Lugar de capacho é assim

Sessão como capacho que sabe o seu lugar!

podólatra, o submisso iniciante

podolatria e submissão

Um podólatra pode até ser um submisso, mas não necessariamente. Ouço muito por aí que podolatria e a fantasia da submissão são uma coisa só. Me corrijam, mas não é porque o cara prefere olhar um pé a outra qualquer parte do corpo feminino, que faz desse indivíduo um submisso. A podolatria é um fetiche. Que pode ou não estar relacionado a submissão.

No caso das fotos dessa sessão ele está se descobrindo submisso e sei que ele gostou de seguir as minhas ordens.

Pedir permissão, entre outras coisas básicas que ensinei.

Podo sub ou não. Ele adorou. E eu também.

Termos usados na podolatria

  • Barefeet – Pés descalços. Se alguns amam ver pés desfilando em botas, sandálias, scarpins ou tamancos, outros só se excitam vendo os pés descalços.
  • Crush – Prática em que o podólatra gosta de ver uma mulher esmagando frutas, comidas, objetos, (em alguns casos super questionados) animais ou mesmo partes do seu corpo.
  • Dangling – É aquela balançadinha de sapato que a mulher fica displicentemente fazendo, às vezes sem perceber, com as pernas cruzadas, meio que batendo eventualmente o solado na sola.
  • Footjob – Imagine uma punheta com os pés… Imaginou? É mais ou menos isso. Como se as solas fossem mãos, o pé faz o serviço.
  • Smell feet – Chulé! Ainda que pareça impossível, tem quem ame um cheiro de meias usadas ou pé bem fedido.
  • Trample – Para podólatras que curtem ser pisoteados, servir de tapete ou base de salto para suas amadas. Alguns, chegam a suportar dez vezes o seu peso.
  • Worship – Para aqueles que curtem ficar em adoração aos pés da amada, só beijando, lambendo, mordendo, degustando…

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Vídeo e fotos dos meus pézinhos no parque

Sentindo a grama com os pés, contato com a natureza. Adoro. Sujeirinhas naturais da terra! Rsrs A próxima vez levarei meu sub “f” para os cuidados especiais com os meus pézinhos. Limpeza, carinhos e massagem. E tudo mais que eu quiser.

Meu domingo muito gostoso no parque!

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espreguiçando, pés pro alto, lindo domingo! Céu maravilhoso! 

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tirando o tênis para relaxar depois da corrida!

Testando limites

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Como o meu desejo é uma ordem, fomos ao motel classe A na mooca, na suíte temática sado, acho que a única que eu ainda não havia conhecido em SP.

A suíte provavelmente estaria ocupada. Então fiz com que ele certificasse tudo antes, ligou no motel para saber e chegamos bem no horário de saída do casal (às 19:00). Não contávamos que eles iriam adicionar mais uma hora, conclusão:

Aguardamos no estacionamento até as 20:00, o escravo trouxe um vinho ótimo chileno chamado MediaNoche (ele sabe e só trás os melhores), começamos uma sessão podo no carro!

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Levou as minhas coisas para o quarto, saiu e ao meu comando entrou, só depois que me arrumei! (claro)

Primeiro mandei que limpasse toda a minha bota, enquanto eu fumava um cigarro bem tranquila! Só pra iniciar, limpou e limpou de novo até que disse que não estava bom … E limpou mais uma vez até que ficou brilhando!

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Coloquei a máscara mas deixei a boca e olhos livres. Mais beijos nos pézinhos com meia, sem meia depois. Considero a meia-calça uma lingerie dos pés, as preliminares podo, digamos assim.

Aí eu disse, pode párar, trouxe uma surpresinha pra você capacho. Tampei a visão e deixei lá esperando, e quando ele notou já estava com os pés presos e dedos (com algemas), prestes a iniciar uma nova prática: CBT (Acrônimo inglês de cock and ball torture, refere-se à tortura peniana e/ou testículos), vamos testar os limites desse verme!

Já tinha levado uns tapinhas nas bolas nas outras sessões, uns pisões a la “ballbusting”. Mas dessa vez foi pra valer! O torturador peniano e de testículos além de apertar, vibrava. Brinquedinho novo! Ficou todo esmagadinho mas adorou! Ficou tão duro que eu pensei “Será que vai explodir?” rsrs

Podolatria + bongade + CBT rolando.

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Vamos testar os limites – parte 2

Spank – Eu estava ansiosa para usar meu flogger novo, e acertar a mão com ele, pois é bem mais longo que os meus e bem mais profissional também, peguei logo o jeito e me empolguei.

Achei que ele fosse pedir a safe, pois não está acostumado com spank, mas está sendo bem disciplinado e logo estará como eu quero, falta muito ainda!

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pézinhos meus parte 2

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Scarpin doce Scarpin

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Foi escolhido por mim e comprado por R. no dia do meu aniversário!
Chegou em casa hoje, meu lindo Scarpin vermelho Santa Lolla!!!

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Está pra ser criado um sapato mais democrático e versátil que o scarpin. Agradando as mulheres dos mais variados estilos e caindo bem para qualquer ocasião, o sapato é considerado uma das peças mais tradicionais da moda feminina.

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A origem:

Scarpin vem do nome scarpa (sapato em italiano), e do diminuitivo scarpino.

O modelo surgiu no ano de 1947 com o objetivo de inserir um “New Look” para as mulheres desse período de pós guerra.
Uma nova forma de se vestir, calçar e de comportamento apareceu junto com o Scarpin.

Sessões para submissos iniciantes

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Entendi que você não tem muita experiência, precisamos alinhar as práticas, embora você por ser iniciante esteja meio perdido quanto a isso. Então vamos para algumas perguntas e respostas:
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  • Abordagem:
Ao abordar toda e qualquer Rainha você enquanto escravo deverá pedir licença. Tratá-la com muito mais que cordialidade, deverá certificar-se qual forma ela prefere ser chamada, que varia entre: Senhora, Senhorita, Lady, Rainha, entre outras formas. Sempre agradeça, saiba e se coloque no seu lugar. Pedidos poderão ser ouvidos, se com muita humildade. Caberá a Rainha decidir se é pertinente ou não.
  • Rola sexo (penetração) na sessão?
Não é que não possa fazer parte das minhas sessões mas é bemmmm raro, de verdade. Gosto de provocar sensualmente, mas combinar desde já uma sessão e lhe dizer que é isso que vai acontecer, não dá. Acho que pra isso você pode ter um relacionamento normal. Ou contratar uma acompanhante.
Penetração é comum acontecer no escravo, mas antes de conversar por e mail e definir consensualmente. Vou testar seus limites propondo novas experiências.
Oral em você? Nem pensar! Beijo grego em você? jamais.
O máximo que você pode ter dos meus lábios será quando eu usá-los para morder os seus mamilos. rs

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Então se você procura sexo não me procure.
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Eu estou aqui para te levar a experiências realmente novas no BDSM, ensiná-lo a ter o comportamento devido diante de uma verdadeira Rainha, vou colocá-lo no seu lugar e você deverá ser obediente, domesticado. Vou testar seus limites, claro tudo com muita segurança e responsabilidade. Parece clichê mas dominar é uma arte para poucas (os), e submeter-se também.
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Vou deixar aqui algumas das práticas que eu gosto, e considero leves para uma sessão com submissos iniciantes:
Humilhação verbal e física com spanking leve sem marcas, gosto de causar dor, sou sádica como disse, mas não causar dor pela dor sem um propósito, e sim para ensiná-lo algum comportamento específico. Ou para puni-lo caso algo não saia conforme ordenei. Xingamentos, subjulgar, para lembrá-los quem é quem manda.
Dominação psicológica dispensa explicações.
Privação dos sentidos, uma vez privado de algum dos seus sentidos, aguça os demais, isso torna a sessão mais excitante pelo imprevisível, pelo imaginário
Podolatria escravo que é escravo deve estar aos pés da Rainha. Dentro dessa prática gosto de trampling e worship.
IMPORTANTE: eu crio em cada sessão uma safe word, que seria uma palavra de segurança fora do contexto, exemplo: rio, playground, fogo, ou qualquer outra palavra fora do contexto. etc. Ao usar desse artifício, o que estiver acontecendo é interrompido. Mas não deve ser usado a toda hora senão perde totalmente a graça e estraga a minha diversão.
Tenho várias outras idéias, gosto de criar cenas também onde são reproduzidas em sessão, uma que gosto muito e chamo de cena Cleópatra, onde estarei totalmente caracterizada (tenho as roupas) e no caso você irá me servir tal como um escravo de uma Rainha Egípcia, servindo-me frutas, vinho, ficando totalmente submisso as minhas vontades e castigos. Ou uma policial severa que irá prende-lo e torturá-lo. E por aí vai…