Pode lamber meu pézinho!

Rainha Charlotte Dominadora São Paulo domme

Sessão de ontem, meu escravo me servindo, eu tomando meu bom vinho malbec e ele aos meus pés!

Vídeo e fotos dos meus pézinhos no parque

Sentindo a grama com os pés, contato com a natureza. Adoro. Sujeirinhas naturais da terra! Rsrs A próxima vez levarei meu sub “f” para os cuidados especiais com os meus pézinhos. Limpeza, carinhos e massagem. E tudo mais que eu quiser.

Meu domingo muito gostoso no parque!

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espreguiçando, pés pro alto, lindo domingo! Céu maravilhoso! 

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tirando o tênis para relaxar depois da corrida!

Sessão Worship me

Mais que uma Rainha. Uma Deusa, sendo adorada, venerada, e reverenciada muitas e muitas vezes. Segue as fotos do slave de ontem. Sumiu e implorou para aceitá-lo novamente,  aí estão as fotos.  Vai ter que se esforçar muito para ser aceito por mim, e sempre assim, prostado aos meus pés!

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Dominação e Submissão – O que é ser Domme?

Há uma boa distância entre a vontade de ser uma domme e em ser realmente uma domme. Bobagem. Dommes dizem às pessoas o que fazer; essa é a definição! Na verdade, não. É preciso muito mais do que isso para ser uma domme, vai muito além de simplesmente dizer às pessoas o que fazer. Isso qualquer um pode fazer.

O contexto é importante;  uma domme não é somente ser mandona, e ninguém consegue dizer a todos o que fazer o tempo todo.

O primeiro grande erro mais comum entre novatos é acreditar que a dinâmica de relacionamento D / s seja simples. Exemplo: Você é uma domme; você vê alguém que é um sub; e acredita que enquanto domme, o seu lugar de direito é dizer ao sub o que fazer, e como um sub, essa pessoa deve lhe respeitar, certo?

Mais ou menos. Para começar, se você quer respeito, você tem que fazer muito mais do que dizer “eu sou uma domme, adora-me!” De fato, dizendo: “Eu sou uma domme, adora-me!” É uma boa maneira de ser ridicularizada por qualquer um que tenha alguma experiência em relacionamentos reais D / s.

Mesmo que seja temporário, existe uma relação entre a dominante e o submisso por ambos terem feito essa escolha.

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Agora, espere um minuto, aqui. Subs são submissos, porque eles querem se submeter a uma domme!

Sim. Mas isso não significa que qualquer submisso particularmente quer submeter-se a você! Partindo do princípio de que alguém quer se submeter a você simplesmente porque essa pessoa é “submissa” é exatamente como supor que: uma mulher heterossexual gostaria de ter sexo com qualquer homem, porque ele é um homem heterossexual (ou vice-versa).

Mas todos os submissos devem respeito aos dominantes: Sim, porém é a postura da domme que será naturalmente percebida superior. E isso não se impõe. O respeito no geral é ganhado. Acreditando que você tem direito a ele, simplesmente em virtude do fato de você chamar-se por “domme”. Está errado.

Eu não entendi. Se alguém não quiser ser dominado, por que essa pessoa é um submisso?

Mais uma vez, trata-se de contexto. Essa pessoa pode muito bem querer ser dominada, e pode até querer ser dominada por você, talvez, mas até você descobrir o que a pessoa quer, não faça suposições. E, principalmente, não fazer suposições sobre o que a pessoa quer ou precisa, ou como essa pessoa “deve” interagir com você.

Quando alguém descobre um interesse no BDSM, pode ser fácil cair em uma mentalidade fantasia-realização. Você tem idéias sobre como você gostaria que fosse e que tipos de coisas que você gostaria de explorar, você tem fantasias, você tem coisas que você realmente quer fazer, por isso pode ser tentador para você encaixar todos os submissos que encontrar em suas próprias fantasias . Quando você parar de se relacionar com pessoas como pessoas e começar a se relacionar com eles como objetos de fantasia-realização, você pode esperar para ter problemas.

O que você está falando? Eu sou uma Domme. Essa pessoa é um sub. É claro que há um relacionamento de troca de poder! Sim, mas você não ganha automaticamente o poder por ser uma domme; um submisso dá-lhe esse poder. É a entrega. Não é seu por direito. Este é um dos pilares básicos de consentimento. O sub lhe concede poder por consentimento, e não pelo simples fato de ser um submisso.

Resumindo: Não assuma que alguém lhe concedeu o poder só porque você é um dominante e essa pessoa é um submisso.

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Segunda parte: Nem todo submisso quer as mesmas coisas. Nem todos os submissos interagem com uma dominante da mesma forma. O submisso sábio e psicologicamente saudável não se submete indiscriminadamente a todas que a si mesmas chamam de “dommes”. Ninguém tem o direito de dominação automática!

Deverá ser decidido mutuamente que tipo de relação de poder irão estabelecer.

Ok, ok, eu entendo o ponto. O que agora?

A próxima parte a entender é que, como um dominante, cabe sim a você fazer o que quiser dentro dos limites do senso comum e os limites negociados com o seu parceiro.

Aí sim! Let’s play!

Black Diamond – parte 2

Assim que ele saiu levantei dei uma volta ao seu redor e fiz questão que ele me visse com a calcinha, me aproximei então segurando-o com uma só mão pelo pescoço fui empurrando até o chão. Me sentando e trazendo ele para a sua posição correta.

– É daí, a sua visão, do chão! Apreciei muito os presentes, agora irei agradecer, você terá a honra de limpar as minhas sandálias, pode começar pela sola!

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Ele lambeu beijou, limpou tudinho, até que certa hora foi banqueta para eu descansar os meus pézinhos, assim foi até que eu terminei o cigarro, e disse que estava bom.

– Basta agora, vamos colocar a sua coleira, e vamos passear, meu cachorrinho.
Dog play. Eu adoro essa prática, virou pônei, banquinho de novo, mas a diversão estava apenas começando. Ordenei que tirasse as minhas sandálias e pela guia fui direcionando-o até a cama, onde ordenei que deitasse, algemei suas mãos e vendei os seus olhos.
– Cãozinho meu, está chegando a hora do Ricardão chegar, já deixei avisado na portaria e a porta aberta. A você restará só ouvir tudo, mas antes beije meus pés como eu gosto e muito !
Disse isso sentando em seu tórax, enfiando os pés no seu rosto.
Porém quem entrava ali era a minha amiga domme, Rainha Cinthya. Só quis deixá-lo assustado. kkk
Nos divertimos muito com aquele cachorrinho! Virou nosso tapetinho, banco, mordidas nos mamilos, cbt leve, eu deixei bem claro que não queria que ele me fizesse passar vergonha perante a minha amiga, que fosse obediente a ela além também. Beijando nossos pés até que não quissemos mais.
Para finalizar a sessão de cerca de 2 horas, facesitting:
– Vamos ver se ele tem bastante folego Cinthya? Vou fumar mais um cigarro bem tranquila aqui.
Fomos intercalando ora eu ora a Cinthya. Terminando o meu cigarro deixei que ele se masturbasse, permaneci sentada em seu tórax em quanto ele beijava os meus pés. Depois me levantei:
– Abra a boca, imbecil! Dedinhos por dedinhos, e meu pé todinho na sua boca!
Levou também uns bons bofetes na cara com os meus pézinhos.
Como ele se comportou direitinho, eu disse que ele gozasse, pois já havíamos nos divertido bastante com ele, e estava liberado.
– Toalha no banheiro, vá se lavar e limpar essa sujeira toda!
Ao sair todo de terno agradeceu muito, que não esperava a surpresa com a Rainha Cinthya e que havia adorado a oportunidade de servir a duas Rainhas tão lindas. Eu só respondi:
– Mas isso é tão óbvio….

Sessões para submissos iniciantes

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Entendi que você não tem muita experiência, precisamos alinhar as práticas, embora você por ser iniciante esteja meio perdido quanto a isso. Então vamos para algumas perguntas e respostas:
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  • Abordagem:
Ao abordar toda e qualquer Rainha você enquanto escravo deverá pedir licença. Tratá-la com muito mais que cordialidade, deverá certificar-se qual forma ela prefere ser chamada, que varia entre: Senhora, Senhorita, Lady, Rainha, entre outras formas. Sempre agradeça, saiba e se coloque no seu lugar. Pedidos poderão ser ouvidos, se com muita humildade. Caberá a Rainha decidir se é pertinente ou não.
  • Rola sexo (penetração) na sessão?
Não é que não possa fazer parte das minhas sessões mas é bemmmm raro, de verdade. Gosto de provocar sensualmente, mas combinar desde já uma sessão e lhe dizer que é isso que vai acontecer, não dá. Acho que pra isso você pode ter um relacionamento normal. Ou contratar uma acompanhante.
Penetração é comum acontecer no escravo, mas antes de conversar por e mail e definir consensualmente. Vou testar seus limites propondo novas experiências.
Oral em você? Nem pensar! Beijo grego em você? jamais.
O máximo que você pode ter dos meus lábios será quando eu usá-los para morder os seus mamilos. rs

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Então se você procura sexo não me procure.
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Eu estou aqui para te levar a experiências realmente novas no BDSM, ensiná-lo a ter o comportamento devido diante de uma verdadeira Rainha, vou colocá-lo no seu lugar e você deverá ser obediente, domesticado. Vou testar seus limites, claro tudo com muita segurança e responsabilidade. Parece clichê mas dominar é uma arte para poucas (os), e submeter-se também.
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Vou deixar aqui algumas das práticas que eu gosto, e considero leves para uma sessão com submissos iniciantes:
Humilhação verbal e física com spanking leve sem marcas, gosto de causar dor, sou sádica como disse, mas não causar dor pela dor sem um propósito, e sim para ensiná-lo algum comportamento específico. Ou para puni-lo caso algo não saia conforme ordenei. Xingamentos, subjulgar, para lembrá-los quem é quem manda.
Dominação psicológica dispensa explicações.
Privação dos sentidos, uma vez privado de algum dos seus sentidos, aguça os demais, isso torna a sessão mais excitante pelo imprevisível, pelo imaginário
Podolatria escravo que é escravo deve estar aos pés da Rainha. Dentro dessa prática gosto de trampling e worship.
IMPORTANTE: eu crio em cada sessão uma safe word, que seria uma palavra de segurança fora do contexto, exemplo: rio, playground, fogo, ou qualquer outra palavra fora do contexto. etc. Ao usar desse artifício, o que estiver acontecendo é interrompido. Mas não deve ser usado a toda hora senão perde totalmente a graça e estraga a minha diversão.
Tenho várias outras idéias, gosto de criar cenas também onde são reproduzidas em sessão, uma que gosto muito e chamo de cena Cleópatra, onde estarei totalmente caracterizada (tenho as roupas) e no caso você irá me servir tal como um escravo de uma Rainha Egípcia, servindo-me frutas, vinho, ficando totalmente submisso as minhas vontades e castigos. Ou uma policial severa que irá prende-lo e torturá-lo. E por aí vai…