#mistresslifestyle

Ainda atualizando… muiiiiitas fotos para postar….

Uma selfie antes da sessão. #MistressLifestyle

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Pode lamber meu pézinho!

Rainha Charlotte Dominadora São Paulo domme

Sessão de ontem, meu escravo me servindo, eu tomando meu bom vinho malbec e ele aos meus pés!

Ponêi Play – Harness

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Foto do meu novo acessório que está pronto, estou aguardando chegar! Essa Harness linda para Pônei play. Mais uma peça linda produzida pela equipe wz fetish!          http://www.wzfetish.com/

Antes de mais nada aqui vai uma breve explicação: O pony play é a prática onde homens adultos e ou mulheres que deseje ser um cavalo humano ou deseje montar, treinar e ou possuir um cavalo humano. E antes que você pense imbecilidades, em nada tem haver com zoophiles (atração sexual por animais).

Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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Preparativos

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Sempre conto aqui o durante a sessão,  oque aconteceu. Mas hoje vou contar também o ritual que precede tudo isso. Fico olhando os meus corsets, cintas ligas, lingeries, sandálias, meias… Escolho com todo o cuidado,  pensando em tudo que espero fazer embora seja mais instintivo. Aqueles momentos precisos em  que faço a maquiagem, o batom vermelho, lápis nos olhos, o traçado preciso do delineador,  os meus pensamentos começam a funcionar.  Como uma ignição que começa a funcionar e pega o embalo e ritmo. Mas ainda assim a máquina por ela movida não sabe precisamente o sentido que vai. No caso em especial única coisa certa: a bota! A história foi a seguinte: Escolhi uma vermelha, linda!  Mas o infeliz lerdo demais, foi comprar e meu número (37) estava esgotado! Então escolhi essa outra preta, que não deixou nada a desejar para outra que havia escolhido. Ele comprou de manhã e recebi a tarde. O que “aliviou um pouco a barra dele”

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Black Diamond – parte 2

Assim que ele saiu levantei dei uma volta ao seu redor e fiz questão que ele me visse com a calcinha, me aproximei então segurando-o com uma só mão pelo pescoço fui empurrando até o chão. Me sentando e trazendo ele para a sua posição correta.

– É daí, a sua visão, do chão! Apreciei muito os presentes, agora irei agradecer, você terá a honra de limpar as minhas sandálias, pode começar pela sola!

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Ele lambeu beijou, limpou tudinho, até que certa hora foi banqueta para eu descansar os meus pézinhos, assim foi até que eu terminei o cigarro, e disse que estava bom.

– Basta agora, vamos colocar a sua coleira, e vamos passear, meu cachorrinho.
Dog play. Eu adoro essa prática, virou pônei, banquinho de novo, mas a diversão estava apenas começando. Ordenei que tirasse as minhas sandálias e pela guia fui direcionando-o até a cama, onde ordenei que deitasse, algemei suas mãos e vendei os seus olhos.
– Cãozinho meu, está chegando a hora do Ricardão chegar, já deixei avisado na portaria e a porta aberta. A você restará só ouvir tudo, mas antes beije meus pés como eu gosto e muito !
Disse isso sentando em seu tórax, enfiando os pés no seu rosto.
Porém quem entrava ali era a minha amiga domme, Rainha Cinthya. Só quis deixá-lo assustado. kkk
Nos divertimos muito com aquele cachorrinho! Virou nosso tapetinho, banco, mordidas nos mamilos, cbt leve, eu deixei bem claro que não queria que ele me fizesse passar vergonha perante a minha amiga, que fosse obediente a ela além também. Beijando nossos pés até que não quissemos mais.
Para finalizar a sessão de cerca de 2 horas, facesitting:
– Vamos ver se ele tem bastante folego Cinthya? Vou fumar mais um cigarro bem tranquila aqui.
Fomos intercalando ora eu ora a Cinthya. Terminando o meu cigarro deixei que ele se masturbasse, permaneci sentada em seu tórax em quanto ele beijava os meus pés. Depois me levantei:
– Abra a boca, imbecil! Dedinhos por dedinhos, e meu pé todinho na sua boca!
Levou também uns bons bofetes na cara com os meus pézinhos.
Como ele se comportou direitinho, eu disse que ele gozasse, pois já havíamos nos divertido bastante com ele, e estava liberado.
– Toalha no banheiro, vá se lavar e limpar essa sujeira toda!
Ao sair todo de terno agradeceu muito, que não esperava a surpresa com a Rainha Cinthya e que havia adorado a oportunidade de servir a duas Rainhas tão lindas. Eu só respondi:
– Mas isso é tão óbvio….

Black Diamond – parte 1

Chegamos no local onde estou marcando as sessões, procedimentos normais, escravo já conhecido, a terceira sessão. Ele disse que quer ser só meu e mas eu ainda não decidi isso, ele terá que provar e se esforçar muito e passar com louvor em todos os testes. E claro sei que ele fará de tudo para cumprir. Capaz que ele consiga e ganhe um posto qualquer no meu menu de slaves.

– já pro banheiro escravo! Tire seus trapos de roupa enquanto termino de me arrumar, saia apenas quando eu disser que pode vir!

Abri as embalagens que ele deixara na mesa. Conforme ordenei. Já sabia que teria a piteira, pois foi uma exigência minha da ultima vez. Abri o pacote escrito tabacaria e lá estava ela. Uma piteira, a la “bonequinha de luxo” como essa da foto da belíssima Audrey Hepburn.

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Eu não fumo diariamente, mas às vezes costumo acender um cigarro ou outro durante a sessão. Sempre achei um charme as piteiras, um acessório que deixa a mulher ainda mais sexy, trazendo um certo glamour ao simples fato de tragar um cigarro. Assim como uma bela taça de cristal deixa um vinho (um bom vinho) ainda melhor! As piteiras fazem referência a décadas passadas, e de vez em quando gosto viajar no tempo, elas eram consideradas uma parte essencial da moda feminina de meados da década de 1910 até o início da década de 1970.

Já a outra embalagem, pelo nome já dava para imaginar o que seria; “Loungerie”. Uma calcinha preciosidade, da coleção que foi lançada em parceria com a Swarovski. Batizada de Black Diamond, todas as peças da linha foram arrematadas com um cristal da grife austríaca.

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Vesti a calcinha, um corset preto, luvas pretas, sandálias pretas, coloquei um cigarro na piteira, sentei na poltrona e ordenei que ele saísse.

Podolatria e Bondage

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Ele totalmente a mercê, bondage tecendo entrelaçando suas mãos/braços e pés/pernas com maestria perfeita. Imóvel, ele se torna um móvel. Tal qual um objeto para o bel prazer dela. E a Domme calma, tranquila. Olho no olho. Dela nota-se um olhar sereno, malicioso e ao mesmo tempo, malvado e penetrante. Posição perfeita também para os pés, diretamente no rosto dele. Para que ele saiba ou para que não se esqueça que o seu lugar é ali mesmo, abaixo deles. As delicadas mãos dela entre as suas próprias pernas cruzadas, de forma que não se sabe ao certo onde ela toca. E seja qual for a sua conclusão para esse dilema, seja qual for, será cada uma em seu grau: excitante!

Water Game

Comemorei meu aniversário ontem com F. Embora meu aniversário seja somente segunda feira. Eu já havia avisado que eu queria algo especial. Além do que sempre é. Escolhi o motel Belle, suíte luxo hidro erótica. Na rod. Raposo Tavares, longe mas um capricho a ser cumprido por um servo tão fiel. Chegando lá (após darmos uma enorme volta por que ele é míope para placas!). Ganhei o meu presente, uma sandália lindíssima da Arezzo. Ele já me conhece muito bem e devo confessar acertou na escolha.

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Claro já o fiz tirar minhas meias pretas 7/8, desenrolando e cheirando as minhas pernas, até chegar nos pezinhos. Beijou vagarosamente cada um e vestiu as sandálias. Que ficaram lindas nos meus pés!

A suíte era temática sado, tinha a chamada cruz de santo André, onde pude prendê-lo e fazer o que eu bem quis. Como sempre.

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Mas antes, mandei que ele sentasse na cama, coloquei a venda em seus olhos e o deixei ali por uns instantes imaginando oque eu fazia mexendo na mala pegando algo de lá ou trocando meu o look para látex, corset, couro, ou outras fantasias. Porém, permaneci com a mesma roupa, um vestido retrô azul e as sandálias novas. Peguei apenas o meu chicote, coleira e algemas.

Me aproximo e começo a desabotoar calmamente a sua camisa enquanto sussurro em seu ouvido e mordo orelhas, pescoço.

– Não adianta resistir, você já é meu. Sabe disso…

Deslizo as minhas mãos em seus mamilos e aperto.
Sigo desabotoando e arranco-lhe toda a camisa. Despindo ele de si mesmo. De seus possíveis pudores ou resistência, ou da realidade. Preparando o seu corpo e sua alma para submeter-se completamente a mim.

Seguro seus cabelos, firmes entre os meus dedos e vou puxando levemente seu rosto em meu ventre, ele sente o cheiro da sua Rainha, e eu sinto um suspiro profundo. Depois prendo forte o seu rosto até que ele quase ficasse sem ar. Solto-o e com um toque ele cai na cama pra trás.

Vou trazendo ele pro meu mundo. Vamos entrando nessa realidade nossa e ficando tão livres de todo o resto. Menos uma coisa é inversa: ele vai sentindo-se cada vez mais preso a sua dona. E eu ainda tinha colocado as algemas…

Tiro sua calça e cueca. Vejo seu membro que está rígido. Tiro a venda coloco a coleira. E o levo até a cruz o colocando-o de frente.

Prendi ele calmamente observando os seus batimentos e a sua respiração ofegante. Chicote estalou em suas coxas. Contei apenas 3 bem fortes em cada perna.

Disse bem perto do seu ouvido:

– Quem é que manda aqui, heim? Diga!
– a Senhora, Rainha. Adoro a Senhora…

Aproximei-me para morder os seus mamilos e notei algo molhando o meu vestido.

– você está sujando o meu vestido! Perdeu o juízo!?
– desculpe Rainha, perdão, perdão.

O castigo foi intenso, por esse abuso. Mas achei pouco. Tinha outros planos pra ele e depois de soltá-lo. Water game!

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(Imagem ilustrativa)