder e entrega.

Sim esse post vou iniciar com o próprio título, oque você se permite sentir, além de todos esses aspectos são: estímulos sensoriais, emoções e sensações diferentes de tudo oque o seu cotidiano exige. É como se fosse uma válvula de escape uma libertação. Mas isso vai mexer com você, mexer com você de verdade. Porém somente é possível acontecer com consciência, com confiança e o máximo de informações, até mesmo para quem já se julga experiente.

Através do meu site tenho essa possibilidade de falar um pouco sobre mim e esperando assim receber exclusivamente o contato de pessoas que pensam da mesma forma.

Não quero aqui impor nada (ainda), pois cada um tem um livre arbítrio. Porém ao fazer uma escolha e sim escolher me servir, você entrará num mundo a parte do que entrou, é como se você acessasse a porta 1 que é decidir entregar-se, esse caminho te leva a outras portas, e aqui você está batendo a minha porta, ao meu universo de fetiches do meu jeito particular de conduzir tudo. Onde você deixa do lado de fora da porta o seu livre arbítrio. Aqui dentro os meus fetiches os meus desejos estão em jogo, não existe certo ou errado. Apenas oque é seguro pode definir o certo ou errado, é o que é seguro fisicamente e mentalmente dizendo. A forma como tudo é feito é única e exclusivamente minha escolha.

Vou te dar os caminhos por onde você pode andar. Guiar por entre os labirintos que você pode se perder. Entre os teus medos e fetiches.

E te apresentar novas portas. Todas essas portas são os meus fetiches e que são muitos. De alguma forma talvez você poderá me atender. Por isso você deve apresentar-se, assim saberei discernir para qual finalidade será mais útil a mim. Qual será sua utilidade? Seus atributos para adentrar ao meu mundo? Para qual porta irei levá-lo?

 

 

Pode lamber meu pézinho!

Rainha Charlotte Dominadora São Paulo domme

Sessão de ontem, meu escravo me servindo, eu tomando meu bom vinho malbec e ele aos meus pés!

De corno a sissy

Corninho antes de ser amarrado, chupou meus pezinhos, apanhou na bunda e na cara pra aprender a não ser insolente e lembrar que é meu capacho, pra oque eu quiser fazer com ele.

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Joelhinhos todos vermelhos!

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Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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Sessão Worship me

Mais que uma Rainha. Uma Deusa, sendo adorada, venerada, e reverenciada muitas e muitas vezes. Segue as fotos do slave de ontem. Sumiu e implorou para aceitá-lo novamente,  aí estão as fotos.  Vai ter que se esforçar muito para ser aceito por mim, e sempre assim, prostado aos meus pés!

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Black Diamond – parte 2

Assim que ele saiu levantei dei uma volta ao seu redor e fiz questão que ele me visse com a calcinha, me aproximei então segurando-o com uma só mão pelo pescoço fui empurrando até o chão. Me sentando e trazendo ele para a sua posição correta.

– É daí, a sua visão, do chão! Apreciei muito os presentes, agora irei agradecer, você terá a honra de limpar as minhas sandálias, pode começar pela sola!

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Ele lambeu beijou, limpou tudinho, até que certa hora foi banqueta para eu descansar os meus pézinhos, assim foi até que eu terminei o cigarro, e disse que estava bom.

– Basta agora, vamos colocar a sua coleira, e vamos passear, meu cachorrinho.
Dog play. Eu adoro essa prática, virou pônei, banquinho de novo, mas a diversão estava apenas começando. Ordenei que tirasse as minhas sandálias e pela guia fui direcionando-o até a cama, onde ordenei que deitasse, algemei suas mãos e vendei os seus olhos.
– Cãozinho meu, está chegando a hora do Ricardão chegar, já deixei avisado na portaria e a porta aberta. A você restará só ouvir tudo, mas antes beije meus pés como eu gosto e muito !
Disse isso sentando em seu tórax, enfiando os pés no seu rosto.
Porém quem entrava ali era a minha amiga domme, Rainha Cinthya. Só quis deixá-lo assustado. kkk
Nos divertimos muito com aquele cachorrinho! Virou nosso tapetinho, banco, mordidas nos mamilos, cbt leve, eu deixei bem claro que não queria que ele me fizesse passar vergonha perante a minha amiga, que fosse obediente a ela além também. Beijando nossos pés até que não quissemos mais.
Para finalizar a sessão de cerca de 2 horas, facesitting:
– Vamos ver se ele tem bastante folego Cinthya? Vou fumar mais um cigarro bem tranquila aqui.
Fomos intercalando ora eu ora a Cinthya. Terminando o meu cigarro deixei que ele se masturbasse, permaneci sentada em seu tórax em quanto ele beijava os meus pés. Depois me levantei:
– Abra a boca, imbecil! Dedinhos por dedinhos, e meu pé todinho na sua boca!
Levou também uns bons bofetes na cara com os meus pézinhos.
Como ele se comportou direitinho, eu disse que ele gozasse, pois já havíamos nos divertido bastante com ele, e estava liberado.
– Toalha no banheiro, vá se lavar e limpar essa sujeira toda!
Ao sair todo de terno agradeceu muito, que não esperava a surpresa com a Rainha Cinthya e que havia adorado a oportunidade de servir a duas Rainhas tão lindas. Eu só respondi:
– Mas isso é tão óbvio….

Scarpin doce Scarpin

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Foi escolhido por mim e comprado por R. no dia do meu aniversário!
Chegou em casa hoje, meu lindo Scarpin vermelho Santa Lolla!!!

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Está pra ser criado um sapato mais democrático e versátil que o scarpin. Agradando as mulheres dos mais variados estilos e caindo bem para qualquer ocasião, o sapato é considerado uma das peças mais tradicionais da moda feminina.

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A origem:

Scarpin vem do nome scarpa (sapato em italiano), e do diminuitivo scarpino.

O modelo surgiu no ano de 1947 com o objetivo de inserir um “New Look” para as mulheres desse período de pós guerra.
Uma nova forma de se vestir, calçar e de comportamento apareceu junto com o Scarpin.

O fetiche do chefe subalterno

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Essa idéia há tempos estava na minha “guest list de fetiches”. Até que me apareceu o tal chefe subalterno. Seria ele.
Enquanto conversávamos fui interrompida. Ouvi os passos de um salto e a voz de uma moça dizendo algo. De certo uma secretária. Fiquei furiosa, atrapalhar a minha linha de raciocínio não pode isso!
Eu perguntei oque havia acontecido. Ele prontamente se desculpou e disse que estava no consultório. Era médico, mas que tudo bem continuarmos… Sóquenão! Um fiozinho de paciência se exauriu no espaço, eu que já não fico com muita conversa por telefone. Encurtei o papo e fui bem objetiva: “não acerto nada sem que me encaminhe um email conforme oriento no blog”. Ele relutou um pouco que não poderia mandar do trabalho isso e aquilo. Mas como eu consigo tudo o que eu quero, “voailá”  rs ele foi obedeceu direitinho e criou uma conta no gmail especialmente. Contatos feitos por email assim, podem ser feitos sem se preocupar com hora, razão ou conteúdo! Rs Mas voltando…

Foram dois dias trocando os emails para acertar os detalhes. Hora, lugar, tributo, tempo, práticas e claro as minhas outras exigências, que eram:

Que ele fosse de terno, e passou o dia todo já vestido assim, apenas usou o jaleco branco substituindo o paletó. O seu dia foi longo no consultório, lembrando que me serviria naquele final de tarde e me mandou inúmeras mensagens dizendo o quanto as horas demoravam a passar. Comprou o vinho, me informou que já estava tudo como planejei. E assim foi…

18:30. Chegou antes, claro. Eu fui na sequência. Vestida tal como uma mulher de negócios, executiva, a Chefe perfeita de um chefe, um chefe mas que subalterno a mim.

“Qualquer empregado faria com cuidado e perfeição toda e qualquer ordem de uma chefe como a Senhora; faço oque a Senhora quiser….”
E eu dizia: “Mas isso é tão óbvio!”

Buscando sua Domme

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Encontrar perfis semelhantes entre Dommes /subs é indispensável para que a entrega seja plena e mágica como deve ser. Acontece que muitas vezes com o objetivo de agradar a uma Dominadora, o submisso deixa de ser sincero sobre os seus gostos e limites, o dificulta a compreensão do seu perfil. Ao se apresentar seja sincero consigo mesmo e diga a verdade sempre.

Cada dominadora tem o seu perfil, as suas preferências. Assim como cada submisso também tem. Esse universo chamado BDSM é muito além que libertador, é vasto, profundo, intenso. Torna-se de extrema necessidade o mínimo de conhecimento mútuo evitando possíveis frustrações de ambos os lados. Antes que digam: ” a Rainha manda, o escravo obedece” Sim, sem dúvida! Mas existe aí uma linha tênue entre essa afirmação e o bom senso.

Nenhum submisso se submeterá a uma Dominadora se esta não possuir, na minha concepção alguns certos atributos: o auto-conhecimento, a sensualidade, o poder de sedução, ou por exemplo simplesmente ser autoritária. O que eu considero o atributo mais importante de uma Dominadora é algo genuíno e certas vezes inexplicável: o *feeling.
Ele trás pra esfera da Domme a possibilidade de explorar melhor a situação buscando o prazer de ambos, ela conhecendo previamente o seu sub e sendo detentora desse chamado “feeling” poderá sim ultrapassar os limites do escravo. Propondo novas experiências dentro do então perfil de ambos! Que fique claro, ultrapassar e não desrespeitar, o que são coisas totalmente distintas. Enfim…

Afinal o ser humano busca ultrapassar os seus próprios limites não é mesmo? Em vários aspectos sejam eles profissionais, pessoais, ou dentro das suas fantasias e desejos mais profundos.

Além disso contamos com um botãozinho ótimo de stop que chama-se safe-word. Mas isso já é assunto para o próximo tópico. 😉

*Feeling definição:

Feeling é uma palavra em inglês que em português significa sentimento.

A palavra feeling também pode querer dizer pressentimento. (O que para o contexto é mais apropriado). É bastante comum ouvir pessoas falando que estão com um feeling de que algo possa dar errado, ou dar certo ou com um feeling de que uma coisa boa está por vir.