Pony Play, Dog Play, Facesitting, Feet Worship, Humilhation

Perspectiva do escravo. Em algumas sessões terei junto com as fotos (que são SEMPRE consensuais), relatos dos escravos contando a sua experiência em me servir. Eu particularmente adorei essa sessão, já virou escravo em treinamento. Mistress Monique também esteve presente, em breve também as fotos dela!

It was a wonderful afternoon waiting for my mistress. She came with her friend Monique, and the first thing she order to me is to go to the ground and lick her feet, then Monique’s feet too.
I loved when they decided to seat and talk each other while I was cleaning their shoes with my tongue.
Sometimes they used my head like a foot stool.
Of course they used me like a ponyboy, a chair, they trampling me like a carpet crushing my face with their full weight.
It was two hours of total domination using me like a real slave.
I enjoyed a lot and to serve her again very soon.

 

Contando sobre mais uma sessão

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Tease and denial, shibari, muuuiita podolatria – worship e tramplig, dog play, spanking com palmatória e um pouco de inversão. Voalá! Mais uma sessão delícia.

Segundo ele há tempos não servia uma Rainha, mas escravo que se prese já sabe como se comportar. E não esquece como é, porque está na sua natureza.

– vem até aqui escravo,
Beijou minhas botas com cuidado … puxei ele pelos cabelos , ele acompanhou com a cabeça. De joelhos na minha frente, percebi que ele relutava com suas próprias mãos que levantavam, querendo tocar as minhas coxas. Mas ele sabe…
– não pode, mãos pra trás.

Uma amiga me disse que minha postura enquanto domme é muito blasé. De fato é verdade.

Começou a dizer que faria tudo mas tudo mesmo que eu quisesse.
Não disse nada mas fiquei pensando, “que imbecil e ele está aqui pra quê?”
Mandei que fosse até a porta.
– agora vem, mas rastejando.
Ele veio de quadro.
– isso é o melhor que pode fazer? Isso é rastejar? Vai pra lá e volte direito.
E ele veio. Mandei que deitasse daquele jeito mesmo e então subi no meu tapetinho.
– é pra isso que você serve pra eu limpar as solas das minhas botas!
E limpei. E tirei essa foto aqui:

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Depois disso, coloquei ele na coleira; andei um pouco com meu novo escravo pelo quarto do hotel, dog play. Quero colocar nomes em todos meus escravos, mas isso dá muito trabalho, ficar pensando no nome… Acho que vou fazer como faz o Dom Barbudo que enumera: escravo 001, 002, 003… Além de prático e bem apropriado.

Bom, sentei na beirada da cama e fiz ele me cheirar, pra reconhecer a nova dona.
Falei pra lamber as minhas mãos igual a um cãozinho. E também as minhas axilas. Mas por fora, com o braço fechado, bem na dobrinha. Essa prática não é  tão comum, chama-se axilismo, eu acho bem excitante. E tenho uma teoria sobre isso: se o escravo lamber gostoso as axilas ele também sabe fazer um bom oral. rs

Depois disso, amarrei suas mãos e prendi numa das colunas da cama, provoquei muiiito, depois descansei sentada na cama, apoiando nele, antes de tirar as botas.

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Eu disse que como ele estava se comportando eu ia deixar ele beijar os meus pézinhos.

podólatra, o submisso iniciante

podolatria e submissão

Um podólatra pode até ser um submisso, mas não necessariamente. Ouço muito por aí que podolatria e a fantasia da submissão são uma coisa só. Me corrijam, mas não é porque o cara prefere olhar um pé a outra qualquer parte do corpo feminino, que faz desse indivíduo um submisso. A podolatria é um fetiche. Que pode ou não estar relacionado a submissão.

No caso das fotos dessa sessão ele está se descobrindo submisso e sei que ele gostou de seguir as minhas ordens.

Pedir permissão, entre outras coisas básicas que ensinei.

Podo sub ou não. Ele adorou. E eu também.

Termos usados na podolatria

  • Barefeet – Pés descalços. Se alguns amam ver pés desfilando em botas, sandálias, scarpins ou tamancos, outros só se excitam vendo os pés descalços.
  • Crush – Prática em que o podólatra gosta de ver uma mulher esmagando frutas, comidas, objetos, (em alguns casos super questionados) animais ou mesmo partes do seu corpo.
  • Dangling – É aquela balançadinha de sapato que a mulher fica displicentemente fazendo, às vezes sem perceber, com as pernas cruzadas, meio que batendo eventualmente o solado na sola.
  • Footjob – Imagine uma punheta com os pés… Imaginou? É mais ou menos isso. Como se as solas fossem mãos, o pé faz o serviço.
  • Smell feet – Chulé! Ainda que pareça impossível, tem quem ame um cheiro de meias usadas ou pé bem fedido.
  • Trample – Para podólatras que curtem ser pisoteados, servir de tapete ou base de salto para suas amadas. Alguns, chegam a suportar dez vezes o seu peso.
  • Worship – Para aqueles que curtem ficar em adoração aos pés da amada, só beijando, lambendo, mordendo, degustando…

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Black Diamond – parte 2

Assim que ele saiu levantei dei uma volta ao seu redor e fiz questão que ele me visse com a calcinha, me aproximei então segurando-o com uma só mão pelo pescoço fui empurrando até o chão. Me sentando e trazendo ele para a sua posição correta.

– É daí, a sua visão, do chão! Apreciei muito os presentes, agora irei agradecer, você terá a honra de limpar as minhas sandálias, pode começar pela sola!

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Ele lambeu beijou, limpou tudinho, até que certa hora foi banqueta para eu descansar os meus pézinhos, assim foi até que eu terminei o cigarro, e disse que estava bom.

– Basta agora, vamos colocar a sua coleira, e vamos passear, meu cachorrinho.
Dog play. Eu adoro essa prática, virou pônei, banquinho de novo, mas a diversão estava apenas começando. Ordenei que tirasse as minhas sandálias e pela guia fui direcionando-o até a cama, onde ordenei que deitasse, algemei suas mãos e vendei os seus olhos.
– Cãozinho meu, está chegando a hora do Ricardão chegar, já deixei avisado na portaria e a porta aberta. A você restará só ouvir tudo, mas antes beije meus pés como eu gosto e muito !
Disse isso sentando em seu tórax, enfiando os pés no seu rosto.
Porém quem entrava ali era a minha amiga domme, Rainha Cinthya. Só quis deixá-lo assustado. kkk
Nos divertimos muito com aquele cachorrinho! Virou nosso tapetinho, banco, mordidas nos mamilos, cbt leve, eu deixei bem claro que não queria que ele me fizesse passar vergonha perante a minha amiga, que fosse obediente a ela além também. Beijando nossos pés até que não quissemos mais.
Para finalizar a sessão de cerca de 2 horas, facesitting:
– Vamos ver se ele tem bastante folego Cinthya? Vou fumar mais um cigarro bem tranquila aqui.
Fomos intercalando ora eu ora a Cinthya. Terminando o meu cigarro deixei que ele se masturbasse, permaneci sentada em seu tórax em quanto ele beijava os meus pés. Depois me levantei:
– Abra a boca, imbecil! Dedinhos por dedinhos, e meu pé todinho na sua boca!
Levou também uns bons bofetes na cara com os meus pézinhos.
Como ele se comportou direitinho, eu disse que ele gozasse, pois já havíamos nos divertido bastante com ele, e estava liberado.
– Toalha no banheiro, vá se lavar e limpar essa sujeira toda!
Ao sair todo de terno agradeceu muito, que não esperava a surpresa com a Rainha Cinthya e que havia adorado a oportunidade de servir a duas Rainhas tão lindas. Eu só respondi:
– Mas isso é tão óbvio….

Trampling – homem tapetinho

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– O trampling é uma das práticas mais conhecidas entre os fetichistas, ela tem como base central, os pés femininos. Embora também pode ser por pés masculinos.

– Se dá em diferentes partes do corpo. Entre as mais conhecidas estão: tórax, pernas e barriga. Também pode ocorrer no orgão sexual masculino, ou outras partes do corpo.

– Ao meu ver define muito bem o fator da submissão pela posição abaixo dos pés. Mas muitas pessoas acreditam que não caracteriza.

– O fetiche está intimamente ligado a podolatria. Porém muitas vezes também possui uma forte ligação com o sadomasoquismo. Pode ser feito descalços ou com saltos.

– O trampling praticado com salto alto caracteriza ainda mais como SM.

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As imagens acima tratam-se de uma caracterização lúdica do trampling. Não precisa necessariamente estar coberto por um tapete, aliás a maioria das vezes não está. Apenas precisa estar deitado no chão tal como um. Eu costumo chamá-los de “meu tapetinho”.

Caminhar, pular, sozinha, duas três ou várias mulheres, muitos pézinhos como no vídeo a seguir onde 22 mulheres realizam o trampling em um homem.

Enfim cada um da sua forma..

Eu particularmente adoro! E você?

Sessões para submissos iniciantes

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Entendi que você não tem muita experiência, precisamos alinhar as práticas, embora você por ser iniciante esteja meio perdido quanto a isso. Então vamos para algumas perguntas e respostas:
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  • Abordagem:
Ao abordar toda e qualquer Rainha você enquanto escravo deverá pedir licença. Tratá-la com muito mais que cordialidade, deverá certificar-se qual forma ela prefere ser chamada, que varia entre: Senhora, Senhorita, Lady, Rainha, entre outras formas. Sempre agradeça, saiba e se coloque no seu lugar. Pedidos poderão ser ouvidos, se com muita humildade. Caberá a Rainha decidir se é pertinente ou não.
  • Rola sexo (penetração) na sessão?
Não é que não possa fazer parte das minhas sessões mas é bemmmm raro, de verdade. Gosto de provocar sensualmente, mas combinar desde já uma sessão e lhe dizer que é isso que vai acontecer, não dá. Acho que pra isso você pode ter um relacionamento normal. Ou contratar uma acompanhante.
Penetração é comum acontecer no escravo, mas antes de conversar por e mail e definir consensualmente. Vou testar seus limites propondo novas experiências.
Oral em você? Nem pensar! Beijo grego em você? jamais.
O máximo que você pode ter dos meus lábios será quando eu usá-los para morder os seus mamilos. rs

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Então se você procura sexo não me procure.
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Eu estou aqui para te levar a experiências realmente novas no BDSM, ensiná-lo a ter o comportamento devido diante de uma verdadeira Rainha, vou colocá-lo no seu lugar e você deverá ser obediente, domesticado. Vou testar seus limites, claro tudo com muita segurança e responsabilidade. Parece clichê mas dominar é uma arte para poucas (os), e submeter-se também.
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Vou deixar aqui algumas das práticas que eu gosto, e considero leves para uma sessão com submissos iniciantes:
Humilhação verbal e física com spanking leve sem marcas, gosto de causar dor, sou sádica como disse, mas não causar dor pela dor sem um propósito, e sim para ensiná-lo algum comportamento específico. Ou para puni-lo caso algo não saia conforme ordenei. Xingamentos, subjulgar, para lembrá-los quem é quem manda.
Dominação psicológica dispensa explicações.
Privação dos sentidos, uma vez privado de algum dos seus sentidos, aguça os demais, isso torna a sessão mais excitante pelo imprevisível, pelo imaginário
Podolatria escravo que é escravo deve estar aos pés da Rainha. Dentro dessa prática gosto de trampling e worship.
IMPORTANTE: eu crio em cada sessão uma safe word, que seria uma palavra de segurança fora do contexto, exemplo: rio, playground, fogo, ou qualquer outra palavra fora do contexto. etc. Ao usar desse artifício, o que estiver acontecendo é interrompido. Mas não deve ser usado a toda hora senão perde totalmente a graça e estraga a minha diversão.
Tenho várias outras idéias, gosto de criar cenas também onde são reproduzidas em sessão, uma que gosto muito e chamo de cena Cleópatra, onde estarei totalmente caracterizada (tenho as roupas) e no caso você irá me servir tal como um escravo de uma Rainha Egípcia, servindo-me frutas, vinho, ficando totalmente submisso as minhas vontades e castigos. Ou uma policial severa que irá prende-lo e torturá-lo. E por aí vai…