Escravo devidamente encoleirado – Luy Escravo

Agora de coleira mais obediente do que nunca!

Pode lamber meu pézinho!

Rainha Charlotte Dominadora São Paulo domme

Sessão de ontem, meu escravo me servindo, eu tomando meu bom vinho malbec e ele aos meus pés!

Entrevista para SBT – programa okay pessoal Otávio Mesquita

Dia 08/09, às 2:30, da madrugada de terça-feira, logo após o jornal do SBT. Não percam a minha participação no programa Okay Pessoal do Otávio Mesquita.

Foi num papo bem descontraído com a sexóloga Carla Cecarello, que falei um pouco sobre mim, sobre alguns acessórios e práticas. E ainda durante a entrevista rolaram algumas cenas SMs!! Não deixem de conferir!

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* suíte erótica sado
Motel Magnata
Av. Doutor Ricardo Jaffet, 2526 –
Vila Mariana
Tel.: (11) 5574 0653

* catsuit e máscara
Ropahara
Rua Augusta, 716/720 – Consolação
Tel.: (11) 3255-3661

Vídeo e fotos dos meus pézinhos no parque

Sentindo a grama com os pés, contato com a natureza. Adoro. Sujeirinhas naturais da terra! Rsrs A próxima vez levarei meu sub “f” para os cuidados especiais com os meus pézinhos. Limpeza, carinhos e massagem. E tudo mais que eu quiser.

Meu domingo muito gostoso no parque!

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espreguiçando, pés pro alto, lindo domingo! Céu maravilhoso! 

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tirando o tênis para relaxar depois da corrida!

Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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Sessão Worship me

Mais que uma Rainha. Uma Deusa, sendo adorada, venerada, e reverenciada muitas e muitas vezes. Segue as fotos do slave de ontem. Sumiu e implorou para aceitá-lo novamente,  aí estão as fotos.  Vai ter que se esforçar muito para ser aceito por mim, e sempre assim, prostado aos meus pés!

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Dominação e Submissão – O que é ser Domme?

Há uma boa distância entre a vontade de ser uma domme e em ser realmente uma domme. Bobagem. Dommes dizem às pessoas o que fazer; essa é a definição! Na verdade, não. É preciso muito mais do que isso para ser uma domme, vai muito além de simplesmente dizer às pessoas o que fazer. Isso qualquer um pode fazer.

O contexto é importante;  uma domme não é somente ser mandona, e ninguém consegue dizer a todos o que fazer o tempo todo.

O primeiro grande erro mais comum entre novatos é acreditar que a dinâmica de relacionamento D / s seja simples. Exemplo: Você é uma domme; você vê alguém que é um sub; e acredita que enquanto domme, o seu lugar de direito é dizer ao sub o que fazer, e como um sub, essa pessoa deve lhe respeitar, certo?

Mais ou menos. Para começar, se você quer respeito, você tem que fazer muito mais do que dizer “eu sou uma domme, adora-me!” De fato, dizendo: “Eu sou uma domme, adora-me!” É uma boa maneira de ser ridicularizada por qualquer um que tenha alguma experiência em relacionamentos reais D / s.

Mesmo que seja temporário, existe uma relação entre a dominante e o submisso por ambos terem feito essa escolha.

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Agora, espere um minuto, aqui. Subs são submissos, porque eles querem se submeter a uma domme!

Sim. Mas isso não significa que qualquer submisso particularmente quer submeter-se a você! Partindo do princípio de que alguém quer se submeter a você simplesmente porque essa pessoa é “submissa” é exatamente como supor que: uma mulher heterossexual gostaria de ter sexo com qualquer homem, porque ele é um homem heterossexual (ou vice-versa).

Mas todos os submissos devem respeito aos dominantes: Sim, porém é a postura da domme que será naturalmente percebida superior. E isso não se impõe. O respeito no geral é ganhado. Acreditando que você tem direito a ele, simplesmente em virtude do fato de você chamar-se por “domme”. Está errado.

Eu não entendi. Se alguém não quiser ser dominado, por que essa pessoa é um submisso?

Mais uma vez, trata-se de contexto. Essa pessoa pode muito bem querer ser dominada, e pode até querer ser dominada por você, talvez, mas até você descobrir o que a pessoa quer, não faça suposições. E, principalmente, não fazer suposições sobre o que a pessoa quer ou precisa, ou como essa pessoa “deve” interagir com você.

Quando alguém descobre um interesse no BDSM, pode ser fácil cair em uma mentalidade fantasia-realização. Você tem idéias sobre como você gostaria que fosse e que tipos de coisas que você gostaria de explorar, você tem fantasias, você tem coisas que você realmente quer fazer, por isso pode ser tentador para você encaixar todos os submissos que encontrar em suas próprias fantasias . Quando você parar de se relacionar com pessoas como pessoas e começar a se relacionar com eles como objetos de fantasia-realização, você pode esperar para ter problemas.

O que você está falando? Eu sou uma Domme. Essa pessoa é um sub. É claro que há um relacionamento de troca de poder! Sim, mas você não ganha automaticamente o poder por ser uma domme; um submisso dá-lhe esse poder. É a entrega. Não é seu por direito. Este é um dos pilares básicos de consentimento. O sub lhe concede poder por consentimento, e não pelo simples fato de ser um submisso.

Resumindo: Não assuma que alguém lhe concedeu o poder só porque você é um dominante e essa pessoa é um submisso.

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Segunda parte: Nem todo submisso quer as mesmas coisas. Nem todos os submissos interagem com uma dominante da mesma forma. O submisso sábio e psicologicamente saudável não se submete indiscriminadamente a todas que a si mesmas chamam de “dommes”. Ninguém tem o direito de dominação automática!

Deverá ser decidido mutuamente que tipo de relação de poder irão estabelecer.

Ok, ok, eu entendo o ponto. O que agora?

A próxima parte a entender é que, como um dominante, cabe sim a você fazer o que quiser dentro dos limites do senso comum e os limites negociados com o seu parceiro.

Aí sim! Let’s play!

Prazer e dor – Sadomasoquismo

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Sádicos e masoquistas? S & M? Por que algumas pessoas obtém prazer ao sentir dor, ou infligi-la aos outros?

Muitas vezes as pessoas que desconhecem o universo BDSM nos perguntam sobre o sadomasoquismo, e se questionam por que as pessoas gostariam de ser atingidos com floggers, chicotes, ou como bater outro. Tudo se resume a três coisas: a atração; os sentimentos gerados pelas neuroquímicas intensas produzidas pelo jogo S & M; e, a ligação potente construída pela total confiança.

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É divertido estar em terrenos considerados “tabus”, expressando suas fantasias excêntricas com um parceiro, sendo aceitas e apoiadas por ele. A pessoa que gosta de ser um masoquista recebe uma emoção de estar com uma pessoa que gosta de assumir o papel do sádico. A pessoa que gosta de estar no controle completo sobre a pessoa que quer ser controlada. No BDSM, não há prazer sem junção destes papéis opostos se não houver total e não só com a plena aceitação, mas também a confiança.

Os neuroquímicos envolvidos no S & M são potentes, sentimentos inebriantes que são bastante viciantes. Adrenalina, endorfinas, encefalinas a recompensar o receptor das chicotadas, flagelações. O acúmulo e liberação desses produtos químicos durante a sessão cria um estado crescente de euforia. Enquanto isso, a adrenalina para quem está no controle é desfrutada através da emoção em ver todas essas reações profundas acontecerem, já são por si só um tesão.

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No entanto, é o aumento da sensação de conexão com um parceiro que pode ser a mais interessante. Reforçada pela ocitocina (também conhecido como o hormônio do amor), o S & M é profundamente íntimo, envolvendo a confiança em um nível que os participantes raramente possam ter experimentado antes. Esta talvez possa ser a recompensa mais atraente para o Top: a confiança e o controle total. É por isso que a maioria dos adeptos prefere realizar com alguém que já conhece e confia. O vínculo existente é reforçado através dessa troca de respeito e confiança à medida que cada pessoa preenche as necessidades do outro, desejos e fantasias.

A enxurrada de hormônios e neurotransmissores duram muito tempo após a sessão terminar, e os cuidados posteriores necessários oferecem mais uma oportunidade para construir confiança e afeto. Um carinho com toques e palavras suaves neutraliza a adrenalina até que se dissipa com mais conforto. Se conduzido dessa forma, ele pode deixar o *bottom flutuando em uma sensação induzida pela endorfina por até uma hora ou mais.

Quem se permite adentrar nesse mundo, pode desfrutar de sensações únicas! Esse artigo sobre sadomasoquismo foi feito com base em muitas pesquisas e conhecimentos pessoais meus.

Embora não estou aqui para dizer a verdade absoluta sobre esse assunto ainda tão incompreendido e julgado pela maioria das pessoas. Alíás nem esse assunto nem qualquer outro que contém aqui no meu blog. Tudo aqui está aberto a discussões, críticas construtivas e opiniões diversas, tal como também a sua livre interpretação!

nota: pessoas que dominam, são denominadas *“Tops”, pessoas que se submetem, são chamadas *“bottoms” para quem gosta de assumir os dois papéis (ora dominam mas também se submetem a alguém), são chamadas “switches”.

Malevolência

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No frio a minha perversidade aumenta. Temperatura cai, inversamente proporcional aos meus desejos mais profundos. Irei aquecer o meu corpo deixando a mostra minimamente algumas partes dele. Não irá ver a minha pele totalmente, mas sim as minhas curvas. Uma calça skin delineando o movimento das minhas pernas. Eu gosto do glamour, do mistério, do mostrar sem nada mostrar. No oferecer sem dar.
Enquanto ao seu corpo desnudo, poderei ver um suor mais ameno e o seu desespero. Estará aquecido e entregue.
Para alimentá-lo, o meu cheiro. Para alimentar-me, a sua alma. O seu tudo que não mais pertence a você.